Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
Hoje me vi amargurado, então resolvi soltar as emoções, rasguei o verbo, te amo, me fiz de cruel busquei lembranças de milhares de amores que não se fizeram eternos, amargurado abracei a solidão, me vi nas esquinas das desilusões, e em um copo e muito cigarro busco destilar minhas nostalgia, sufocado pela vida estou, não a mais argumentos que possa fazer dessa vida eu sebtir prazer,
Não sou dos dias de hoje e sim um visitante do passado, perdido no tempo e espaço do meu romantismo, que julguei atemporal, romantismo este quase finado, que sobrevive na busca de alguém possa enxergar e sentir, não minha face ou embalagem do meu corpo, mas a minha essência, a minha luz e sentir sim o meu amor.
Hoje deixei meus olhos viajarem pelo mar até a linha do horizonte, fim de tarde no mágico encontro do dia com a noite.
Na realidade foi um momento de introspecção, lembranças e balancete de vida, porém notei que planos e perspectivas ausentes, cadê meu futuro? Pra onde foram meus sonhos?
Bateu então uma tristeza mas, do nada, ganho de uma boa amiga um alegre, saboroso e solidário sorvetinho.
Quando iniciava a degustação chegam, também do nada, duas crianças muito pobres filhos da rua com os olhinhos brilhantes, pedem o meu sorvetinho, ganham e retribuem com um lindo sorriso.
Horas depois enxerguei pela simbologia o recado recebido: sorvetinho a solidariedade; amparo o presente e as crianças meu futuro, pelo sorriso, feliz. Que assim seja!
Hoje dia 31 de dezembro queria tanto escrever coisas bonitas, proativas, estimulantes e positivas, tradicionais para o embarque no novo ano e para viagem, mas bateu um grande vazio. Ano que se vai deixou cicatrizes. Se agora registro a vontade, acho que as palavras desejadas e adequadas ficam implícitas, e muito melhor que o triste silêncio. Feliz Ano Novo!
Andávamos em bandos e tribos, evoluímos para comunidades. Prosperamos até o dia que alguém disse e cumpriu: “dana-se o vizinho!” Desde então, chegamos aos dias de hoje com medo do amanhã.
Marcas que o tempo deixou
De sonhos interrompidos
Paixões mal resolvidas
Perdidas no véu do tempo
Seus olhos tiram meu sossego
O tempo não para ...Eu parei
sem tempo ...sem sonhos
me perdi lá em seus braços
Lembranças por ti esquecidas
Essa teima do meu coração
me enlouquece a cada dia
Com sua ausência apenas sou
Aquele barco ancorado no cais
Que a vida fere e balança
mais a saudade mantém no lugar
Não sei se dia é noite....
Será que a noite virou dia
O tempo vai curando...Mas...
Minha cabeça abre novas feridas
E destaca as cicatrizes
Vitima de um sonho bom
Hoje sou pedaços ...
Que eu mesma junto
Ao longo ao logo do meu caminho
A saudade ...Companheira
Da tristeza prisioneira...
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