Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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⁠A paz é um lado a guerra é o outro lado. Eu escolho estar do lado da paz porque tudo o quê é feito com paz dura. Tudo aquilo que é feito com guerra tem prazo de validade. A poesia é a ponte para a paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu sou uma eterna manifestante anti-guerra, anti-tortura e anti-pena de morte.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você irá com a sua fantasia
de Rei e eu fantasiada de Rainha,
tu bem sabe como esperei por
este glorioso dia para dançar
o auto natalino na sua companhia.

O Mestre, o Contra-mestre,
os dois embaixadores, o General,
a Lira, o índio Peri, os vassalos,
os dois mateus, os dois palhaços,
a Catirina e a sereia estão ansiosos.

Com o índio Peri você vai me disputar
no ritmo da sanfona, do pandeiro,
do triângulo, do tambor,
da voz do Mestre e do meu amor,
Esta noite promete muito calor
e tem água na bolsinha para dois.

O bailado estará sob a iluminação
da estrela de ouro, da estrela
brilhante e da estrela republicana,
Seremos da rua o poema magistral
sob a escolta do completo figural.

Quando a Banda da Lua se aproximar
chegando quase no final,
algo me diz que você vai se declarar,
e pelo amor se deixar levar,
porque há muito tempo não
tem dado mais para disfarçar.

(Você nasceu para dançar
Guerreiro e ser o meu bem amado).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Todas as vezes que eu

parecia desinteressante

para o seu olhar,

Na verdade você não era

o suficiente interessante

para que eu me esforçasse

para contigo ficar,

E no fundo sempre

soube que alguém como

você não era feito

para na minha vida durar,

Quando você foi embora

não pense que fiquei triste

eu fui é tratar de comemorar,

Porque quando o amor não

existe não vale a pena lutar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Arroz com Pequi

⁠Eu quero ser para você
o pequi do seu arroz,
Você quer ser para mim
o arroz para o meu pequi,
Uma história sem fim
de amor e tradição
feita para encher
o coração de quem ouvir.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Todo mundo é crescido
e sabe que se beber não dirija,
Eu sou poetisa e não bebo,
porque se eu beber não escrevo.

A minha poesia é Catuaba,
Cachaça e Cajuína,
sempre quando se trata
de tirar os pés do chão.

A minha poesia é Tucupi,
Caju Amigo e Caipirosca
que o desejo enrosca
do jeito que você gosta.

A minha poesia é mais
forte do que Quentão
quando se trata
de aquecer o coração.

A minha poesia é tudo isso,
por isso eu não bebo,
e se você bebe eu respeito,
Se for beber não dirija,
se beber não dirija, e não insista.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Epitáfio


Como inimiga frontal

de toda a guerra,

Sou eu a Poetisa eterna

que sempre amará esta Terra,

Não se esqueçam disso:

estarei pela eternidade

enterrando sempre

que for preciso toda a guerra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pastel

Pastel salgado ou Pastel doce,
não me importo com o recheio,
Eu como sempre com tudo
o quê vier dentro,
Eu como de qualquer
até se for Pastel de vento,
O Pastel é herança
da imigração chinesa
que eu louvo e agradeço
com este poema
por fazer parte e História
da nossa mesa brasileira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Queijo de Minas

A tua origem ancestral
eu reconheço,
Queijo de Minas como
Patrimônio Nacional
eu te celebro,
O teu precioso sabor
é digno sempre
de poesias de amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Madrigal para Rodeio

Eu ofereço um Madrigal
para a minha cidade de Rodeio,
Que é um pedacinho celestial
em pleno Médio Vale do Itajaí
que ao abrir as janelas
trata o olhar com cortesia
por ser repleta de beleza e poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Do século passado
e deste século sou
eu a dama mística
desta terra brasileira
onde cada verso
sempre busca o teu
universo secreto,
e neste mistério
nos encontramos
sob o florescimento
dos Ipês Amarelos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu não dou vitória moral para nenhum Governo maniqueísta que manipula o temor do seu povo para se proteger da opinião pública. Odeio maus governos. Jamais odiarei povos.

Inserida por anna_flavia_schmitt


Do Império não
prevejo o melhor,
porque essa história
eu bem conheço,
sei que não dá para
abrir mão do receio.

No relógio da vida
eis o giro do tempo,
que não venha mais
nenhum tormento.

Porque da trincheira
sou o último soldado,
ideologia poética,
aceno total de paz
e oração de devota:
implorando a liberdade
do General e da tropa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Guabiruba Poética


Eu te amo do pé
até o topo do Mirante,
e no Morro São José
onde o Sol te beija
como um diamante.

Tu és amada por mim
com vasos nas mãos,
com teus sabores postos
na mesa e com teu povo
que é a tua maior riqueza.

Eu te amo com toda
a tua História raiz
e imigrante europeia,
És a Guabiruba poética.

Tu ergueste cidade e memória
com teus bravos filhos
originários, alemães,
italianos, poloneses e austríacos,
e fez-se assim muito brasileira.

Eu te amo com as linhas
da vida entrelaçadas
com a querida Brusque,
por todas as jóias têxteis
que tu na vida fizestes.

És a Guabiruba poética,
e assim te amo por tudo
o quê fostes, és e ainda será,
no meu coração tu és o quê
demais precioso sempre existirá.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu sei bem
quem eu sou,
e que em dias
normais quem
veste calças
escreve poesias
para inquietar
e em outros dias
quem veste saias
escreve poesias
para perturbar.
Quem possui
pensamentos
de libertação,
quem é poeta
não é liderado,
me leve a sério:
o autoritarismo
mora ao lado.
Quem nasceu
herdeiro de um
vero legado,
sabendo que há
prisões politicas,
jamais seguirá
em frente e calado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A cautela exigida
Que eu deveria ter
Por andar sozinha
E nua nessas letras,
É fazer a mensagem
Caber na métrica.

Não consigo retê-la
Porque a injustiça
Assombra o peito,
Ela criou o preso
E arremessou
Para bem longe
A cons(ciência)
Da tua cabeça.

A liberdade espraiou
Nos corações
Dos eleitos guardiões
Das Américas,
Os sinos não hão
De dobrar nem por ti,
Devolva cada filho
Da onde o senhor
Não deveria ter tirado
Da austral realidade,
Aprenda a conviver
Com a verdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Por andar
Sozinha
Eu deveria:
Ter cautela.

Só consigo
No máximo
É equilibrar
O quê escrevo.

Em dias
Normais
Deixei tudo
para trás.

Sei que te
Impuseram
O tirano
Silêncio.

Em todos
Os tempos
E verbos,
Por ti não
vou parar
De gritar
Em todos
Os versos:
-Que não
aceito!

Seguem não
Temendo
Nenhum veto,
Meus poemas
São pacíficos,
Mas estão
Em protesto.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não nasci
alheia,
me aturem,
Mas não
me lancem!
Porque se
for assim
para longe
eu corro,
para criar
impulso.

Do destino
a dançarina
predileta
do abismo,
eu sou provocadora,
notória
e declarada
ironia.

Nota celestial
da canção
de um mês,
Escândalo
vizinho
da onde
o silêncio
virou freguês.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Amanheceu
mais um dia
sem notícia,
Exatamente
como eu
imaginava,
É por causa disso
que não mais
não me permito
não tocar
neste assunto,
O silêncio
tem sido
indecente
e abusivo
e não está
parando
de transbordar,
é de direito divino
não parar de falar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Testemunha daquilo
que eu não vi
ao mundo tenho que
fazer esse relato:
ecoou o som do
berimbau quebrado,
no chão o Moa
foi estirado por
causa das doze
facadas de um
sujeito autoritário.
Avança a violência
política programada,
só não vê a verdade
aquele que não quer:
avança o plano da
instalação de um
regime de exceção,
engulo a seco o meu
receio por ser mulher.
Implacável é a dor
pátria que sinto no
meu peito que ecoa
a indignação contra
os repressores dos
dois lados que com
ambas as retóricas
tornaram o diálogo
quase impossível
impedindo que o
povo unido encontre
o melhor caminho.

Inserida por anna_flavia_schmitt