Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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O ócio pode transformar-se em violência, neurose, vício e preguiça, mas pode também elevar-se para a arte, a criatividade e a liberdade.

Faço tudo o que posso, tento fazer o possível e lá na frente quando olhar pra trás vou ver que fiz o impossível.

Lutar pela igualdade sempre que as diferenças nos discriminem;
lutar pelas diferenças sempre que a igualdade nos descaracterize.

Não tenho vergonha de mudar de opinião e corrigir meus erros, pois não tenho vergonha de evoluir e aprender.

Amor foge a dicionários
E a regulamentos vários.

Amo tuas imperfeições e maravilhas,
amo-as com gratidão, pena e raiva intercadentes.

Carlos Drummond de Andrade
Poesia completa (2002).

A mulher perfeita não existe, mas a mulher com um coração sincero e com um belo sorriso conquistará multidões.

Nada escapa aos olhos de Deus, nem as suas dores! Ele tem a cura!

Quem não entende que a manutenção da ordem pública incumbe a todos os cidadãos, e não a uma classe especializada, não tem NENHUM direito de dar "lições de democracia".

nosso “amor” era mais bonito dentro da minha cabeça.

"" Quem muito quer, às vezes não valoriza o tanto que tem...""

A vulnerabilidade é o que me define como ser vivo. É por ser vulnerável que amo. Não tenho cercas na alma. Vivo exposto.
E prefiro.

O PUXA-SACO
O puxa-saco é um sujeito desqualificado e sem dignidade, que se degrada sempre mais a cada bajulação. É um traidor em potencial. Não tem lado. Não se ama e, por isso, também não ama ninguém. O que nele parece fidelidade é mera e temporária conveniência. Coitado! É um bosta que devia usar coleira.

Contentemo-nos com pouco e com menos ainda, se possível.

A velhice ridícula é, porventura, a mais triste e derradeira surpresa da natureza humana.

Machado de Assis
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881).

Caso sinta em si algum afeto, não o sufoque; deixe-se ir com ele.

Machado de Assis
Helena (1876).

Tentou refugiar-se no sono. O sono rejeitou-o de si.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Inveja, odeia tanto que tenta imitar.

O verme

Existe uma flor que encerra
Celeste orvalho e perfume.
Plantou-a em fecunda terra
Mão benéfica de um nume.

Um verme asqueroso e feio,
Gerado em lodo mortal,
Busca esta flor virginal
E vai dormir-lhe no seio.

Morde, sangra, rasga e mina,
Suga-lhe a vida e o alento;
A flor o cálix inclina;
As folhas, leva-as o vento,

Depois, nem resta o perfume
Nos ares da solidão...
Esta flor é o coração,
Aquele verme o ciúme.

Machado de Assis
Falenas. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1870.

Você disse que nunca iria me deixar, mas foi só as coisas ficarem difíceis para que fosse embora.