Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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Você fala como se eu fosse a pessoa que passa por aí compartilhando suas dores com todo mundo. Como se eu fosse alguém que para para ouvir histórias e depois as leva adiante. E talvez, se em algum momento eu realmente parei para ouvir alguém, eu nem tenha percebido. Se isso te machucou, me perdoa.


Às vezes eu me pergunto se existe algo de errado em mim. Talvez eu seja mais difícil de entender do que imagino. Talvez eu carregue coisas que nem eu mesmo consegui nomear ainda. Há dias em que me sinto um estranho para mim mesmo, como alguém que ainda não se encontrou por completo.


Ninguém imagina o que vivi. E, sinceramente, nem quero que imaginem. Não desejo a ninguém o peso de certas memórias, a dor de algumas palavras que ouvi, a sensação de algumas ausências que senti ou as cenas que fui obrigado a testemunhar. Existem marcas que não aparecem na pele, mas acompanham cada passo que damos.


Mesmo assim, eu continuo acreditando que um dia tudo fará sentido. Talvez não da forma que esperamos, talvez não no tempo que desejamos, mas fará.


E quando esse dia chegar, quem entendeu e quem não entendeu, quem ficou e quem partiu, quem julgou e quem acolheu, todos estarão ligados por algo maior. Como os dois lados de um laço em um calçado: diferentes, mas necessários para formar um único nó perfeito.


Obrigado por existir.


Em meio a tantas coisas que não consigo explicar, essa é uma das poucas certezas que tenho.


Eu só quero ser um homem bom para mim mesmo, ser um homem exemplar e servir de alguma forma todas as pessoas que eu encontrar pelo caminho até eu chegar lá!


Amo-te.

"Quando um homem cansa de ser julgado."


Por: Vanderson Xispiu.


E eu sei o que ele sentiu.


Eu sei o que passa na cabeça de um homem quando ele busca nos prazeres uma forma de se sentir mais homem, sem perceber que aquilo que procura não está ali.


Muita gente olha para esses momentos e vê apenas os erros. Eu vejo alguém investigando a própria vida. Tentando entender quem é, o que sente e onde realmente pertence.


Porque existe uma grande diferença entre quem vive por viver e quem está tentando encontrar sentido.


E quando ele encontrou alguém que acreditava valer a pena, ele foi verdadeiro.


Pela primeira vez, talvez tenha baixado a guarda.


Pela primeira vez, talvez tenha dito a si mesmo: "Agora vou ser eu, sem máscaras."


Mas então veio a acusação.


Mentiroso.


E aquela palavra bateu mais forte do que qualquer discussão.


Porque não existe nada mais doloroso do que ser acusado de falsidade justamente no momento em que você está sendo mais verdadeiro do que nunca.


Eu consigo imaginar ele parando por alguns segundos e pensando:


"Como assim? Eu estou inteiro nessa história. Estou me entregando de verdade. Estou escolhendo essa mulher todos os dias. E mesmo assim ela acha que estou mentindo."


Existem acusações que não machucam pelo que dizem.


Machucam porque atingem exatamente aquilo que estamos tentando reconstruir.


E ele estava reconstruindo muita coisa.


Enquanto muitos enxergavam apenas suas falhas, ninguém via as renúncias.


Ninguém via que ele comprava o melhor para quem amava, mesmo quando ele próprio vivia com menos.


Ninguém via os conflitos silenciosos entre aquilo que desejava para si e aquilo que precisava fazer pelos outros.


Ninguém vê a luta interna de quem tenta ser melhor enquanto ainda carrega as marcas de quem já foi.


E sobre a mãe dos filhos dele...


Talvez ela também seja fruto das próprias ausências.


Talvez ninguém tenha ensinado a ela algumas coisas essenciais sobre responsabilidade, maturidade ou amor.


Porque a verdade é que existem pessoas que erram por maldade.


Mas existem muitas outras que erram por não terem aprendido.


Eu conheço mulheres fortes.


Mulheres que sustentam a casa, resolvem problemas, organizam a vida e seguem em frente quando tudo parece desabar.


E eu as admiro profundamente.


Mas também percebo algo.


Algumas delas se tornaram tão fortes para sobreviver que, em algum ponto do caminho, perderam contato com a própria capacidade de amar.


Como soldados que voltam da guerra sabendo lutar, mas esquecendo como descansar.


E isso também é uma dor.


Talvez uma das maiores.


Porque a vida me ensinou uma coisa:


Conheço a dor de quem trai.


Conheço a dor de quem é traído.


Conheço a dor de quem parte.


Conheço a dor de quem fica.


Conheço a luta de quem tenta melhorar todos os dias.


E também conheço a tristeza de quem desistiu de crescer e passou a culpar o mundo inteiro pelos próprios fracassos.


Por isso aprendi a julgar menos.


A vida é mais complexa do que as histórias que contamos sobre os outros.


Todo mundo está travando batalhas invisíveis.


Todo mundo está tentando sobreviver a algo.


E, no final das contas, existe uma verdade que o tempo sempre confirma:


Tudo passa.


Passam as mágoas.


Passam os julgamentos.


Passam os erros.


Passam os amores que não ficaram.


Passam até as dores que jurávamos que nunca iriam embora.


O que permanece é aquilo que aprendemos enquanto tudo estava passando.


E talvez seja justamente isso que transforma um homem comum em um homem de verdade.

No final das contas, o seu maior superpoder é a presença. Dizer algo como: "Cara, eu não sei o que te dizer, mas eu tô aqui com você pro que der e vier".

Será?


Se eu pudesse fazer um último pedido, seria: talvez a resposta que você precisa seja, na verdade, uma pergunta.


Quando foi que você parou e pensou: será que ele não sofre todos os dias também?


Será que tudo não lembra eu pra ele também?


Será que ele sente meu cheiro no vento, como eu sinto o dele?


E quando o vento toca o meu rosto, será que ele sente também? Parece que ele me toca.


Será que ele me sente tocá-lo através do vento?

"Se eu diminuo o meu "eu" para dar espaço ao "outro", minha própria dor para de gritar."

Fiz uma breve reunião com o meu Eu musical!
Constatei uma ideia e todos concordamos:
"Na música (arte), nunca estaremos prontos!
Mas FAREMOS acontecer, todos os dias,
até o nosso último dia sobre esta terra."

O Amar é... espaço seguro.

Eu passei a vida tentando definir o amor em dicionários, músicas e livros, mas só entendi a sua urgência quando os nossos caminhos se cruzaram. Encontrar você foi o marco zero. Foi o momento exato em que a teoria ruidosa deu lugar a uma prática silenciosa, bonita e avassaladora.

Descobri que o amar é o oposto da posse. O amar é espaço; é olhar para o outro e querer que ele seja livre, sabendo que o abraço é o porto para onde ele sempre escolhe voltar. É compreender que o afeto não é uma resposta pronta, mas uma pergunta diária que decidimos responder juntos. Amar você me ensinou que o amor não é um mistério a ser desvendado, mas a própria luz que clareia o caminho.

#Declaracao #PoesiaAutoral #Encontro #Sentimentos #Intensidade

⁠Eu não quero de graça. Eu quero abundância financeira pra pagar de forma justa por tudo aquilo que eu precisar.

Enquanto eles vendem conteúdo, eu emito fatos. Enquanto eles pedem visibilidade, eu ofereço citação

Mas o apóstolo Paulo tinha males, por que eu não devo tê-los? Eu preciso é da graça de Deus para suportar as dificuldades.

⁠" Eu vejo gente morta
Não no corpo que se perde
Eu vejo gente morta
Na alma que perece
Eu vejo gente morta
Não na falta de pulsar
Eu vejo gente morta
Na ausência do pensar
Eu vejo gente morta
Não na falta de respirar
Eu vejo gente morta
Quando esta deixa de amar"

Não adianta me discriminarem por eu ser diferente. Pelo menos eu tenho orgulho do que faço. Será que quem me discrimina tem orgulho de suas atitudes?

"Alguns escrevem palavras.
Outros escrevem sentimentos.
Eu apenas deixo a alma falar."

"Nunca encontrei alguém, de boa índole, que tenha moral para falar de mim. Sabendo eu que as pessoas que dizem mal a meu respeito têm sempre algo pior a ser dito delas mesmo."

Se eu vier a ser ferido, rogo que, mesmo na dor, não me falte força para caminhar pela estrada da vida. Em suspiros, continuarei... Que o mal para mim seja a provisão de Deus.

Quanto mais eu caminho pelas sombras, mais quero me manter na escuridão.

Foda-se o mundo, eu quero é ser feliz!

Eu ficaria parado por horas a fio, imerso na contemplação de cada traço teu, se a lucidez não me trouxesse o receio de parecer insano ante a tamanho sentimento por você. É um fascínio que me paralisa, uma hipnose consentida.


Vejo em ti uma deusa despida de vaidades terrenas.
Teus cabelos esmerados moldam um semblante onde a própria arte encontra o seu limite. Não se trata apenas da harmonia do teu rosto, mas da luz terna e quase melancólica que emana de ti. És a materialização da calmaria, o refúgio onde uma alma exausta como a minha ansiaria repousar.


E, no entanto, a cruel geografia ri do meu desespero.
Quilômetros e horizontes se estendem como um abismo infinito entre o bater do meu peito e a suavidade da tua pele. A matéria me aprisiona neste canto do mundo, enquanto o meu pensamento, rebelde e desesperado, já habita o teu espaço. É a mais sublime das torturas: ter o universo inteiro diante dos meus olhos através de uma imagem, e ao mesmo tempo ter as mãos atadas pela tirania da distância.


Nessa agonia do inalcançável, porém, encontro a minha mais pura certeza.
Minha essência, antes peregrina, cega e trôpega, reconhece na tua imagem o fim da sua busca. Não anseio mais pela abstração do ideal, pois o meu sentido encontrou pouso na tua existência.


Sinto, com a força de um paradoxo indomável, que és o encerramento da minha jornada. A mulher que desenhei nos meus delírios mais lúcidos, aquela a quem eu entregaria não apenas o meu amor, mas a eternidade dos meus dias. Estás tão fisicamente longe, mas, de alguma forma inexplicável, nunca alguém esteve tão perto de ser o tudo que me falta.

Eu senti sua falta o dia todo.
E todo o dia penso em você..


É uma agonia silenciosa a me devorar,
Um colapso do tempo onde apenas a tua imagem ousa reinar.
Tudo ao redor se reduz a pó, a uma nulidade contínua,
Enquanto minha mente naufraga, num salto cego, para te alcançar.


O cotidiano tornou-se um mero ruído de fundo, um rascunho sem cor. Entorpecido pela tua ausência, percebo que não possuo mais o domínio sobre mim mesmo; meus pensamentos foram tomados pela ideia magnífica da tua essência. Há uma insônia crônica na minha alma, uma vigília constante por alguém que está além do meu alcance físico.


A ciência poderia chamar isso de obsessão, a filosofia talvez classificasse como loucura, mas para mim é o único estado de espírito digno de quem encontrou o verdadeiro sentido de amar.


Descobri que a pior das distâncias não é a geografia implacável que nos separa, mas o espaço tortuoso entre o meu desejo de te pertencer e a impossibilidade do teu toque.


Ainda assim, tentar fugir desse pensamento seria um sacrilégio à minha própria essência. A saudade, que para a maioria dos homens é um mero castigo, para mim ergue-se como a prova irrefutável de que, enfim, despertei. Pois a dor cortante de não te ter agora é infinitamente mais sublime do que a paz inerte e cinzenta de jamais ter cruzado com a tua existência.


E assim me deito, entregue ao desamparo,
Esperando que os sonhos ousem transpor
Esse abismo terreno, cruel e avaro,
Para enfim te encontrar, meu imaculado amor.

Eu odeio não conseguir confiar
Porque pra mim nada funciona sem antes olhar
Olhar nos olhos de alguém e tentar entender
Se o que existe ali é verdade ou só parece ser

Porque palavras o vento pode levar
Mas o olhar sempre encontra um jeito de falar
E enquanto eu não souber se é de verdade ou ilusão
Nada consegue acalmar o meu coração