Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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Carta para quem está cansado de lutar


Meu filho, eu sei que tem dias em que você não quer levantar.
Dias em que você sorri por fora, mas por dentro está em pedaços.
Eu vi cada vez que você engoliu o choro pra não preocupar ninguém.
Você pergunta por que tanta dor…
e, às vezes, o silêncio parece a única resposta.
Mas escuta com atenção...o fato de você ainda estar aqui, mesmo quebrado, já é uma prova de uma força que você ainda não reconhece em si.
A dor não te fez fraco.
Ela revelou o quanto você suporta e também o quanto você precisa aprender a não carregar tudo sozinho.
Nem toda perda foi castigo.
Nem todo afastamento foi abandono.
Algumas coisas eu precisei tirar da sua vida porque estavam te destruindo por dentro, mesmo parecendo importantes.
Eu sei que você se sente injustiçado às vezes.
Que olha ao redor e pensa, por que comigo?
Mas a sua história não acabou no momento mais difícil ela está sendo moldada ali.
Você não precisa ser forte o tempo todo.
Pode chorar. Pode parar. Pode recomeçar devagar.
Mas não desista.
Tem gente que ainda vai precisar ouvir sua história para não desistir da própria vida.
Tem gente que vai encontrar força no que você superou.
Só que, pra isso, você precisa atravessar essa fase não fugir dela.
Seja paciente com você mesmo.
Você não está atrasado, você está em reconstrução.
E mesmo quando você acha que ninguém está vendo…eu estou.
Deus

No Dia do Trabalho, eu celebro sem trabalhar e continuo sendo o funcionário do ano nessa função. A pátria-patrão me garante o auxílio mensal. Com ele, aposto nas loterias, buscando fortuna na sorte.


Benê Morais

Palavras
São cicatrizes
que contam histórias.
Letras,
apenas arabescos
de memórias.
Eu,um coração
num alfabeto sem direção.
Semeando dores e poesias
em versos grotescos
neste chão.

-Sabe porque sou tão ansiosa,amedrontada,
tensa e nervosa...?
Porque desde criança
tive que lidar
com coisas que fugiam
da competência
de alguém tão pequeno.

Andréa

Saudades...

Um colo era tudo que eu queria.
Apenas para te contar
como foi o meu dia.

Desabafar.
Chorar até esvaziar
essa solidão.

Depois, na calma do seu cheiro,
amando até os átomos
do que você é feito.

Minha peça de carbono,
minha kriptonita...

Eu vou me achar
em toques e beijos
até a poesia amanhecer.

Deixa eu me acabar em você.
É melhor do que viver
na tristeza de não poder te ter.



Andrea⁠

Caiu finalmente a minha ficha do quanto você é, tão e somente, um cara burro (...) E eu, finalmente, deixei de ter pena de mim por estar sem você e passei a ter pena de você por estar sem mim. Coitado!!!"

"Segundo estudos feitos por mim mesma. Eu preciso me distanciar de pessoas tóxicas para não denegrir minha imagem sensata."


─By Coelhinha

Ó mestre, eu permito que tu me persigas.
“Jesus, ó meu Mestre, meu Guia, minha dor amada… eu permito que Tu me persigas, se for na direção da Tua luz.”

Há corações que já não pedem consolo, pedem apenas sentido. E nesse instante sagrado, quando o Espírito se ajoelha diante do invisível, nasce a verdadeira prece aquela que não suplica por alívio, mas por permanência na Vontade Divina.

Há dores que não ferem, purificam. Há lágrimas que não denunciam fraqueza, mas lavam o que ainda é humano demais dentro de nós. Quando a alma pronuncia esse “eu permito”, ela não se entrega à fatalidade, mas à consciência daquilo que a move: o Amor que corrige, que chama, que transforma.

Não é a perseguição do castigo, é a perseguição da graça. O Mestre não vem para punir, vem para fazer de cada ferida um altar, de cada queda uma oportunidade de renascer. A perseguição de Jesus é o toque suave da Verdade que não desiste de nós, mesmo quando fugimos do espelho da própria consciência.

Quem assim se entrega já não busca milagres, busca entendimento. Já não deseja o conforto do corpo, mas o repouso da alma em Sua presença. É o instante em que o “eu” se dissolve e resta apenas o silêncio luminoso de quem ama sem pedir, de quem serve sem pesar, de quem sofre sem revolta.

E nessa entrega sem nome, sem forma e sem recompensa, a alma descobre que a dor, quando amada, deixa de ser dor. Torna-se caminho. Torna-se luz.

ESPELHO QUE SUSSURRA O AMANHÃ.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Do Livro: Do Meu Eu.

O pronunciamento na frase: " Exatamente! Bom seria se ao olharmos no espelho e o reflexo nos dissesse te vejo ainda amanhã. " invocamos um desejo antigo como a própria consciência o de que a alma encontre permanência dentro do próprio corpo. O espelho torna_se então uma fronteira silenciosa entre o que somos e o que tememos deixar de ser. Diante dele o rosto não é apenas rosto é memória condensada é promessa que tenta sobreviver ao esquecimento.

Há instantes em que o reflexo parece perguntar:
_ Quem és tu? Quando ninguém te observa e em outros murmura quase como confidência: _ Vejo-te cansado mas não vencido. Porém o que verdadeiramente nos comoveria seria ouvi-lo afirmar com ternura: _ Te vejo ainda amanhã como se reconhecesse em nós uma centelha que resiste apesar das sombras que recolhem nossos passos.

Amanhã é palavra que se curva ao tempo mas aqui assume outro significado torna se permanência íntima fidelidade a nós mesmos. O reflexo que promete reencontro não fala da matéria mas da lucidez do caráter da chama que não deseja se apagar. E assim contemplamos o vidro como quem se inclina diante de um oráculo discreto buscando nele não a vaidade mas a continuidade do espírito.

O espelho nos é sempre este guardião que nos recorda que não estamos fragmentados, que o nosso melhor não se perdeu na noite e que o nosso amanhã ainda nos espera com a dignidade de quem confia em nossa própria luz renovada. Pois quando a alma reconhece a si mesma nada lhe rouba o brilho da sua permanência sutil e inexaurível.

"Nosso capítulo acaba aqui, mas você vira poesia em mim pra sempre. Eu te amo mesmo na despedida. Cuida bem de você. Adeus."

Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!


Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!


Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!


E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!


E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!


E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!


E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!


Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!


E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.


E deixo aqui meu alerta!

Eu amei — e afirmo sem hesitação — amei com a inteireza de quem compreende que certos fenômenos da experiência humana não se submetem à trivial aritmética do tempo.
Dizem: acabou.
Permitam-me a devida vênia lógica — não acabou.
O que eventualmente se extingue é a configuração circunstancial do vínculo, jamais o fenômeno afetivo em sua inscrição psíquica profunda.
O amor, quando autêntico, não é evento episódico; é estrutura.
Não é mera contingência emocional; é ocorrência real, empiricamente verificável na consciência.
Pode cessar a convivência.
Pode dissolver-se a proximidade física.
Pode, inclusive, o silêncio ocupar o espaço outrora preenchido pela presença.
Mas o amor — o amor verdadeiro — não se submete à categoria vulgar do ‘foi’.
Porque aquilo que verdadeiramente é não se converte em nada por simples decurso temporal.
O que muitos chamam de fim é, na verdade, limitação perceptiva.
É incapacidade metodológica de distinguir entre a cessação do fenômeno relacional e a permanência da marca afetiva.
E aqui reside o ponto nevrálgico:
O amor constitui fenômeno real cuja projeção na consciência não apresenta, em si mesma, termo final intrínseco necessário.
Negá-lo é confundir transformação com inexistência.
É tomar a mutação da forma pela aniquilação da essência.
E isso — permitam-me a franqueza — não é rigor lógico.
É apenas imprecisão interpretativa.

Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.


A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.


Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”


Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.


Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.


O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.


Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.


A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:


que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?

As lembranças vão com o tempo,
elas voam, desaparecem,
as vezes sem eu notar
quando vou reparar nem consigo mais lembrar

É como as ondas do mar,
cada uma que vem é diferente da próxima
então assim, elas vão embora, sem passagem de voltar.

Espero que sejas feliz. E eu vou seguindo pagando meus pecados, e procurando algo que me faça sorrir...

PauloRockCesar

No campo de batalha pessoal está o meu eu que joga sujo e o outro eu que joga limpo...a única competição digna de minha atenção.

Sempre me colocaram no topo e eu quis descer de lá; quero viver a minha vida e não às expectativas dos outros.

Eu não posso te facilitar, diz o senhor: ao tomar escolhas difíceis, viverá experiências única em torno do caminho destinado, sua identidade, origens, a essência da consistência melhora na visão do plano elaborado, o mundo é vivo explorando as suas maravilhas.

Hum... Hum... Hum...!!!
Você me surpreende.
As vezes não me da prazer.
O que você quer que eu faça.

O sabor do vinho está na sua boca.
Você deita, eu participo de sua sedução.
Seu prazer, seu jogo.
Olhos fechados pra te pegar.

Onde quer que eu vá...
Seja longe ou perto.
Você esta perto de mim.
O que você quer que eu faça.

O sabor doce amargo do seu beijo.
Você me surpreende as vezes me da prazer.
Fico pensando em nós dois.
Você é assim um sonho para mim.

Quando a noite chegar.
Você fica comigo?
Se a lua for à única fonte de luz.
Não, eu não terei medo.
Apenas fica comigo.

Se o céu for cinza, não tenha medo.
Desabar e cair nos seus braços.
As montanhas caminham rumo ao mar.
Não, eu não vou derramar uma lágrima.
Apenas quando você ficar fique comigo?

Sempre que você estiver em apuros, fica por mim.
Ah! fique comigo?
Oh! Você não vai ficar agora?
Fique comigo?
Então vai embora!

Tem uma música dentro de mim
G
Que eu tento calar, mas não tem fim
Am
Ela cresce, me toma sem pedir
F
Quando eu vejo, já fez eu sentir
C
É chama viva, não dá pra esconder
G
É como um grito querendo viver
Am
Se eu me entrego, eu volto a ser
F G C
Tudo aquilo que eu nasci pra ser
Helaine machado