Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
Um Novo Dia Raiou.
Um novo de raiou
E eu pude contemplar,
as maravilhas de Deus;
ao ver o dia raiar.
Outros não puderam,
ver o dia amanhecer;
porque partiram desse mundo,
e não nada mais, irão ver.
Sou grato a Deus por tudo,
mesmo sem merecer; hoje estou aqui,
Senhor; para te engradecer.
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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA –
TONNY SOUZZA.
Um Novo Dia Raiou.
Um novo dia raiou,
E eu pude contemplar.
As maravilhas de Deus,
ao ver o dia raiar.
Muitos não puderam ver,
o dia amanhecer.
Porque partiram desse mundo e
outros não podem enxergar.
Sou grato a Deus por tudo:
Mesmo sem merecer.
Hoje estou aqui Senhor, para te engradecer.
Pela cura do câncer, pela queda; quando
da escada fui lançado.
Os teus anjos me protegeram; e não fiquei aleijado.
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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA
“Respirar pesa,
como se o ar tivesse memória.
E ainda assim eu fico,
carregando um silêncio
que só quer… paz.”
Tu olhas para mim e tiras as suas conclusões boas ou más da minha pessoa, eu estou nem aí 🤷♂️
Entendo o seu psicológico está em fase de crescimento 😌
O caboclo e o rio.
O meu pai é caboclo,
Caboclo eu também sou
Amazonas é minha vida
O meu caso de amor.
Esse rio é minha estrada
Que me leva pra lá e pra cá
Em suas águas barrentas
Eu preciso navegar.
Dele eu tiro o meu sustento
E sigo a dança da vida
Conforme o seu movimento.
Na vazante ou na enchente,
O majestoso Amazonas
Comanda a vida da gente.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Durante muito tempo em minha vida,
eu fui grito,
mas aprendi a usar o não dito,
o não falar,
o não precisar gritar.
Eu aprendi que não dizer
fala bem mais
que uma, duas, três palavras e meia, ditas ou escritas.
O silêncio é a extensão da fala,
e não perde nada quem também cala.
Nildinha Freitas
Eu amo Parintins
Eu amo Parintins
Isso não posso negar
Esse amor é infinito
E não dá pra explicar.
Tuas várzeas tem mais vida,
Tuas florestas tem flores,
Parintins, terra querida
Tuas festas tem mais cores.
Minha estrela fascinante
No meu céu a mais brilhante
Sempre vem me iluminar.
Eu te dou meu coração
O símbolo da minha paixão
Que não pára de pulsar.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
O que são palavras e títulos?
Se eu te convidasse para entrar em minha nave e te levasse para um novo planeta que atendesse a todas tuas necessidades existências e essenciais. Preferirias ainda assim seguir a cultura medieval de outro planeta?
Evoluir dói. Mudar processos incomodam pessoas acomodadas, evoluir processos mais ainda. Para pessoas muito rigidez pode ser quase insuportável.
Mas formas mais eficientes de promover uma realidade justa precisam de mudança.
Comportamentos de 1929 já se comprovarsm ineficientes.
O sistema precisa cuidar da experiência humana do onboarding ao offboard.
O trabalho humano já entregou o suficiente para que o essencial seja facilmente produzido e entregue na sua mesa. O acúmulo de riqueza justifica a mão de obra remanescente da adaptação de tecnologias e justa recompensa pela feitoria delas.
O humano não precisa que assinem um papel falando que ele pode construir uma casa com o próprio esforço deles. É uma grande oportunidade de processo para enriquecimento da cultura brasileira e patrimônio humano.
Vamos ampliar as cidades.
Casa para todos!
ADRENALINA
Eu necessito sentir o vento no rosto,
Enxergar nos lados o oposto,
Alterar o cotidiano.
Eu preciso olhar ângulos diferentes
Da mesma rotina da gente
Que a gente passa e não observa nada,
Só o caminho singelo e turvo.
Eu gosto de criar expectativas,
De fugir da monotonia.
De lidar com a correria
E esperar nada mais nada menos
Que qualquer imprevisto reacional.
Eu prefiro agir, mas reagir é bom também.
A mente se assusta,
O coração pulsa e acelera.
Até palpita, a pálpebra se agita,
Os pelos se arrepiam
E o corpo amolece. É fenomenal.
Eu gosto do risco
No papel e na vida;
Gosto das sensações repentinas
Que dão medo e não fazem mal.
Disseram-me uma vez:
Aquele que tudo sabe,
Na verdade, não sabe nada.
Deleito-me em sua fala
E o pouco que sei
Me encantam as coisas do mundo.
Não terei tempo para toda experimentação.
Tenho que ser ligeiro.
Eu gosto do incerto, de certo pensar
Em que não uso a razão.
Eu prefiro a emoção instável
Da minha mente inabalável
Que pode até sofrer,
Mas sabe que se segue de qualquer jeito,
Que não importa o efeito,
Tudo causa reação.
Eu gosto da adrenalina.
Talvez esteja na minha sina
Esse desejo louco de querer sentir
Sempre qualquer emoção.
AGITAÇÃO
Calmaria insana que me enche a mente
De coisas eloquentes que eu não quero pensar.
Agitação é o que eu desejo.
Se parado, fico preso
Com o tempo ocioso que não para de passar
E de nada me adianta ter tempo e não esperança,
Ser adulto e não ser criança,
Ter dinheiro e não brincar.
De nada me adianta ter sonhos e não vontade,
Trabalhar só por necessidade.
De qualquer jeito eu vou cansar.
Que eu me canse sendo eu;
Que eu leve a vida me arriscando;
Que mesmo perdendo e chorando
Eu consiga me recuperar.
Não largo a vida por promessas.
Quem vive de verdade tem pressa
E luta para ser feliz
Porque, no fundo, essa é a meta.
O resto a gente inventa;
Se der certo, se contenta
E se reinventa, caso errar.
Mas eu gosto mesmo é da agitação
Que completa meu coração
E me dá um sentido de existir.
Seguir, seguir e seguir
Filho do Norte
Vou navegar na história
Nas águas do rio Amazonas
Esse lugar que eu amo
Nação de bravos guerreiros
Povos nativos, povo brasileiro.
Apurinã, Atroari, Tupinambá,
Parintintin, Mundurukú, Kaxinawá,
Kanamari, Baré, Sateré-Mawé.
Minha terra ancestral
Teus filhos viviam dessa natureza
Os rios e as matas eram sua riqueza
Teu canto de lendas te eternizou
A tua lembrança, meu sonho de amor.
O tempo revela a tua herança
A cultura cabocla eu vou preservar
Eu vivo da mata, eu sou farinheiro,
Eu sou ribeirinho, eu sou pescador,
Caboclo guerreiro, eu sou vencedor.
Sou amazonense,
O meu sangue é tupi
O meu canto é mais forte
Eu sou filho do norte,
Meu lugar é aqui.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Faço escolhas certas e erradas.
Talvez eu distorça o trajeto,
Talvez aumente ou encurte a jornada.
O que importa é a vida.
E como ela é levada!
A DOR QUE EU CRIAVA
Por onde olho, vejo o mundo
No espelho refletindo minh’alma
E descrevo sem cortejos:
O que o íntimo do meu ser esbravejava
Era um buraco escuro.
Um palmo de distância separava
Meu corpo do paredão aceso
Que em fogo chamejava.
O que me deixava confuso
Era a incoerência de como ocorria,
Pois, se escuro estava,
Meus olhos não viam,
Mas meu corpo na dor sentia
E sofria a dor que era só minha,
A dor que eu mesmo criava.
Pena que a gente não escolhe
Com quem iremos conviver.
Ainda bem que o mundo é livre,
Junta pessoas para aprender
A dividir o tempo todo
E relacionar-se mesmo sem vontade
Pois, além da nossa compreensão,
Existe um ser divindade.
Filho do Boto
Eu sou filho do Boto
Do Boto eu vim
O meu sangue é de guerreiro
Guerreiro parintintin.
Dos meus desafios
Nunca vou desistir
Pois, cada um deles
Me trouxeram aqui.
Andei de canoa no igarapé,
Na longa estrada
Também fui a pé.
Não temo o banzeiro,
Eu sou filho do Boto
Caboclo matreiro.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
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