Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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Enviar trechos bíblicos para mim é como enviar pornografia para um senhor de 96 anos: eu lembro daquilo, já gostei, mas não provoca nenhuma reação mais em mim há muito tempo.

⁠Antes que eu possa pregar o amor, a misericórdia e a graça; tenho que pregar o pecado, a lei e o juízo final.

A verdade é que desde sempre foi complicado entender o que eu sinto, mas eu sempre tentei descrever em palavras para que, quem sabe alguém mais ou menos desocupado do que eu, pudesse entender por mim. A vida bateu na minha cara, muitos dias seguidos, sem poesia nenhuma que era pra me deixar sem vontade alguma de abrir os olhos. Só que os olhos são meus e cabe a mim saber até onde é bom enxergar, mesmo que sejam só coisas ruins que não vão me dar o sorrisinho que eu tenho que carregar todas as manhãs. Assim como tudo na vida, amores e amigos vêm e vão e, fico aqui perguntando baixinho, quem sou eu então pra decidir que os meus não deveriam ir? Não adianta mais prometer que será pra sempre. Eu não quero promessas. Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos. Eu não quero dor. Eu não quero olhar no espelho e ver você escorrer, manchando minha maquiagem. É pelo medo de cair de novo que meus joelhos tremem. Eu quero, no mínimo uma garantia. E eu só preciso me desfocar do sonho que me deixa míope e enxergar além, ou melhor: enxergar o que está na minha cara. Antes de dormir rezei, pedi a Deus que perdoe tanta ingratidão de minha parte, por não enxergar tudo de bom que a vida me oferece, e continuar aqui me lamentando e fazendo tudo por você.

Trabalho, corro atrás, o que Deus traz eu digo amém. Rico é o cara que com pouco vive bem.

"Eu quero uma coisa constante, eu quero você comigo. Eu queria que esses meus dois quereres entrassem em acordo."

Eles não podem me assustar,
se eu assustar eles primeiro.

Eu sou essa pessoa a quem o vento chama,
a que não se recusa a esse final convite,
em máquinas de adeus,sem tentação de volta.

Todo horizonte é um vasto sopro de incerteza:
Eu sou essa pessoa a quem o vento leva:
já de horizontes libertada,mas sozinha.

Se a Beleza sonhada é maior que a vivente,
dizei-me: não quereis ou não sabeis ser sonho ?
Eu sou essa pessoa a quem o vento rasga.

Pelos mundos do vento em meus cílios guardadas
vão as medidas que separam os abraços.
Eu sou essa pessoa a quem o vento ensina:

Agora és livre,se ainda recordas

(Solombra, p. 794)

Pessoas se afastam por tão pouco. Às vezes por bobagem, por orgulho de pedir desculpa, dizer eu errei… Nossa vida é tão rápida para perder com bobagem. Um dia vamos ver que estamos velhos e perdoamos muitas coisas por não falar, me desculpe. Então vamos fazer as coisas sem medo de errar. Porque tem uma palavra que, falada sinceramente, muda tudo: me desculpe!

Eu vou deixar pra lá, fingir que esqueci, agir como se não importasse. O que é verdadeiro volta. E quem tem que ficar, fica.

No momento, eu sei que não valho a pena
Se me der um tempo, eu consigo melhorar
Me dê um tempo enquanto eu melhoro
Está perdendo a paciência, garota, e eu não te culpo
A Terra está em rotação, você está me esperando

Eu fiz meu próprio caminho e meu caminho me fez. Não é qualquer dinheirinho que vai tirar a lucidez que eu carrego na mente, tio. Segunda chance é só no videogame. Então é bom ficar ligeiro, viu...

Eu não faço a menor idéia do que vejo em você, mas também não faço idéia do que não vejo. Eu posso dar para um cara mais gostoso, como de fato já fiz milhares de vezes. Mas por alguma razão prefiro suas piadas velhas e seu jeito homem de ser. Você é um idiota, uma criança, um bobo alegre, um deslumbrado, um chato. Mas você é homem. E talvez seja só por isso que eu ainda te aguente: você pode ter todos os defeitos do mundo, mais ainda é melhor do que o resto do mundo.

Porque eu também sinto medo, e haverá a morte um dia. A vida é apenas uma ponte entre dois nadas e tenho pressa.

Antes de beijar uma garota, eu abraço ela forte para deixar claro que minhas intenções são puras!

Eu não posso prever o futuro. Não tenho bola de cristal e não sei ler mãos. Mas eu te garanto que eu sempre vou estar aqui. Te amando, te cuidando, te querendo. Pra sempre.

Não estou solteira, estou sozinha. Solteira é quem procura alguém, eu não procuro ninguém.

“Eu não tenho certeza de como colocar em palavras... É só quando eu ouço você dizendo essas asneiras de carregar tudo em suas costas eu meio que... Sinto a dor também. Não tem como eu ignorar isso!!”

Não sei muito bem com qual propósito você entrou em minha vida, eu só sei que você a mudou.

Eu vi minha vida ramificando-se diante de mim como a figueira verde da história.
Na ponta de cada galho, como um figo gordo e roxo, um futuro maravilhoso acenava e piscava. Um figo era um marido, um lar feliz e filhos, outro era uma poetisa famosa e consagrada, outro era uma professora brilhante, outro era a Europa, a África e a América do Sul, outro era Constantino e Sócrates e Átila e outros vários amantes com nomes exóticos e profissões excêntricas, outro ainda era uma campeã olímpica. E, acima de tais figos, havia muitos outros. Eu não conseguia prosseguir. Encontrei-me sentada na forquilha da figueira, morrendo de fome, só porque não conseguia optar entre um dos figos. Eu gostaria de devorar a todos, mas escolher um significava perder todos os outros. Talvez querer tudo signifique não querer nada. Então, enquanto eu permanecia sentada, incapaz de optar, os figos começaram a murchar e escurecer e, um por um, despencar aos meus pés.

Sylvia Plath
The Bell Jar. New York: Bantam Books, 1972.

Eu tenho duas regras
1° Eu nunca erro
2° Se eu errar eu volto para a primeira regra