Me Decepcionei mais Nao quero Magoas
O Crime Organizado costuma ser mais previsível que muitos Líderes Religiosos que se ajoelham diante da política.
E talvez seja exatamente aí que mora o perigo: na previsibilidade do perverso e na imprevisibilidade dos que deveriam ser farol.
Quando o crime se apresenta, já sabemos o que esperar — sua brutalidade não promete virtudes, nem esconde seus métodos.
Ainda que precipitado nos infortúnios da própria escuridão, ele consegue ser até mais honesto do que quem tem agenda oculta para cumprir.
Mas quando a fé, aquela que deveria ser abrigo, se confunde com palanque;
quando o altar, aquele que deveria ser refúgio, vira plataforma;
quando a palavra sagrada, que deveria orientar consciências, começa a servir a conveniências… passa a ser usada para se esconder, aparecer e se promover,
então a confusão deixa de ser acidente e se torna estratégia.
A fé não é o problema.
O problema é quando ela é sequestrada por ambições.
Quando mãos que deveriam erguer feridos, erguem partidos.
E quando vozes que deveriam consolar, inflamam disputas.
Quando líderes que deveriam curar feridas, as utilizam como moeda política.
E, por ironia muito amarga, enquanto o crime mantém sua lógica previsível — tão trágica quanto constante — a espiritualidade distorcida por interesses se torna um território nebuloso, onde o risco não é apenas o engano, mas a perda do discernimento coletivo.
Porque quando quem deveria apontar o caminho se ajoelha diante do poder, os que com ele caminham é que se perdem.
Com tantas “lideranças religiosas” mais preocupadas em fazer política do que evangelizar, tomara que ninguém espere encontrar toda essa permissividade escatológica lá no céu.
Quase sempre mais empenhadas em conquistar palanques do que corações, é natural que alguns confundam fé com estratégia e altar com palco.
Mas o risco maior não está apenas no que se faz aqui, e sim no que se passa a acreditar: que a permissividade, a manipulação e o jogo de interesses poderiam ter algum espaço no céu.
O céu — seja entendido como metáfora de transcendência ou esperança — não se molda aos desvios humanos.
Ele não precisa de campanhas, slogans ou acordos.
Ali não se barganha silêncios, não se negocia salvação e nem se legitima vaidade em nome de Deus.
Tomara mesmo que ninguém espere encontrar lá a mesma mistura de poder e conveniência que alguns apaixonados cultivam cá.
Que a expectativa do sagrado permaneça alta o bastante para nos lembrar que espiritualidade não se mede por seguidores, mas por verdade; não por palanque, mas por compaixão; não por permissividade, mas por integridade.
E que, diante de tantas distorções e adequações, ainda caiba em nós o desejo de uma fé que não se deixa contaminar — e de um céu que não se pareça, nem de longe, com os arranjos terrenos.
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.
Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.
E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.
No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!
Talvez a conversão mais urgente e necessária seja parar de usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.
Porque, quando a fé vira biombo, a devoção perde o brilho — e o sagrado perde o silêncio que o protege.
Há os que invocam Deus como quem veste uma fantasia: para parecer maior, mais puro e muito mais certo do que realmente é.
Mas Deus não é disfarce.
Não é medalha para pendurar no peito de quem busca aplausos.
Nem é escudo para fugir de críticas, nem trampolim para saltos de vaidade.
Usar o nome d’Ele como vitrine é profanar o altar que deveria moldar o coração.
E talvez seja por isso que tantas palavras ditas em Seu Santo nome soam tão ocas: porque não nasceram do arrependimento, mas da autopromoção.
A fé verdadeira não chama atenção — chama responsabilidade.
Não ergue palcos — ergue consciência.
Nem vende imagem — transforma caráter.
E O Caminho, a Verdade e a Vida — deve estar muito "Entristecido" com a romantização dos atalhos, das mentiras e das mortes — descaradamente defendida, e até praticada — por inescrupulosos que insistem em usar seu Santo Nome.
Talvez a dor mais silenciosa do Sagrado seja ver Sua mensagem, feita para libertar, transformada em arma para manipular.
Ver mãos que deveriam curar, apontarem dedos.
Vozes que deveriam consolar, retroalimentar discurso de ódio.
Ver corações que deveriam ser moldados pela misericórdia — se tornarem instrumentos de Ambição, Vaidade e Poder.
Enquanto isso,
O Caminho segue ignorado por quem prefere atalhos;
A Verdade, torcida por quem lucra com mentiras;
E a Vida, reduzida por quem abraça a morte — de reputações, de esperanças, de dignidades…
Sequestrar a mente humana não é tão difícil, mas o sagrado não se deixa sequestrar.
O Cristo não vira cúmplice só porque O invocam em vão.
E a fé continua sendo o que sempre foi:
um convite para viver o que se prega,
não um salvo-conduto para quem apenas prega o que não vive.
Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão execrável quanto a que se apodera da fé religiosa.
Qualquer político-influencer pode até acreditar que seus “asseclas mais apaixonados” sejam tão idiotas quanto ele.
A arrogância — especialmente a que se traja de bravura — costuma precisar desse autoengano para sobreviver.
O que não lhe cabe, jamais, é estender tão medonho juízo de valor a todo um povo.
O povo não é rebanho permanente, nem plateia cativa de narrativas requentadas.
Ele erra, sim, — mas também aprende, desperta, compara e aprende a cobrar.
Subestimá-lo é confissão de covardia: medo da lucidez alheia, temor do dia em que o encantamento se rompe e a máscara cai.
No fim, quem trata o povo como idiota útil, revela menos sobre o povo e muito mais sobre a própria pequenez.
E, como são pequenos os políticos-influencers, e qualquer da vida pública, que fingem zelar pelo povo, produzindo conteúdos fragmentados.
Talvez um dos fenômenos globais mais proeminentes — e perigosos — da atualidade seja a reinvenção da velha arte de dividir.
A polarização se atualizou, ganhou verniz tecnológico, novas linguagens e plataformas, só para redescobrir, com atraso, mais do que trágico, o preço da humanidade.
E a lógica do “nós contra eles” nunca foi gratuita.
Para que ela se sustente, é preciso mais do que slogans e inimigos fabricados: exige mentes disponíveis.
Algumas são alugadas por conveniência, outras vendidas por desespero, ambição ou fé cega.
No mercado das manipulações, o contrato é raramente lido, mas quase sempre cobrado.
O aluguel se paga com verdades fabricadas, recortadas e maquiadas até parecerem legítimas.
A compra, essa, exige a medonha moeda corrente: poder, visibilidade, likes, pertencimento, proteção, cargos ou silêncio cúmplice.
E quanto mais cara a consciência, mais sofisticada a narrativa que a embala.
Não é tão difícil sequestrar uma mente humana.
Basta oferecer uma certeza confortável, um culpado conveniente e a ilusão de pertencimento.
Difícil mesmo — quase impossível — é alugar a cabeça da maioria de um povo sem antes comprar algumas.
São essas poucas cabeças vendidas que legitimam o coro, afinam o discurso e tornam a manipulação socialmente aceitável.
Os inquilinos da manipulação certamente não movimentam somente as moedas simbólicas.
Narrativas também têm lastro.
Quando a mentira se sustenta por tempo demais, alguém está financiando sua permanência — seja com dinheiro, seja com influência, seja com o sacrifício deliberado da verdade.
E, no fim, quando tudo parece ruído, polarização e caos espontâneo, resta a constatação mais incômoda: não se trata somente de mentes enganadas.
Trata-se de consciências negociadas.
Porque enquanto alguns alugam suas cabeças por ignorância transitória, outros as vendem com escritura registrada.
E alguém — invariavelmente — está se vendendo.
Há, porém, uma dobra ainda muito mais sutil nesse tecido: muitas verdades fabricadas deixam de ser só mentiras bem contadas para se tornarem verdades funcionais, dependendo de quem as defenda.
Não é o fato que as sustenta, mas o lugar de onde são proclamadas.
Quando a narrativa vem amparada por carisma, poder, fé ou pertencimento, ela dispensa provas.
A autoridade simbólica substitui a realidade, e a repetição apaixonada ocupa o espaço onde antes morava a dúvida.
A mentira, então, não precisa convencer — basta circular.
Mas o mundo apaixonado não percebe isso porque a paixão suspende o pensamento crítico.
Troca-se a pergunta pelo aplauso, a escuta pela defesa, a busca da verdade pela necessidade de vencer.
A verdade deixa de ser algo a ser descoberto para ser algo sob proteção — mesmo quando é frágil, contraditória ou vazia.
Há conforto nessa entrega.
Pensar exige risco.
E pode custar o grupo, a identidade, o rótulo, o abrigo emocional.
A paixão, ao contrário, oferece chão firme, ainda que falso, e a tranquilidade de não precisar rever nada.
Por isso, verdades fabricadas prosperam melhor em tempos de devoção do que em tempos de reflexão.
Elas não exigem coerência, exigem lealdade.
Não mendigam compreensão, mas repetição.
E talvez o mais perturbador não seja que muitos não percebam esse mecanismo — mas que alguns percebam… e ainda assim, escolham permanecer apaixonados, defendendo com fervor aquilo que jamais ousaram examinar.
A polarização é trevosa!
Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.
Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…
Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!
Ele sempre está agindo!
Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!
Talvez seja muito mais fácil lidar com o barulho de quaisquer doenças permitidas por Deus do que com o barulho apressado das suas propagações.
Lidar com o peso silencioso de um diagnóstico permitido por Deus é tão pavoroso quanto lidar com o estrondo apressado dos que o espalham.
Uma enfermidade jamais alcançaria um filho de Deus sem a autorização d'Ele, mas o “disse me disse” — é escolha humana.
E a dor, esta, quando chega, costuma pedir recolhimento, tempo e respeito.
Ela ensina a alma a caminhar devagar, a ouvir o próprio coração e a buscar sentido onde o ruído não alcança.
Já o barulho da divulgação precipitada não cura, não consola e não edifica — apenas expõe, rotula, espalha o caos e multiplica feridas.
Há sofrimentos que são sagrados demais para virar assunto, estatística ou opinião.
Deus, em Sua permissão, conhece a medida exata do fardo que cada um pode carregar; as pessoas, em sua pressa, conhecem raramente a medida do silêncio necessário.
Entre o diagnóstico e a esperança, existe um santuário de silêncios onde só cabem a misericórdia, a oração e o cuidado.
Talvez o verdadeiro amor não esteja em falar rápido, mas em calar na hora certa.
Porque há dores que Deus confia ao coração… e há barulhos que o mundo faz sem jamais ter sido autorizado a fazê-lo.
Em que pese a fome apressada de informações, interesse e curiosidade coexistem, mas gritantemente se diferem.
Enquanto a curiosidade chega metendo os pés na porta, o interesse se oferece para trabalhar o caos nos cômodos que se apresentam.
Que nenhum diagnóstico se confunda com sentença, nem a informação com a exposição!
Amém!
Ser idoso é poder aproveitar a vida com mais calma e tranquilidade, depois de uma fase cheia de movimento e esforço para garantir o bem-estar da família. Assim, no futuro, é possível viver com mais paz e sossego
Ser idoso é um privilégio, pois muitos idosos lutaram para que as gerações mais jovens tenham uma vida mais saudável.
Os meus olhos, através do meu coração, estão aprendendo a realidade, que você é uma das pessoas mais belas do mundo, a mais bela para mim - Amor Verdadeiro é assim, ele não nos engana como paixões, ele abre os nossos olhos de uma maneira nova, que nos faz sentir e ver além...
TUDO DE CUSCUZ.
No nordeste aqui é luxo
é a mais nobre iguaria
é quem rega o cartucho
que dá força a cada dia
pra aguentar esse repuxo
coloque cuscuz no bucho
e recarregue a bateria.
O que mais tem no Brasil é Rei: Rei do Azulejo, Rei do pastel, Rei da pizza, Rei do espetinho, Rei do queijo, Rei do cobertor. É tanto Rei que ja vi do pé-de-frango. Parece que tem mais Reis do que súditos.
A mais potente arma na mão do agricultor é a sua capacidade de produção de alimentos para a sociedade.
Mensagem Especial 31 de Dezembro 2025
A saudade é a forma mais silenciosa e profunda do amor permanecer. Ela nasce do que foi verdadeiro, cresce na memória e se transforma em oração. Mesmo quando os olhos não veem, o coração reconhece que os laços criados pelo amor não se rompem, apenas se transformam.
A família permanece unida não apenas pela presença, mas pelo amor que atravessa o tempo, a distância e o silêncio. Em Deus, seguimos ligados pela fé e pela esperança de um reencontro, no tempo certo, no lugar de luz que Ele preparou.
Que a saudade seja acolhida com ternura, que a fé fortaleça o coração e que a certeza do amor eterno traga paz. O amor que une uma família nunca se perde, ele apenas aguarda o dia do reencontro.
Que Deus conforte, envolva e sustente cada coração.
Com carinho ❤
Geórgia Palermo
🤍
Quantas oportunidades você acredita que terá para viver oque você mais deseja na vida!?
Provavelmente apenas uma;
E se você ainda não sabe oque quer da vida!
É bem provável que você esteja desperdiçando chances para chegar na grande oportunidade da sua vida.
Porque a vida nos oferece inúmeras chances, mas oportunidades extraordinárias para viver coisas extraordinárias!?
São apenas uma.
Incrível como nos dias chuvosos e nublados o sentimento é mais intenso. Mas quem dera se esse sentimento fosse apenas de amor profundo e sem saudade. Mais um dia se passou desde que terminamos e parece que sempre vou lembrar de você. Eu não posso mentir para mim mesma que eu não te amo mais, porque já faz um bom tempo que não te vejo e tudo que sei no momento, é que não sei viver sem amar você. Me explica o que eu fiz de tão errado? Foi porque nossos planos não eram combinados? Eu abriria mão de muita coisa por você, ou no mínimo, adaptaria minha vida para viver sempre com você. Mas dessa vez não vou correr atras porque não tenha mais condições de sofrer por você. Talvez, nós temos que assumir que nenhum de nós conseguiu sustentar este relacionamento. Quantas vezes terminamos, mas o amor era mais intenso e voltamos? Porém dessa vez eu tenho certeza que é diferente, e está sendo tão difícil assumir isso...mas é a verdade. Talvez um dia eu te encontre novamente e quem sabe a gente consegue algo bom outra vez.
Meu bem, eu queria ter te conhecido antes, porque você realmente trouxe mais cor e alegria para minha vida. Eu sei exatamente o quando tudo era superficial, cinza e mais difícil quando você ainda não estava aqui. Mas de qualquer forma, agradeço a vida por ter me dado o privilégio de ter conhecido você. Eu realmente devo ter feito algo bom para ganhar o seu amor. A sorte realmente me pegou.
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