Me Decepcionei mais Nao quero Magoas

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Não hás-de apreciar a pessoa pela aparência, mas pela função. Pondera o exercício da sua função e reconhece a sua dignidade.

Breve o Dia

Breve o dia, breve o ano, breve tudo.
Não tarda nada sermos.
Isto, pensado, me de a mente absorve
Todos mais pensamentos.
O mesmo breve ser da mágoa pesa-me,
Que, inda que mágoa, é vida.

Não existe nenhuma regra útil sem uma exceção.

O mundo não se pode sustentar sem injustiça.

Desconfia que a ambição não seja a cobertura do orgulho e que a modéstia não seja senão um pretexto para a preguiça.

Satisfação não é tanto conseguir o que você quer, como querer o que você tem.

Não se pode imaginar uma cor, fora das cores do espectro solar. Não se pode ouvir um som, fora da nossa escala auditiva. Não se pode pensar, fora das possibilidades da língua em que se pensa.

Você não pode subestimar o poder do medo.

Ao adotares uma resolução, considera os resultados e não as dificuldades.

Aquele que não tem um objetivo, raramente sente prazer em qualquer empreendimento.

O livro é igual ao samba: pode até agonizar, mas não morre.

Geraldo Carneiro

Nota: Trecho de uma entrevista feita em março de 2009, ao Toada.

Não penso que as ondas de rádio que descobri vão ter alguma aplicação prática.

Não regue suas ervas daninhas.

Poucas coisas nessa vida são mais importantes do que honrar pai e mãe! E aquilo que é mais importante seus pais é que vão te ensinar!

Inserida por antonio_alves_5

Antes de você abrir os olhos, o mundo se fechou. Algumas palavras até sumiram, os poemas mais tristes parecem ter evaporado na escuridão: aquela tela negra, sem moldura, exposta na galeria infinita e inalcançável: o céu. As estrelas precisaram se apagar e ficaram imóveis, estáticas, como se admirassem algo mais brilhante do que elas: você sonhando, por exemplo. As últimas folhas se desprenderam delicadamente dos últimos galhos das últimas árvores coloridas: o outono acabou de acabar: nenhuma outra estação quis aflorar. Nem a primavera, que combinava tão bem com a poesia da sua fala tão delicada. Nem o verão, que aquecia tão bem suas mãos tão frias. Nem o inverno, que congelava cada eu te amo pronunciado pelos seus lábios finos no tempo, na neve, em nós. E os olhos que apareciam no final dos meus sonhos mais confusos, eram seus. Tenho certeza. Não absoluta. Mas tenho certeza. Eles formavam duas luas cheias, circulares: símbolo da eternidade. Sim, a eternidade nasce e morre todos os dias em você. Ela precisa da sua doçura, quase maternal, para acontecer para sempre. Eram duas luas negras: talvez de planetas que nem existem mais, ou que nunca existiram, e que qualquer poeta criaria, ou recriaria, só para vê-los decorando a imensidão do céu ou condecorando a pequenez do mundo diante da grandeza dos seus olhos. E lá de dentro, posso enfim observar a beleza da vida: da morte: as dores nunca sentidas: os sentimentos mais dolorosos. E ainda assim, eles riem. Sim. Sem dentes, sem lábios, sem motivos. Eles riem. E quando sua gargalhada escapa da traqueia, o canto dos seus olhos dobra e forma pequenas rugas: pequenos caminhos: atalhos. Como se seu sorriso quisesse escapar da cadeia das suas pálpebras, que preservam encantos que você não mostrará a ninguém. É segredo. É mistério. É seu. É silêncio.

Inserida por andriellybazante

É ilusório a sensação de escrever algo, que, por mais estando protegido pelos limites da computação, não esteja alcançável ao limite humano. O computador querer ser maior que o humano é como se o humano queira ser maior que Deus. (e se existe, é estúpido pensar que não haja algo maior que ele, nem algo menor que nós)

Inserida por Popoff

Eu pensei que a coisa mais importante na vida fosse fazer boas escolhas e seguir o caminho certo, mas agora entendi que os caminhos precisam ser construídos. Quero construir outro caminho pra minha vida. Eu adoraria que você fizesse parte dele.

Inserida por pensador

Quanto mais se pensa, menos se sabe sobre tudo. Dúvidas surgem, mas talvez a resposta esteja ironicamente em não responder.

Inserida por SB263

⁠As cidades gêmeas de Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, é o mais emblemático e fascinante exemplo de desenvolvimento sócio-histórico e cultural na região fronteiriça.

Essas cidades, separadas apenas por uma linha imaginária, compartilham uma rica diversidade de povos vindos de várias partes do Brasil e do mundo, criando um mosaico cultural único.

A mistura de culturas é evidente na gastronomia local, onde pratos brasileiros e paraguaios se encontram, resultando em uma culinária rica e variada.

Além disso, a diversidade religiosa é marcante, com igrejas, templos e centros de diferentes denominações convivendo harmoniosamente. Essa convivência pacífica é um testemunho das lutas e superações que a região enfrentou ao longo dos anos.

A história dessas cidades é repleta de conquistas e desafios. Desde a sua fundação, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero têm sido palco de importantes eventos históricos que moldaram a identidade local. As lendas e histórias locais se entrelaçam com o cotidiano do povo, criando um ambiente onde o passado e o presente coexistem de maneira única.

A riqueza cultural também se manifesta nas artes, com poesias e versos que capturam a essência da vida na fronteira. Figuras ilustres e anônimas, cada uma com suas próprias histórias de vitórias e derrotas, contribuem para o tecido social vibrante dessas cidades.

A região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero se torna um é um portal único no espaço e no tempo, pois várias culturas se encontram transformando-se e criando desta maneira uma identidade única e rica em diversidade.

Inserida por yhuldsbueno

⁠Todos nós morremos, certo? Alguns morrem mais cedo, de uma forma mais demorada e dolorosa.

Inserida por pensador