Me Apaixonei por Voce muito Rapido
A verdadeira liberdade financeira
não começa quando você TEM muito dinheiro, mas sim quando NÃO deve
nada a ninguém.
(1 Coríntios 13:8 -NT).
Manifestação com Propósito
Durante muito tempo, eu acreditei que manifestar significava conquistar: alcançar metas, obter reconhecimento, acumular resultados visíveis. Mas, ao longo da minha própria jornada, compreendi algo essencial — a verdadeira força da criação não nasce do ego, mas do alinhamento entre quem eu sou, o que desejo e o impacto que gero no mundo.
Manifestar com propósito é ir além do material. Não porque o material seja errado, mas porque ele é insuficiente quando não está conectado a um sentido maior. Carros, cargos e conquistas perdem força quando não dialogam com a missão de vida. O propósito atua como uma bússola interna: ele organiza escolhas, sustenta a persistência e dá coerência às ações mesmo quando os resultados ainda não são visíveis.
Percebi que meus desejos se tornaram mais potentes quando deixaram de ser apenas pessoais. Quando aquilo que eu buscava passou a tocar outras vidas, algo mudou na dinâmica da criação. Existe uma sinergia poderosa quando o desejo individual se une à intenção de contribuir. É como se a energia deixasse de ser dispersa e se tornasse direcionada. Não é magia — é coerência.
Vi isso claramente em histórias ao meu redor. Pessoas que buscavam sucesso, mas só encontraram verdadeira expansão quando alinharam suas habilidades a uma causa. Quando o “quero vencer” se transformou em “quero servir através do que faço”, o crescimento deixou de ser forçado e passou a ser sustentado. O sucesso, nesses casos, tornou-se consequência, não obsessão.
Passei então a mapear meus próprios desejos. Perguntei a mim mesma, com honestidade: como isso que eu quero melhora o mundo ao meu redor? Nem sempre a resposta veio pronta. Às vezes, veio em forma de desconforto. Outras vezes, como silêncio. Mas foi nesse processo que encontrei clareza.
Escrever tornou-se uma ferramenta fundamental. Ao colocar pensamentos no papel, padrões começaram a surgir. Descobri que muitos desejos não eram meus — eram expectativas herdadas, pressões sociais, metas emprestadas. Questioná-los gerou medo. E entendi: o medo não era sinal de erro, mas de crescimento. Sempre que mudei de direção de forma consciente, atravessei um período de instabilidade antes da expansão.
A conexão com meus valores foi o que me ancorou. Amor, empatia, liberdade, verdade — quando minhas escolhas estavam alinhadas com esses princípios, o corpo relaxava, a mente clareava e o caminho se tornava evidente. Vi isso refletido também em projetos e negócios: quando um sonho nasce conectado a valores reais, ele se transforma em abrigo, ponto de encontro, espaço de pertencimento.
Manifestar, para mim, deixou de ser um ato de pedir ao universo e passou a ser um compromisso diário de coerência. Uma escuta constante entre intenção, ação e impacto. Quando valores e aspirações caminham juntos, cria-se uma harmonia interna — uma espécie de melodia silenciosa que sustenta decisões e fortalece a capacidade de gerar mudanças duradouras.
Resumo da lição: a manifestação se torna um verdadeiro milagre quando eu deixo de perguntar “o que eu posso ganhar?” e começo a perguntar “como o meu sonho pode servir ao mundo?”. É nesse ponto que o desejo amadurece, a ação se fortalece e a criação encontra propósito.
A escrita foi o primeiro lugar onde consegui existir sem precisar me explicar.
Muito antes dos livros, dos projetos, das entrevistas, da comunicação profissional ou da construção pública da minha trajetória, existia apenas uma menina tentando encontrar uma forma silenciosa de permanecer inteira dentro de si mesma.
Eu comecei a escrever muito cedo.
Tão cedo que, durante muito tempo, nem percebi que aquilo tinha nome.
Enquanto algumas crianças aprendiam a falar sobre o que sentiam, eu observava.
Observava os silêncios das pessoas.
Os desconfortos escondidos atrás de respostas rápidas.
As mudanças sutis de comportamento.
Os olhares cansados.
As emoções interrompidas no meio da frase.
Desde pequena, eu sentia o mundo de forma intensa demais para caber apenas na superfície das conversas comuns.
E talvez tenha sido exatamente por isso que a escrita apareceu tão cedo na minha vida.
Ela não surgiu como escolha estética.
Surgiu como necessidade emocional.
Escrever era a maneira que eu encontrava de organizar aquilo que ainda não sabia explicar.
Enquanto o mundo seguia rápido do lado de fora, eu escrevia para desacelerar o que acontecia dentro de mim.
E naquele espaço silencioso entre pensamento e palavra, algo começava lentamente a fazer sentido.
A escrita foi o primeiro lugar onde não precisei simplificar minha percepção para caber no ritmo das outras pessoas.
Porque existem experiências humanas que não conseguem nascer completamente na fala.
Alguns sentimentos precisam de pausa.
Precisam de tempo.
Precisam atravessar silêncio antes de virarem linguagem.
E foi escrevendo que comecei a entender algo que me acompanha até hoje:
nem toda comunicação acontece através da voz.
Algumas das conexões mais profundas da vida acontecem quando alguém finalmente encontra palavras para sentimentos que carregou sozinho por anos.
Talvez por isso eu nunca tenha conseguido escrever de maneira superficial.
Para mim, palavras nunca foram apenas ferramentas.
Elas sempre carregaram presença.
Cada frase que escrevo nasce primeiro da observação humana.
Da escuta.
Da tentativa de compreender aquilo que geralmente passa despercebido nas pessoas.
Porque eu sempre senti que existiam dores muito silenciosas escondidas dentro de pessoas aparentemente funcionais.
Existiam mulheres cansadas sendo chamadas apenas de fortes.
Existiam crianças tentando sobreviver emocionalmente enquanto ainda aprendiam a existir socialmente.
Existiam pessoas sorrindo em ambientes onde já estavam emocionalmente ausentes há muito tempo.
E sem perceber, fui transformando tudo isso em escrita.
Não para produzir efeito.
Mas porque era a única maneira honesta que encontrei de permanecer conectada ao mundo sem me afastar de mim mesma.
A escrita se tornou meu espaço de tradução interna.
Ali eu conseguia transformar excesso em clareza.
Confusão em percepção.
Silêncio em linguagem.
E durante muito tempo, meus cadernos guardaram partes minhas que eu ainda não conseguia mostrar para ninguém.
Ideias soltas.
Perguntas difíceis.
Reflexões inacabadas.
Medos que eu ainda não compreendia totalmente.
Observações sobre pessoas que talvez nem imaginassem o quanto revelavam através dos pequenos detalhes.
Hoje entendo que comecei a escrever antes mesmo de saber exatamente quem eu era.
E talvez tenha sido justamente a escrita que me ajudou a construir essa resposta ao longo dos anos.
Porque escrever nunca foi apenas sobre produzir textos.
Foi sobre aprender a existir emocionalmente sem me abandonar no processo.
Foi sobre encontrar uma forma legítima de comunicação em um mundo que muitas vezes exige rapidez de pessoas profundamente sensíveis.
Talvez por isso meus livros nunca tenham sido apenas projetos editoriais.
Cada obra carrega experiências emocionais que passaram primeiro por dentro de mim antes de chegarem até o leitor.
Cada texto nasce de algo que precisei observar, sentir, compreender ou sobreviver emocionalmente de alguma forma.
Porque eu nunca consegui escrever apenas para informar.
Eu escrevo para tentar alcançar lugares humanos que normalmente permanecem sem linguagem.
O cansaço que ninguém valida.
A solidão escondida dentro da funcionalidade.
As perguntas silenciosas que as pessoas fazem para si mesmas durante a madrugada.
O medo de não ser compreendido.
A exaustão de precisar parecer forte o tempo inteiro.
E talvez tenha sido exatamente aí que descobri o verdadeiro poder da escrita.
Palavras não servem apenas para transmitir ideias.
Às vezes, elas devolvem reconhecimento emocional para alguém.
Às vezes uma pessoa lê uma frase e sente, pela primeira vez em muito tempo:
“alguém finalmente conseguiu traduzir isso.”
E sinceramente… existem poucas formas de conexão humana tão profundas quanto essa.
Com o tempo, percebi que escrever não diminuía a complexidade da vida.
Mas me ajudava a atravessá-la sem endurecer emocionalmente.
Porque a escrita não exige perfeição.
Ela exige verdade.
E verdade emocional talvez seja uma das coisas mais raras da nossa época.
Hoje, olhando para tudo o que construí, consigo perceber que muito antes da profissão existir, a escrita já estava lá.
Silenciosa.
Discreta.
Paciente.
Me esperando crescer até entender que ela nunca era apenas um talento.
Era linguagem da alma.
Era percepção organizada em humanidade.
Era a forma mais honesta que encontrei de tocar o mundo sem precisar gritar para ser ouvida.
No fim, percebi algo que mudou completamente minha relação com as palavras:
eu nunca escrevi apenas para publicar livros.
Eu escrevi para deixar partes minhas respirarem fora de mim.
E talvez seja isso que um texto verdadeiramente humano faça.
Ele atravessa o silêncio de alguém
e sussurra, com delicadeza:
“você não foi o único a sentir tudo isso.”
Acredito na sorte.
Um dia ela chega!
Com trevos-de-quatro-folhas,
regados com muito estudo, trabalho e dedicação.
E depois de uma longa espera e muito cuidado, minha Rosa do Deserto floriu.
Flores são poemas coloridos.
É poético saber que uma rosa “decidiu” morar no deserto, local que carrega uma simbologia de tempos difíceis, escassez e luta.
No deserto ela cresce livre.
Presa em pequenos vasos ela se adapta e o poema vira haikai.
Não existe uma mensagem de amor escondida no descaso, nenhuma palavra encoberta, muito menos um caminho a ser trilhado.
Não romantize o desdém. Não há nada nas entrelinhas da indiferença.
Aprendi cedinho.
#conselhodepri
"No Reiki, a parte do conhecimento que ignoramos será sempre muito maior do que tudo que já aprendemos."
"A verdadeira prosperidade não ocorre por acaso, é sempre fruto da perseverança e de muito suor derramado."
É muito bom sermos felizes.
Porém, é maravilhoso outros serem felizes por nossa causa.
Façamos o bem sempre, e seremos todos sempre felizes!
Eu hoje estou pensando que a vida ela é muito peculiar, não ha nada que se compare a ela, ela é unica, vc tem amigos, tem familiar, tem marido, tem mãe, tem filhos, tem sobrinhos, tem netos, tem irmãs e irmãos, mas na verdade vc chega um moment da vida, que vc não tem niguém, é so vc e Deus.
Ganhar na loteria até seria muito bom. O ruim é que eu provaria de todos os sabores, menos o do sucesso.
Antes da LEI
Jó viveu muito antes da "LEI"! NÃO ERA DESCENDENTE de Abraão. Ele foi salvo não pelas obras Da LEI, mas pela fé em no redentor Jesus Cristo, que havia ainda de vir! "Eu Sei que o meu redentor vive, por fim, se vai levantar na terra... Depois de consumida minha a carne... Eu ainda o verei"!
Como Abraão antes da LEI foi salvo pela fé, para sim fazer boas obras, assim como Ló, também Jó foi salvo, do mesmo modo! E é muito possível que nem fosse circuncidado! De onde ascendia Jó? Como Abraão era descendente de Arfaxade, de sem, de Heber. Jó era descendente de um sobrinho de Abraão. De um filho Naor, irmão de Abraão. Milca mulher de Naor lhe deu filhos. Um dos seus filhos, foi de Uz.
Jó ascende precisamente a Uz, descendente de Naor, irmão de Abraão. Estes dois eram filhos de Terá. Terá terá saído da Suméria de Ur dos caldeus. Veio Terá até Haram, com Sarah, Abraão e Ló também, sobrinho de Abraão, filho de Haran, que morreu em Ur dos caldeus. Tera morreu com a idade 205 anos em Haran. Segundo a interpretação da Bíblia, Naor terá vindo também a Haran. De onde saíram depois Abraão, Sarah e Ló até à terra de Canã.
Jó era uma pessoa justa e temente Deus. Em certo lugar da Bíblia, Deus diz: ninguém foi justo como Noé, Jó e Daniel. Assim antes da LEI, já Jesus Cristo Apóstolo e sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, se manifestava, nas Teofanias e nas profecias. Jó e tantos outros foram salvos, mesmo antes da circuncisão, antes da LEI, pela fé naquele que disse: "Antes de Abraão eu sou!
Se és judeu, pensa nesta verdade!
Essa raiva, esse ressentimento, não passam de medo disfarçado. É forte, muito mais do que se imagina. Pode transformar tudo ao redor quando se escolhe dar o seu melhor, com justiça e resiliência. Um dia, você olhará para trás e saberá que fez o que era certo. A compaixão e o perdão são o único caminho para a redenção. Que Deus guie seu coração, para que você siga em paz.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
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