Me apaixonei por um homem casado e agora
O Menino Homem
Então, aquele menino homem subiu em seu cavalinho de cabo de vassoura, colocou o chapéu de guerreiro, feito de jornal, empunhou sua espada imaginária e partiu para sua batalha final.
Só que, desta vez, a batalha já não era de fantasia.
O confronto contra o monstro foi cruel, feroz e traiçoeiro. Uma batalha longa, dolorida e difícil. Ele lutou como sempre havia lutado: com coragem, esperança e a espada imaginária nas mãos.
Mas, infelizmente, o monstro venceu.
Hoje, já não há mais o menino homem.
Ele cavalga por outros planos, talvez ainda montado em seu cavalinho de cabo de vassoura, com seu chapéu de jornal e sua espada imaginária, pronto para enfrentar novas batalhas.
Fica para nós a lembrança daquele menino que, um dia, acreditou que podia vencer todos os monstros.
Adeus, menino homem.
Lembranças de um tempo que não volta.
Doravante, basta ao homem ser trepassado por um lampejo de luz, ou ver- se à deriva sob o brando orvalho que desce dos céus. Assim a história se finda, e o que me aprasava, agora me tolhe a razão.
230726
Nem toda verdade vem aos gritos.
E nem todo silêncio significa fraqueza.
Às vezes, o homem mais perigoso da sala…
é aquele que parece salvador demais.
"NÃO DEVEMOS LAMENTAR A MORTE DE UM HOMEM, MAS SIM, O CONHECIMENTO QUE MORRE COM ELE". Ademar de Borba
Salmos 105.17-21: Adiante deles enviou um homem, José, vendido como escravo; cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros, até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do Senhor. O rei mandou soltá-lo; o potentado dos povos o pôs em liberdade. Constituiu-o senhor de sua casa e mordomo de tudo o que possuía. Para José chegar no seu destino, teve que passar pelo processo. Mas lembre-se: O destino é maior que o processo!
O fato do homem escolher mediante o livre-arbítrio restaurado, não anula a vontade primária de Deus. O livre-arbítrio não anula a soberania do Eterno, antes a confirma, pois cremos em um Deus Soberano que domina sobre tudo e todos!
Você acredita que Deus criou o homem e arbitrariamente, soberanamente – que a mesma coisa – criou esse homem sem nenhuma outra intenção a não ser a de condená-lo? O fez, e ainda, por nenhuma outra razão a não ser a de destruí-lo para sempre? Ora, se você pode crer nisso eu tenho pena de você, é tudo que posso dizer: Você é digno de pena, de você poder pensar tão mesquinhamente sobre Deus, cuja misericórdia dura para sempre.
Somente a Graça! Todas as bênçãos que Deus concedeu ao homem são de Sua mera graça, generosidade ou favor. Seu livre e imerecido favor, favor completamente não merecido, o homem não tendo reivindicação a menor de Suas misericórdias. Foi graça livre que formou o homem do pó da terra, e soprou nele uma alma vivente e estampou naquela alma a imagem de Deus.
Um homem, primeiro, tem que renunciar a si mesmo; para que seja edificado em Cristo; e, para que seja aceito, por meio dele, ele rejeita completamente toda a convicção da carne; e, tendo nada a pagar, não tendo confiado em suas próprias obras, ou retidão de alguma espécie, ele vem até Deus, como um pecador perdido, miserável; assolando a si mesmo, condenando a si mesmo, incompleto, impotente; como alguém cuja boca foi terminantemente calada, e que está completamente culpado diante de Deus. De tal senso de pecado, da convicção plena, como nenhuma palavra pode expressar, de que apenas de Cristo vem à salvação, e do sincero desejo dessa salvação, deve proceder à fé viva, a confiança Nele, que, através de sua morte, pagou nosso resgate, e cumpriu a lei, em sua própria vida.
Depois da queda, o homem para as coisas naturais, precisa da Graça comum; Para as coisas espirituais, precisa da Graça sobrenatural.
O homem deve viver de maneira que todos saibam que ele é cristão... e acima de tudo, sua família deve saber.
Teologia Arminiana
