Me Ame quando eu menos Merece

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Quando a vida não der mais prazer,
Quando o sol não brilhar para você,
Quando tudo chegar a dizer não para você...
Quando uma lágrima rolar
E o seu pranto alguém escutar,
Se lhe pedirem para estender a mão, é só ir...
Eu vejo o mundo ao meu redor,
Eu olho as nuvens que passam no céu.
O tempo, como fumaça, se vai
Para não mais voltar.
Quem dera eu e você,
Uns dias destes, andando por aí,
Pudéssemos encontrar o amor
Para nos fazer feliz.
E o nosso pranto secaria,
Solidão não mais haveria,
A alegria estaria em nós.
Quem dera eu e você
Se importasse mais com o amor...

⁠Quando um cristão tem caráter até os ímpios respeitam ele

⁠Fazer o certo mesmo quando isso desagrada à maioria, é fibra moral.

⁠Caráter é quando não precisamos da vigilância dos outros para sermos honestos.

É inútil se gabar de um bom caráter quando suas atitudes te refutam.

O que é matemática?
Quando a gente ouve a palavra matemática, muita gente logo pensa em conta difícil, número grande, fórmula complicada… e aí já dá vontade de fechar o caderno. Mas a verdade é que a matemática é bem mais próxima da nossa vida do que parece. A matemática nasce quando a gente conta, compara, mede e toma decisões. Ela aparece quando alguém divide um pão para todo mundo comer igual. Quando calcula quanto vai gastar no mercado.
Quando olha o relógio para não perder a hora do trabalho.
Quando planeja o mês para o dinheiro dar até o final.
Mesmo quem diz “não sei matemática” já usa matemática todos os dias — só não chama ela por esse nome.
A matemática também é uma forma de organizar o pensamento.
Ela ensina a gente a raciocinar com calma, a resolver problemas passo a passo, a não desistir logo no primeiro erro. E errar, aqui, faz parte do caminho — ninguém aprende a andar sem tropeçar.
Não é só sobre números.
É sobre pensar, entender, procurar soluções.
É como um treino para o cérebro, do mesmo jeito que exercício é treino para o corpo.
A matemática não exige pressa, exige persistência.
Ela não escolhe idade, nem passado escolar.
Ela não pergunta se você parou de estudar antes — ela só pede uma coisa: disposição para tentar de novo.
E talvez o mais bonito seja isso:
cada vez que você entende um cálculo, resolve um problema ou percebe que “não era tão impossível assim”, você prova para si mesmo que é capaz.
E isso vai muito além da matemática.
No fundo, aprender matemática é aprender a confiar mais em si, a enfrentar desafios e a perceber que o conhecimento não tem prazo de validade.
A matemática não é um bicho-papão.
Ela é uma companheira silenciosa que sempre esteve com você — agora é só aprender a enxergá-la com outros olhos.

Quando uma empresa não é capaz de perpetuar-se, significa que ela falhou.

Quando você se acha o "sabetudo", cuidado - vai cair.

"Mentiras e palavras pesadas não têm perdão; quando se perde a confiança, a dor é inevitável."

Quando os ventos da vida uivam e o céu parece desabar, ainda existe um jardim silencioso dentro da alma onde a paz floresce.

A vida é curiosa… às vezes ela demora pra colocar certas pessoas no nosso caminho, mas quando coloca, a gente entende que valeu a espera.

Mesmo quando o mundo ruge como tempestade ao redor, há um silêncio de paz dentro de quem aprendeu a ancorar a alma.

"​A vida precisa do vazio.


​O mundo coloca rótulos,
quando deveria olhar com amor.


​Em cada vazio, há um potencial."

ORAÇÃO DE PESARES
BY: Harley Kernner

“Deus Pai, Filho e Espírito Santo,
Quando a dor do meu amigo(a) se torna minha.
E eu me sinto incapaz de ajudá-lo,
Rasgo minha alma em três partes iguais.
E as entrego a Ti,
Em um sacrifício suave e agradável.

Que a Tua presença seja o bálsamo que cura.
E a Tua força seja a rocha que sustenta.
Que a Tua paz seja o abraço que consola.
E o teu amor seja a luz que guia.
Na esperança de que somente Tu podes ajudá-los.

Confio em Ti, meu Deus.
E entrego os corações sofridos dos meus irmãos(ãs) e amigos(as), os quais são amizade gêmea para mim, somente tu, Senhor, os pode consolar a cada um deles!
EM NOME DE JESUS, AMÉM”

"São palavras simples mas inspiradas por uma alma que também sente a mesma dor nesse momento difícil."


Harley Kernner
Arquitetura de Poesia & Crônicas.
Escritor Particular
Poeta Sem livro.

O tempo voa
E quando olhamos
Ele já passou...

Quando o diálogo não consegue se fazer entender…
O silêncio fala na prática o que as palavras não conseguem…
A distância encurta caminhos…
Nos faz refletir sobre o valor da presença de alguém em nossa vida…
Reciprocidade na indiferença ou no partilhar…
É hora de decidir amar ou apenas seguir…
Patrícia Feijó

Há alturas que só se alcançam quando a gente se abaixa. Descobri isso ajoelhado, diante do meu sobrinho — um pequeno mestre que ainda chama o tempo de milagre e o quintal de mundo.

Aprender a ser grande não tem nada a ver com subir, conquistar ou colecionar aplausos. Tem a ver com reaprender a ver do chão, de baixo, da inocência que a pressa desaprende. O olhar das crianças não mede, não julga, não calcula. Apenas acolhe. E quem acolhe, cresce.

Ajoelhar é um gesto sagrado: é dizer ao universo que não se esqueceu de onde veio. É lembrar que a sabedoria mora nas alturas baixas, nas perguntas simples, nas respostas que ainda não têm forma.

Ser grande, talvez, seja isso: caber inteiro num instante pequeno.
Porque quem se abaixa para amar, se eleva sem perceber.

— Douglas Duarte de Almeida

A dor tem ouvidos finos, escuta o som exato do teu medo. Ela percebe quando você hesita, quando sorri por educação, quando diz “tá tudo bem” só para não mostrar o caos por dentro, ainda que a verdade escape pelos dedos.

A dor tem instinto, não tem pena. Sabe onde você se esconde quando finge estar forte. Aparece de mansinho… num silêncio, num sonho, num arrepio que não se explica. E cresce ali, no intervalo entre o que você sente e o que ousa admitir. Você pode mudar de cidade, trocar de corpo, de cama, de assunto. Pode se embriagar de vozes novas e promessas antigas. A dor não se apressa, ela sabe esperar o momento em que o barulho cansa.

No fundo, ela só quer ser reconhecida. Quer um nome, um rosto, um espaço pra existir. E quando, enfim, você a encara, percebe: ela sempre foi tua. Uma mensageira indesejada, mas sábia, apontando o que ainda pulsa mal curado.

Fugir dela é correr de si — e quanto mais rápido vai, mais se encontra. Há uma beleza triste nisso: descobrir que até a dor te ama o bastante pra não desistir de te ensinar. Encare-a, ela só quer que você saiba quem tu és e te mostrar o que você insiste em evitar.

(Douglas Duarte de Almeida)

Não é uma despedida, é só uma hipótese — dessas que a gente pensa baixinho quando o peito lembra que é finito.

Se um dia eu fo, aliás, quando eu for, quero ir sem inventar desculpas. Já pedi perdão demais por ser intenso, por sentir demais, por não caber nos silêncios que esperavam de mim. Cansei de negociar minha essência pra parecer leve.

Não quero ser lembrado por “ter sido bom”, quero ser lembrado por ter sido real. Por ter misturado ternura com acidez, fé com ceticismo, coragem com medo, e mesmo assim, ter seguido. Quero que alguém, em algum momento, perceba que viveu com um pouco mais de coragem depois de cruzar comigo. Isso já me basta. Não deixo herança: deixo faísca. Se ela acender em alguém, sigo vivo.

E se perguntarem o que aprendi, direi: aprendi a me atravessar sem mapa. A perder com dignidade. A me refazer sem plateia. E a amar sem manual — porque o amor, no fim, é o último idioma antes do silêncio.

(Douglas Duarte de Almeida)

Deixe a criança que habita você correr solta de vez em quando — ela lê o mundo em cores que a razão ainda não aprendeu a nomear.