Me Ame quando eu menos Merece
E quando a saudade tem nome?
O coração ainda bate descompassado como na primeira vez.
O pensamento não vai embora e faz lembrar o cheiro, o gosto, a voz...
O calor que embalava nossos corpos, a melhor sensação da minha vida era ter você, estar em você, com você. Arrepiava.
Agora é só lembrança e vontade.
Vontade de voltar no tempo e viver tudo denovo. Tudo.
Ou esquecer.
A dor é inevitável; ela vem quando precisa vir. Mas permanecer sofrendo por ela é decisão nossa. A dor acontece, o sofrimento a gente escolhe continuar.
Amar pode ser um livro longo, cheio de histórias, capítulos e curvas inesperadas. Mas, quando decidimos fechar esse livro, o que fica não é apenas o silêncio é a saudade que insiste em reler o que já foi vivido, mesmo sabendo que a narrativa não pode continuar.
A Matemática dos Fins
Não sei ao certo quando comecei a não gostar dos fins de ano. Talvez tenha sido no dia em que percebi que o nome já carrega uma despedida embutida: fim.
Ou talvez tenha sido quando o tempo passou a correr mais rápido do que eu.
Cada pessoa lê o próprio calendário de um jeito. Há quem veja dezembro como festa, luz e promessa. Eu vejo como uma espécie de espelho — daqueles que não mentem, mesmo quando a gente gostaria que mentissem um pouquinho.
Aos 41, faço as contas da vida. E, mesmo com conquistas que um dia imaginei inalcançáveis, ainda me visita essa sensação de que está faltando algo. Não é falta de teto, de trabalho ou de sonhos… é outra falta. Uma lacuna que nenhuma realização profissional consegue preencher.
Casa própria, por exemplo. Para muita gente, é o fim do jogo, a prova de que deu tudo certo. Para mim, é só um quebra-cabeça incompleto, como se eu tivesse montado todas as bordas, mas o centro — a parte mais bonita — ainda estivesse espalhado por aí, perdido em algum canto do tempo.
E aí chega dezembro, com seu peso e seu brilho, lembrando que mais um ano passou. Não sei explicar direito, mas enquanto o mundo comemora o que vem, eu penso no que vai.
Na matemática que inventei pra mim mesmo, o ano que chega não soma — ele diminui.
Faço contas que talvez ninguém devesse fazer. Tiro fatalidades, subtraio doenças, divido esperança por realidade. Se eu tiver sorte, digo para mim mesmo, talvez eu tenha mais uns vinte anos vivendo bem, com saúde, com lucidez. E então eu me pego imaginando algo que aperta o peito de um jeito difícil de dizer em voz alta.
Se minha filha viesse ao mundo no próximo ano, quando eu tivesse sessenta, ela teria dezenove.
Dezenove.
E eu talvez não estivesse aqui para ver a formatura dela, para ouvir o primeiro “pai, deu certo”, para fingir que não chorei quando ela desse o primeiro passo fora de casa.
É uma conta simples… mas que me destrói como se fosse impossível.
Talvez seja isso que eu não gosto nos fins de ano: eles me obrigam a olhar para dentro, para esse vazio que não se preenche com compras, viagens ou promessas. O vazio de quem sabe que o tempo não volta, e que cada desejo adiado custa mais do que parece.
Ainda assim, aqui estou, atravessando mais um dezembro.
E, no fundo, torcendo para que a vida me surpreenda — quem sabe com peças novas para esse quebra-cabeça, quem sabe com alguém que transforme essa matemática dura numa conta que finalmente faça sentido.
Quando a Educação Física acolhe os discursos corporais, ela rompe com a lógica de que só o que é verbal tem valor pedagógico.
Quando reduzimos a Educação Física à mera execução mecânica de movimentos, silenciamos as linguagens que emergem do corpo dos estudantes. Por isso, é pertinaz que esses discursos corporais tenham lugar e significado no universo escolar.
A Educação Física se torna potente quando deixa de treinar corpos e passa a compreender as narrativas que eles produzem.
"Enquanto houver deserto, não vai faltar Maná. O Maná só para quando adentrarmos a terra prometida."
Tem previsão pra você nesse deserto.
Quando você achar que está sozinho (a), não desista, Deus mandará seus anjos para te consolar... Críticas, decepções, desavenças, joga tudo para o universo e deixa Deus conduzir tudo.
07/12/25
Meça o seu crescimento pessoal com a sua régua e nunca com as dos outros, pois quando a alface e o eucalipto atingem o ápice do crescimento, as suas estaturas são muito diferentes.
Pobre do homem que só consegue ser bom quando acredita que tal postura lhe trará benefícios noutra vida. Tal homem não é bom, mas apenas um negociante.
Sabe quando que você vai começar a fazer a diferença? Quando vc entender e aceitar que você mesmo não faz diferença.
Hora de mandar os meus demônios descansar...
Quando rufam os batuques, falo como meus ancestrais —com a alma em transe, a voz em fogo e o corpo a vibrar memórias.
Não há tormenta que dure quando o sangue se lembra de onde veio.
Bom, preto. Quando te disserem por que não esquecemos o passado e seguimos em frente, lembra-te: nenhum deles foi mutilado, massacrado, tão humilhado e escravizado como nós fomos.
"Quando um indivíduo não consegue travar as suas batalhas internas, chega a um ponto tal que delira — e a dissonância cognitiva manifesta-se sem que ele sequer se aperceba."
Quando você tenta convencer um indivíduo burro da sua burrice e ele se recusa, é o momento certo para entender que, por vezes, a burrice é uma escolha. O indivíduo é devoto de espírito e alma; a burrice é a sua religião. Ele acha isso normal, pois a única coisa que consegue alcançar, por meio da sua dissonância cognitiva, é simplesmente o resultado pragmático da sua própria burrice.
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