Me Ame quando eu menos Merece

Cerca de 395194 frases e pensamentos: Me Ame quando eu menos Merece

É a minha essência, não posso mudar.
Eu amo a liberdade, sentir o toque da brisa, o gosto suave da vida.
Sou sensível ao sorriso, à lágrima,
Sou sensível ao coração...
não posso negar,
não posso mudar...e não quero.
Se um dia for diferente, não mais serei eu...

Eu me entreguei, me doei, amei, sonhei, planejei, mudei, errei, consertei, tentei, desejei, chorei, esperei, pensei, falei, instiguei, aceitei ... e cansei!

Nada pode bater a sua beleza,
Gosto de você,
Te admiro,
Te respeito,
Eu escrevo com saudade e pesar,
Deixo tudo nesta vida, mas
É com você que eu construí minhas ambições e as minhas esperanças,
Contra o frio da saudade, me aqueço no abraço de suas mãos,
Coloco minha cabeça em seu colo,
E te quero só pra mim,
porque você é meu amor e é só minha,
Meu coração está profundamente apaixonado por você,
E a sua imagem está sempre na minha mente,
Ouço as pessoas
Dizendo "Sorte a dela."
E eu respondo "Sorte a minha”

Se eu pudesse te apagar da minha mente, apagaria agora.

Eu não sou sentimental. Eu sou tão romântico quanto você. A ideia, você sabe, é que a pessoa sentimental acha que as coisas irão durar para sempre. A pessoa romântica tem a confiança que não durarão.

Embriagado sem razão vai ser esparro
Eu com copo de uísque sem razão e com cigarro

Alguns dias eu sou mais lobo que mulher, eu ainda estou aprendendo a parar de me desculpar por ser selvagem.

Eu adoro o seu jeito. Adoro o seu gosto.
Adoro estar com você, me faz tão bem.
Pode ser que eu ainda não te ame,
mas eu gosto tanto de você
que farei de tudo para ser melhor pra você,
porque sentimento assim é difícil de encontrar
ter alguém que te faz querer ser além do que se é
que da vontade de se doar, de entregar até
o que não se tem.

Hoje decidi mudar tudo em minha vida, hoje eu senti a necessidade de abrir espaço para que o novo entre e para isso é preciso estar disposto às transformações. Hoje percebi que há muitas gavetas a serem esvaziadas, muitos armários a serem limpos em meu imenso armário emocional.
Hoje descobri que há uma nova forma de viver, que é viver o hoje dando o máximo de mim e esperando o máximo da vida. Eu aprendi a viver o só por hoje. Por isso, só por hoje vou me dedicar a fazer algo que me agrada sem me importar com a opinião de mais ninguém. Só por hoje, apenas hoje, vou fechar meus olhos e tapar meus ouvidos para toda e qualquer notícia ruim, só por hoje vou apenas apreciar o belo, o magnífico. Só por hoje aceitarei as coisas como elas são e não farei esforço algum para mudá-las. Só por hoje, vestirei a minha melhor roupa, calçarei o meu melhor sapato e verei no espelho a melhor versão de mim mesmo. Só por hoje eu me permito sonhar e imaginar a minha vida da forma como eu quero que ela seja. Só por hoje eu decidi ser feliz porque sei que quando o amanhã chegar, terei a oportunidade de decidir tudo isso novamente. Só por hoje, eu decidi mudar e isso faz toda a diferença!

Contanto que você saiba disso
Eu estou esperando que você mantenha seu coração aberto
Eu vou manter o meu aberto também.

Na vida eu aprendi...que não importa o número de vezes que eu caí, quantas mentiras eu terei que suportar ou quantas decepções eu terei que enfrentar. Eu vou acordar, todos os dias, sorrindo e querendo ser alguém melhor.

Nem que nada sei eu sei,Sócrates errou.

Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar,um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez. Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios.
(Em 'Antes do Nascer do Mundo')

Eu não estava realmente apaixonado, mas eu senti algo como uma terna curiosidade.

Eu me sentia cansado, no corpo e na mente.

Ressurreição Silenciosa


Eu tenho vivido como quem caminha entre escombros — tentando juntar os pedaços do que sobrou de mim, tentando entender onde foi que o brilho se perdeu. Às vezes, sinto o cheiro do fim antes mesmo de acordar, como se o dia viesse com um aviso: hoje vai ser pesado de novo. E é.
É como viver dentro de um corpo que não responde, uma alma que não sente, um coração que cansou de pedir socorro.


Já tentei gritar.
Aos céus, ao travesseiro, ao silêncio.
Já segurei a própria garganta, tentando expulsar a dor por onde pudesse sair.
Mas meu grito nunca teve som — só ecoava dentro de mim, como um trem desgovernado, como a música que eu sempre escolho porque fala a língua da exaustão que carrego.


E mesmo assim… Deus ouviu.
Eu pedi anjos, Ele me enviou pessoas.
Gente que consegue me alcançar quando ninguém mais vê, que percebe minha ausência mesmo quando estou presente, que insiste em me segurar quando tudo em mim está escorregando.
Eu não sei agradecer, não sei sorrir do jeito que gostaria.
Quimicamente, emocionalmente, fisicamente, estou esgotada.
Mas por dentro, há gratidão — quieta, mas viva.


No meio desse caos organizado que sou — dessas ideias que nascem de sentimentos embolados, dessas certezas plantadas num chão de dúvidas — eu tento existir.
Mas confesso: às vezes, viver dói.
Respirar dói.
Levantar dói.
Ser forte por quem precisa de mim dói ainda mais.
É um dilema cruel: enquanto luto para não desistir de mim, preciso ser força para quem enfrenta batalhas visíveis, enquanto as minhas são todas internas.


E, mesmo assim, algo em mim insiste.
Uma faísca minúscula, quase apagada, mas ainda ali.
Talvez seja fé.
Talvez seja o amor pelo meu filho, meu potinho de mel, que um dia segurou meu dedo como quem segurava meu futuro inteiro.
Talvez seja o desejo de deixar algo meu — um conselho, um afeto, uma verdade — que permaneça quando eu não conseguir mais permanecer.


Eu não quero romantizar nada.
O que eu vivo é bruto, cru, real.
É depressão, ansiedade, burnout, dor física, dor emocional, dor espiritual.
É anedonia.
É o vazio que engole até o que era mais bonito em mim.


Mas ainda assim… há algo aqui dentro que se recusa a morrer.


Talvez eu seja mesmo uma fênix cansada.
As asas queimadas, o peito em cinzas, a voz quase sem som.
Mas ainda assim… cinzas não são fim.
São começo.


Então, Deus, se por acaso ainda houver em mim qualquer sopro de recomeço, qualquer possibilidade de renascer, eu te peço:
seja bálsamo para as minhas dores, sustento para a minha alma.
Me ajude a ressurgir.
A encontrar no silêncio um pouco de paz.
A reconstruir o sorriso que perdi pelo caminho.
A reencontrar a luz que um dia brilhou nos meus olhos.


Porque, mesmo que eu não me sinta viva todos os dias,
mesmo que eu caminhe tropeçando entre sombras,
eu ainda acredito — lá no fundo —
que a fênix que existe em mim ainda pode se levantar.


Nem que seja devagar.
Nem que seja quase sem forças.
Nem que ninguém veja.


Mas eu…
eu ainda quero renascer.




10 de Dezembro 2024

Eu dirijo meu trabalho, o meu trabalho não me dirige.

Eu descobri que eu tenho que ser o palhaço triste: rindo por fora, chorando por dentro.

Agora todo mundo me ama.
Todos choram e dizem o quanto eu fui incrivelmente incrível…

Engraçado, né?
Porque enquanto eu estava aqui, inteira nos meus pedaços, ninguém percebeu o quanto eu estava desmoronando.
No meu dia normal, ninguém viu o silêncio que gritava, o sorriso que tremia, a exaustão que escorria pelos cantos dos meus olhos.

Agora — agora, quando imaginam minha falta — dizem que eu era luz.
Que eu era forte.
Que eu era especial.
Que fiz falta.

Mas quando eu estava aqui, precisando de um abraço,
de um ouvido,
de um “eu tô aqui”,
as pessoas se confundiram, se calaram, se distanciaram…
ou simplesmente não souberam olhar pra mim.

E é isso que dói:
só valorizam quando acham que perderam.
Só enxergam quando acreditam que acabou.
Só sentem quando a gente já não tem força pra sentir nada.

Eu sigo viva, mesmo sem saber como.
Sigo tentando existir num corpo cansado, numa mente pesada, numa alma que luta todos os dias contra o invisível.
Sigo aqui, mesmo sem saber se alguém realmente vê.

Porque a verdade é essa:
não é que eu queira morrer.
É que, às vezes, dói demais viver invisível.

Eu não tenho muitos amigos, sempre fui uma pessoa bastante reservada e depois de algumas decepções fui ficando cada vez mais exigente. Não, eu não espero perfeição de ninguém. Sei que todo mundo erra e tem defeitos, mas não quero mais me ferir com falsas intenções de pessoas. Digo isso, porque sempre fui um pouco ingênua e não percebia que muitas vezes eu mantive ao meu lado pessoas que nunca estavam satisfeitas com nada e eu sempre tinha que dar o máximo de mim pra ser aceita e nunca foi suficiente. Cheguei a pensar que talvez eu fosse o problema, mas quando olhei pra trás percebi que os verdadeiros estavam o tempo todo ali tentando me abrir os olhos. ❤