Me Aceitar do Meu Jeito
A partir do momento que você se Amar, realmente se respeitar, se considerar e aceitar... você sentirá muito bem o que não é harmonioso e não ficará onde não existe reciprocidade, afinal você não estar em liquidação e sua companhia Maravilhosa e Brilhante não estar em promoção!!!
Há beleza na constância de quem permanece em si mesma,
e há poder em aceitar que algumas pessoas não nasceram para andar ao nosso lado,
mesmo que já tenham
compartilhado passos conosco.
Refletir é aceitar que nem tudo precisa de resposta imediata.
Algumas coisas só pedem tempo, distância e honestidade suficiente para não mentir pra si mesma.
Crescer dói menos quando a gente para de brigar com o que já aconteceu e começa a escolher melhor o que fica.
Gostar da energia de alguém não obriga você a aceitar desconforto gratuito.
Interesse saudável aproxima, não cria pedágio emocional.
Não foi fraqueza.
Foi entrega.
A gente não erra por amar.
Erra por aceitar pouco quando está oferecendo tudo.
Muita gente se apaixona por versões.
Pela pessoa que existe na madrugada,
na conversa intensa,
na promessa sussurrada,
no “talvez um dia”.
Mas caráter não aparece só no que alguém diz no privado.
Aparece no que assume no público.
Quem te esconde, já está escolhendo.
Quem te mantém em espera, já decidiu.
Quem vive de versões, nunca oferece verdade inteira.
O problema nunca é sentir demais.
É sentir sozinho.
E quando a incoerência vira rotina...
Mentira descoberta,
decepção engolida,
esperança renovada...
Não é amor que sustenta.
É apego.
Dói perceber que se foi opção enquanto acreditava ser escolha.
Dói entender que intensidade não transforma quem não quer mudar.
Mas há uma virada silenciosa nisso tudo:
Não é fracasso amar forte.
Fracasso é permanecer onde não há respeito.
Quem não te assume na luz
não merece teu amor no escuro.
E um dia a dor vira lucidez.
E a lucidez vira limite.
E o limite vira dignidade.
E a partir dali,
ninguém mais te mantém...
Ou te escolhe
ou te perde.
Às vezes, a busca pela profundidade exige que a gente pare de aceitar o que é apenas superficial. Se a relação não te atravessa, ela só te ocupa.
Em um relacionamento, reciprocidade também é aceitar para si o mesmo peso das cobranças que se coloca sobre o outro. Quem exige compreensão, transparência e respeito precisa estar disposto a oferecê-los na mesma medida.
A Alegria de Estar no Caminho.
Viver é se movimentar, é aceitar o chamado para a ação e entender que as lutas fazem parte do nosso roteiro de evolução. Existe uma beleza profunda no ato de batalhar pelos nossos ideais. Estar na arena da vida, tentando, errando e recomeçando, é muito melhor do que ficar na plateia apenas assistindo o tempo passar. Sinta o prazer de ser o protagonista da sua história. Cada cicatriz adquirida no caminho é uma medalha de coragem que atesta que você não teve medo de viver, de amar e de buscar o seu crescimento.
Minhas amigas queridas e amigos do face! Hoje é o dia da mudança (27/05/2020). Chega de aceitar migalhas, traições, pouco caso, desvalorização...vamos botar os pingos nos iiiisss. Nunca suportei coisa morna. Quem me conhece sabe que sou intensa."Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca."Apocalipse 3:16
O fato de aceitar que a sua caixinha não é a única e melhor; aceitando, antes de criticar ou demonizar outras caixinhas, entender; e, entendendo, admitir a convivência, já deu um passo gigantesco para uma comunidade, uma sociedade e um mundo melhor.
"Ideias mirabolantes são a prova de que a mente humana ainda se recusa a aceitar os limites impostos pelo mundo como ele é."
O aprendizado do amor ao próximo exige humildade para aceitar a correção e firmeza para caminhar na obediência e na retidão.
Tentar mudar o que não pode ser mudado só gera sofrimento. Muitas vezes a saída é aceitar o inaceitável!😥
O mundo não aceita o diferente. Mesmo os que pregam a diversidade carregam a culpa de não aceitar que os outros não queiram lidar com o diferente como eles querem que todos aceitem.
Eu nasci diferente. Diferente na alma, no pensamento, no coração. Diziam que tinham me trocado na maternidade por querer coisas diferentes do resto da família.
Fui atrás do diferente porque era o natural para mim, mas diziam que eu queria aparecer. Escolhi um curso diferente dos amigos, estudei instrumentos musicais diferentes da maioria.
Não queria ser médica, advogada nem professora. Queria ser juíza de futebol e acabei na psicologia, uma profissão que enxerga o diferente.
Sempre fui diferente. Nunca me deixaram. Era imprescindível que me encaixasse nos modelos sociais, pois uma menina na minha época não tinha direito de ser diferente. Aprendi que não era legal ser diferente e perdi metade da vida buscando ser igual aos outros.
Querendo comer o que todos comem, vestir o que todos vestem, fazer o que todos fazem. Ao mesmo tempo, algo me pressionava o peito para que eu não matasse o diferente dentro de mim.
Uma luta eterna entre aceitar o que eu era e fazer o que os outros queriam. Ainda hoje essa luta existe. Silenciosa mas voraz, íntima mas reverberante. Vivo um conflito constante, ser o que sou ou ser o que o mundo quer que eu seja.
Assim eu sigo, equilibrando o primitivo e o sociável dentro de mim. Até já acostumei, e quanto menos penso nisso, mais eu morro por dentro. Oras, não é isso mesmo o que a sociedade quer? Mais pessoas seguindo as ditaduras, menos seres pensantes?
Texto pensado por Marina Rotty, numa tarde de verão qualquer…
