Mato
Me escuta
Ouves o som que vem do vento, lento
Ouves meus versos, tristes lamentos
Ouves meu pranto, grande tormento
Ouves o som do meu coração, oração
Ouves a canção do meu corpo, paixão
Então, pare de fingir que não me escuta
Ah, por favor...Me escuta, Ah!
Quero, como quero viajar na escura carruagem da noite
E chegar escoltada pela luz de uma iluminada madrugada
PRECISO
Preciso da chuva fina
Preciso da canção dos pássaros
Preciso da paz das montanhas
Preciso do aroma do mato
Preciso da liberdade da alma!
''Serra'' Humano
Campo verde só mato
eu sinto o cheiro do chão
Ô coisa mais linda é
enxergar uma plantação
Descobrir maravilhas
falar com o agricultor
Plantar belas cementes
do fruto do amor
Cuide do que é verde
do que é mato e da vegetação
Ser humano falha
agindo com a desmatação
Coitados dos nossos índios
sofrem de insônia
mas vão dormir como com maquinas revirando a amazônia?
Amazônia? ou a maior ZONA?
dos tais barões lenhadores
florestas de cobiças
hectares de valores?
Mas tudo bem que você
precisa de papeis para escritórios e
moveis para a sua casa
continue degradando o eco sistema e reclamando da chuva ácida.
Pois, saiba que é preciso
podar as folhas podres e
adubar a nossa terra
Infelizmente eu sinto
o que as árvores sentem
em contato com a serra.
Até na seca Deus sabe desenhar... saudades desse lugar.
Nascido no mato, criado no concreto.... na simplicidade eu me encontro.
Há quem diga que não vive sem o luxo... no final de tudo todos estaremos mortos, cansados por correr atrás de coisas que não eram eternas...
Você sabia do meu jeito quando me conheceu
Mesmo com meus defeitos, foi você que me escolheu
Minha origem humilde não me deixa esquecer
Onde cheguei, pra onde vou e o que devo fazer
Sou do mato, bicho bruto, pedra ruim não dá pra lapidar
Criado com o suor da terra, sustentado com o fubá
Você testou minha paciência e na prova não passou
Quis me prender em sua gaiola, minha asa já cortou
Tentou me domesticar, me prendendo lá no pasto
Esqueceu que eu nasci livre, estilo bicho do mato
Se eu pular a cerca de você eu vou fugir
Nunca mais cê vai me ver, já sei pra onde ir
Vou morar onde o sabiá canta e voa livre
Isso é pra você aprender que bicho do mato não se agride
São flores
Do mato,
Possuí um misto
Das boas amizades,
Trás um perfume agreste
Mas é neste
Que a simplicidade investe‼️
***
🌸🤩🌸
Uma Corujinha-do-mato
se aproximou no telhado,
O meu coração é seu e está completamente apaixonado.
Não gosto da palavra saudade. Detesto. Eu não sei o que é sentir saudade, porque mato a saudade pelo caminho.
Antes de falar de mim busca sabe oq eu faço primeiro.
Você quer ser EU,fazer o que eu faço,ter o que eu tenho ser feliz como sou e não tirar o sorriso do rosto.
Experimente percorrer o caminho que eu percorri pra chegar até aqui.
As lagrimas que derrubei,os sonhos que sonhei, as amizades que conquistei,vcs só vem oq eu quero que vocês vejam porém poucos sabem oq eu passo e faço parar viver assim!!!
Inveja é mato e muitos querer ser ou estar no meu lugar mas nunca vão conseguir por que copia é cópia e nunca vai ser o Rato (ORIGINAL).
A casa grande surta, quando os trabalhadores começam a ocupar os lugares determinados para eles, e por isso lançam mãos dos instrumentos há muito conhecidos. As forças policiais, historicamente conhecidas como "capitães do mato". Só mudou as vestimentas a dinâmica de opressão continua a mesma.
Às vezes parece que a coisa empena
E o perfume da açucena vira cinza de carvão
Mas sou feito mato na beira do rio
Não me esconda desafio
E não me entrego nunca não
DESLUMBRE
Quando duas línguas se tocam
O mundo de quem deseja o beijo
Torna-se oração perfeita
Sabores ardem sedentos
Nesse encontro de saliva e espasmos
Extraindo dos lábios molhados
Aceites inaudíveis das vozes dos hálitos
Da ternura única e efervescente
Todo perfume tateia o momento
Assistindo espargir pela sala do anseio
A dissimulada fome engolindo as palavras
Dado ser afoito intenso e místico
O espírito aguarda que o corpo entreveja
Pelos olhos fechados em êxtase
O deslumbre da língua quando beija
PREÇO DO ÁLCOOL (02/03/2014)
Há um mistério no álcool,
um prazer carnal, coletivo, indiscreto
(Mazelas que matam o corpo,
aos poucos, sobem a mente).
Incorreto negar que os prazeres que me proporcionou
foram em vão.
O corpo faz, a cabeça aprende.
O corpo repete, a cabeça sente.
Bebemos as cervejas que nos entregam,
misturamo-as todas substâncias ilícitas.
Tudo é droga, e é disso que me mato.
Se não saio, me prendo.
Se me solto... enlouqueço.
Há consequências brutas.
Tudo tem preço.
Momento Breve
E eu permaneço aqui olhando as estrelas e assistindo o céu
Sem nenhuma certeza
Eu vou tingindo o papel
Com cores claras e opacas
Com noções raras e breves
Cores tristes e alegres
Sujas de fumaça
Num papel a perigo
Em um ninho de traças
E o meu único pedido
É só mais uma taça
De vinho tinto
Pra me desoriêntar
Pra eu me achar
E me perder no caminho
E entender o que sinto
Ou não...
E ela me chamou
De bandido, de vilão
Pois levei comigo
Teu coração
Mas me chamou
De herói, de mocinho
Me deu um beijo
E pediu carinho
Meu bem fique Mais um Pouquinho, por favor
Querida é que eu
Preciso do teu calor
