Mato

Cerca de 619 frases e pensamentos: Mato

🇵🇹 Portugal em Chamas 🇵🇹

Yeah, yeah… fogo no mato, cinza no ar,
Portugal unido, ninguém vai recuar!

Chamas a subir, fumo preto no horizonte,
bombeiro na linha da frente, suor a escorrer na fronte.
Sem medo da morte, enfrenta labareda,
herói verdadeiro, luta sem moeda.

O povo tá na rua, mangueira na mão,
balde d’água, fé e coração.
Aldeia acordada, ninguém fica parado,
quando a terra chama, o sangue é chamado.

[Refrão]
🔥 Portugal em chamas, mas o povo resiste,
na luta contra o fogo, união é o que existe.
🔥 Portugal em chamas, coragem no olhar,
ninguém vai tombar, ninguém vai recuar.

Helicóptero baixa, despeja esperança,
gota a gota apaga a dor que avança.
Choro no campo, gado a fugir,
mas o povo insiste, não vai desistir.

Cinza na pele, tosse no pulmão,
mas firme na luta, firme na missão.
Do norte ao sul, grito ecoa no vento,
“Portugal não cai”, esse é o sentimento.

[Refrão]
🔥 Portugal em chamas, mas o povo resiste,
na luta contra o fogo, união é o que existe.
🔥 Portugal em chamas, coragem no olhar,
ninguém vai tombar, ninguém vai recuar.

Respeito ao bombeiro, respeito ao povo,
na guerra contra o fogo, tamo juntos de novo.
Portugal em pé, no calor da batalha,
da cinza renasce quem nunca falha!




-

No princípio.


A pampa era pasto, no mas,
Rio, coxilha e mato,
Sanga e quaraguatás.


Livres viviam por anos
Charruas e Minuanos,
Naqueles meados atrás.


Jês (Kaingang), tribos de mesmo sangue,
Pampiano — Charrua e Minuano —
Que um dia seriam paisano.


Guarani — Tapes, Arachanes, Carijós —,
De pedra, poeira e pó.


Depois vieram as Missões,
Jesuítas e suas canções
Num dialeto desigual.
Mas havia Portugal
Naquela peleja sem fim.
E chegaram no Mirim
Pra tomar parte do pago:
O coro, o mate amargo
Do gaúcho provinciano,
Do índio com castelhano,
Português também mesclou.


E o cavalo logo chegou,
Andaluz e Berbere,
O pala pro intempere,
A bota, garrão de potro,
Geada do mês de agosto.


O velho fogo de chão,
Nascia mangueira, galpão,
Velho templo sagrado.
O rancho ainda barreado,
De palha e chão batido,
De taquara repartido.


O gado, a plantação,
Depois, a Revolução,
O grito de liberdade,
Alguns buscando igualdade,
O fim da escravidão.


Pegaram armas na mão,
Lança, espada, garrucha,
E a bandeira gaúcha
Que chamavam pavilhão.


E assim se fez a história
De um povo forte e valente,
Da América continente.
Cultura, raça e coragem,
Que moldaram sua imagem:
Homem rude, campeiro,
Fronteiriço, missioneiro,
Pampeano por procedência,
Que carrega na essência
Um DNA que é só seu.


E assim o Rio Grande nasceu,
Moldando sua estampa
Em qualquer parte que acampa.


Esse quadro em debuxo:
Do cavalo e do gaúcho,
Eterno dono da pampa.


Renato Jaguarão.

⁠E agora só nos resta o som das rãs, na fria madrugada, que exala o doce perfume do mato molhado.

⁠"Em teus olhos
Verdade!
Em teus braços
Abraços!
Em teus beijos
Mato a sede,
pois lhe desejo.
Em teu coração
me aninhei.
De ti,
fiz meu lar.
Somos imperfeitos,
mas perfeitos
somos para
nos amar.
Que alegria
foi lhe
encontrar!
Envolvidos por esse sentir,
que faz - nos sorrir.
Nosso amor nos faz feliz!"

⁠Enquanto o Sol não raia no horizonte, mato a saudade do meu canto, com a cuia e a bomba, misturando a água, o mate e o pranto.

Mato


Moro no mato,
vivo no mato,
trabalho no mato...
Minhas festas são no mato,
viajo para o mato,
vivo de mato em mato.
Se alguém me chamar para
passear no mato...
eu mato!

Eu não vou te matar Nora. Eu não mato pessoas que são importantes para mim. E você, está no topo da lista.

Esse tipo de gente não me encanta.
(Bicho do Mato)

🌿 A Princesa do Rio e o Amor no Mato Grosso


Às margens de um rio tão largo que parecia tocar o céu, vivia Princesa Carla, herdeira de um pequeno reino conhecido por suas águas puras e peixes raros.
Mas Carla não se sentia completa no palácio. Havia algo dentro dela — uma inquietude, um chamado para além das margens.


Essa inquietude tinha nome: Kairo.
Eles se conheciam por cartas, enviadas por mensageiros que cruzavam florestas e rios. As palavras dele eram tão vivas que pareciam trazer o cheiro do mato, o canto das araras e o calor do sol de lá.


Numa noite iluminada pela lua, Carla se sentou no cais, os pés tocando a água. Ao lado dela, estava Helena, sua dama de confiança.


— Helena, eu decidi… vou para o Mato Grosso.
— Mas, princesa, o que seu pai dirá?
— Ele vai dizer que é perigoso. E é mesmo. Mas viver sem conhecer Kairo seria o maior perigo para o meu coração.
— E se ele não for como você imagina?
— Então ao menos eu saberei que tentei.


Na madrugada seguinte, Carla partiu sozinha em uma canoa de madeira.
O rio era lindo, mas traiçoeiro. Correntes fortes tentavam empurrá-la para trás, e a cada noite a escuridão trazia sons misteriosos.


No segundo dia, um trovão estourou no céu. Chuva grossa caiu, virando a canoa quase de lado. Carla segurou firme o remo.
— Eu não vim até aqui para voltar atrás! — gritou, como se o próprio rio pudesse ouvir.


Na manhã seguinte, encontrou um velho barqueiro pescando.
— Moça, essas águas não são para qualquer um. O que está procurando? — perguntou ele, intrigado.
— Procuro um homem chamado Kairo. Vive no Mato Grosso.
O velho sorriu, revelando dentes falhos.
— Então siga o canto das araras. Elas sempre levam a quem se ama.


Carla seguiu seu conselho e, após mais um dia de viagem, o rio se abriu em uma imensa planície verde. No centro de uma clareira, ela viu um homem alto, de olhar firme, cortando lenha.


— Kairo? — chamou, a voz tremendo.
Ele largou o machado e se virou, como se reconhecesse a voz antes mesmo de vê-la.
— Carla… você veio mesmo.
— Nem o rio, nem as tempestades, nem o medo puderam me impedir.
Kairo correu até ela, segurando suas mãos como se fossem um tesouro.
— Eu prometo que você nunca mais terá que viajar sozinha.


Os meses seguintes foram de aprendizado e amor. Eles plantavam juntos, pescavam e riam das dificuldades. Mas o Mato Grosso também testava sua coragem: houve seca, que quase destruiu a plantação, e tempestades que derrubaram o telhado de sua casa. Ainda assim, eles nunca deixaram de se apoiar.


Um dia, Carla contou uma novidade, enquanto segurava uma carta para enviar ao seu antigo reino.
— Kairo… vamos ter um filho.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, os olhos marejando.
— Então é verdade… o rio me trouxe minha família.


Meses depois, nasceu uma menina de olhos brilhantes.
— Ela se chamará Cora — disse Carla. — Porque é o coração que nos uniu.


Mas a vida ainda guardava uma última surpresa.
Num fim de tarde, um grupo de cavaleiros chegou trazendo o rei, pai de Carla, que vinha buscá-la.
— Filha, eu lutei contra a ideia de você partir… mas vendo você aqui, percebo que encontrou mais do que amor. Encontrou um lar.


O rei, emocionado, abraçou Kairo.
— A partir de hoje, o reino do rio e as terras do Mato Grosso serão um só. Para que Cora cresça entre as águas e a floresta.


E assim, Carla não apenas encontrou o amor da sua vida, como também uniu dois mundos. O rio e o mato agora corriam juntos — assim como ela e Kairo — até o fim de suas histórias


K&C 2025 ❤️

O escravo açoitado quando se torna capitão do mato se sente no direito de açoitar seus irmãos ...

O ser humano é semelhante a árvore do mato cheia de espinhos e carosos mesmo que passe por processo de aplai nação as marcas continuam na tauba

Sertanejo com muito orgulho!
Mato Grosso tão querido teu filho um bom menino aqui no sul meu destino foi Deus quem que o escolheu, nasci nas serras tão lindas, Bodoquena, Morraria e Tarumã! Nos campos de nossos índios seu filho ali nasceu. A vida simples da roça eu cresci ali na palhoça tive os sonhos de um guri, tão diferentes do hoje a liberdade me trouxe a moral que trago em mim, no roçado um pai amado seus filhos a ensinar, nossas brincadeiras simples o jogo de malha pesada nos sábados era nosso vídeo game assim se eras um guri! Madrugada a minha mãezinha corria ali na cozinha o torto para nos a preparar, e o dia ainda não vinha, mas a roça boazinha pedia seu capinar e nunca vi um de nos ali a se reclamar e quando o sol bem forte nos mostrava a nossa sorte meu pai nos dava um tempo pra no riacho banhar, alegrias bem vividas tinha ali linda família e sonhos a se sonhar! Mas no mundo tudo muda e a falta de estudos nos fez a cidade procurar, no começo foi difícil faziam troças comigo por ser roceiro do bem, mas no hoje sinto orgulho, quando vejo um matuto e o admiro também, sei bem que ali nos regatos, faz se parte deste Estado e nossos alimentos provêm ainda me trás lembranças das noites de esperanças de um amor que hoje poucos se têm. Fui roceiro, e feliz matuto com orgulho, de no Mato Grosso Do sul se viver, mas sei bem que também se tem pessoas que se desfazem do caboclo e do matuto, mas estes são aqueles quem nunca tiveram a chance de no mato se viver...


(Zildo de Oliveira Barros) Campo grande MS

Seu humilde filho te homenageia!
Parabéns meu Mato Grosso do Sul.




Parabéns ó grande Estado de riquezas mil
Saúdo-te filho querido deste imenso País
Felicidades eu lhe digo não estou sendo só gentil
Sua beleza é tão grande que brilho traz ao Brasil...
Seus pantanais se espalham a natureza gentil
Liberdades têm teus filhos riquezas feitas nos brios
Seu povo humilde e guerreiro de paz o estado cobriu
Somos celeiros de bens, nossos grãos alimentam o Brasil...
Facilidade eu tenho em poder te homenagear!
Estado que tão querido seus filhos a abençoar
Nossos governos são fortes! Homens de brio a lutar
De divisão não falamos. Somos irmãos, nas lutas a se abraçar...
Meu Mato Grosso do Sul seu filho vem te lembrar
Nas lutas de um passado! Vitórias a conquistar
Temos ainda as batalhas que a sorte veio nos dar
Entre irmãos e nossos índios a paz Deus aqui vai derramar...


(Zildo de Oliveira Barros) 10/10/13 10h52min

Meu bom dia com um pedido de ajuda!


Pantanal do meu Mato Grosso do Sul.




Pantaneiros de uma causa que brilha ao ambiente, no choro triste de mãe! Do homem que te destrói, sorri dele tão contente, lhe dá comida e vida e mãe lhe é num repente das florestas suas filhas ele come as sementes, das águas que é a tua vida seus filhos a ele tu os consentes! Aos poucos ele a destrói mata animais inocentes, seus peixes já não existem! Socorro pede urgente! Por ti pantanal querido que eu lute por entre gentes, do ser humano se espera que sejas hoje prudente, que te deixe respirar e seus filhos ver contente, assim esperas ó meio que vives já bem descrente do ambiente a vida o homem te de presente...


(Zildo de Oliveira Barros) 17h59min

Mato não é lixo, folhas não são lixo
Provavelmente o lixo está presente no lugar da pineal, de quem ocasiona queimadas.

⁠Na crise ou não, você nunca verá um leão comendo mato.

Sou um dos lobos bons numa sociedade de galinhas assustadas. Claro que não as mato, só as assusto mais ainda com argumentos e fatos.

⁠Piúva eflorescida
no Mato Grosso do Sul
do meu bonito amor,
Moda de viola
encantada para me levar
onde você for,
Versos Intimistas
para celebrar o andor
de amar imensamente
a cada instante da gente.

⁠Não existe mais
Mapinguari
morando no mato,
Mesmo assim
é preciso seguir
com cuidado
nesta vida;
O Bicho-Preguiça
continua útil,
se seguir preservado.

Os tempos mudaram
definitivamente...

Só sei que existe
mais de um
Mapinguari
por todos os lados,
E não têm mais idade
e as línguas deles
estão sempre afiadas.

Os tempos são outros...

O Bicho-Preguiça
traz o melhor ensinamento:
O convívio não
pede enfrentamento
com Mapinguari de qualquer tipo.

Os tempos de hoje pedem que
não seja dado mais nenhum espaço.

Quando um Mapinguari surgir
para provocar ou mentir,
é só mudar o seu caminho,
fingir que escuta,
deixar falando sozinho
ou comece a ler um livro.

Só não deixe o Mapinguari
continuar enchendo os seus ouvidos.




Minha casa é no pé da serra, a lua eu vejo de lá, as flores eu pego no mato, mora eu e o sabiá.