Mas Sinto uma coisa muito Forte por Vc
esperto nas cordas bambas da insônia insana...
O silencio não acalenta minha dor
Adormecer ao som de cantilenas já não é um privilegio mas chegar a si; tomar nos braço do próprio despertar
Caindo a madrugada neva em brasas o vazio desperta os vultos e as sombra primeiro anda sem direção dos e pelos corredores com sussurros e chiados microfonia
Me ergo e levanto em alta voz desassossegado o tempo caminha distante sem muita presa os vento fracos empurra o frio pela frestas da casa vazia
A chama azul na tela palavras desliza desloca diante dos meus olhos tento expressa meus anseios e desejos antes que morra
A dor flecha chama embalsamada dentro dos termos sem meus propósitos me consome da sua voracidade insaciável
por charlanes Oliviera Santos
O sangue bronze infinito mar-horizonte
A triste mortalidade que supera o seu poder
derrete-se diante da fúria, fúria que o dia perdura
Cuja a dor pode a cálida aragem de estio superar o meu amor
O destroços ataque dos exaustivos dias, noite dolorida seguida de madrugadas chorosas
Sólidas lagrimas são indevassáveis
portões do coração-aço poupam o tempo da ruína
Ó temível pensamento! Onde se esconderá?
A joia mais magnífica do gélido abraço do tempo
Quem promove a destruição de sua beleza
negra tinta possa resplandecer o meu amor.
Cansado de tudo isto, uma morte pacífica imploro por que não impeça que nasça tão destinado sofredor
E a virginal virtude rudemente pisoteada, erroneamente desgraçada, a força desarmada pelo vacilante, loucura controlada cativo na tenda à insanidade
afastaria o tempo ao morrer para não abandonar o meu amor
Viver sabendo da sua existência que a dor desatina no peito solidão pois que vivas e não demoras
Por Charlanes Oliviera Santos
Parábola da Caverna - Platão
"Ainda que se tente salvar alguém, alguns ou todos, com conhecimento à liberdade, a luz arde nos olhos de quem acostumou-se com a escuridão, e poucos, ou por vezes, nenhum assim no costume aceitará sair da rotina que lhe é suficiente causa de prazer, conforto e estilo de vida. Porém, todavia, problema mesmo seria sair desta prisão, voltar à ela e deixar-se convencer que ali, assim é realmente melhor. Certeza o fardo da morte seria mais leve."
O que você vai lembrar de mim? De quem eu fui no final? Ou de quem eu fui no começo?
Tem um incêndio que eu não consegui apagar. É esse fogo no meu coração, por você.
Eu não sei pra onde tô indo, mas tenho certeza que, no final dessa estrada, tem alguém perfeito pra mim.
Quando você ama, dá seu coração sem saber o que vai vir logo em seguida. Sabe, o amor não é algo que pode ser imitado. Essa é a parte difícil.
As pessoas são assim. Apesar de conhecer os perigos, embarcamos em aventuras.
Entre Salomão e Nietzsche, a Senda do Poeta
Ser poeta não é ser um sábio, embora o poeta caminhe com os olhos cheios de mundo.
Ser poeta é, talvez, saber desviar dos abismos do saber.
Salomão provou de tudo: da carne e do vinho, da justiça e da insônia. Escreveu provérbios como quem grava cicatrizes em pedra. No fim, chamou tudo de vaidade. Mas errou — não porque ousou saborear o mundo, mas porque se esqueceu de manter acesa a lâmpada interior. A sabedoria sem direção vira labirinto. E o poeta não pode se dar ao luxo de se perder.
Nietzsche, por sua vez, levou a lucidez até os ossos. Arrancou o véu de todos os ídolos, inclusive o de Deus. Mas pagou um preço alto: foi vencido por aquilo que desejava superar. Ficou só, dentro da própria mente — uma caverna onde ressoavam apenas os gritos do seu gênio cansado.
Eu não quero ser como Salomão, que confundiu sabedoria com impunidade divina.
E também não quero ser Nietzsche, que confundiu liberdade com exílio da alma.
Quero escrever versos que me mantenham de pé.
Quero uma poesia que não apodreça, que não me transforme num profeta vencido pela própria visão.
Quero a palavra como caminho — não como cova.
Porque a verdadeira maturidade não está em saber tudo, mas em saber o que deixar de lado.
E a verdadeira poesia não nasce do delírio nem da vaidade — mas do silêncio que vem depois de ver demais.
“Tô magoada, tô confusa, tô sozinha. Tô precisando de alguém que entenda, de alguém que abrace, de alguém que me diga “Vai ficar tudo bem”.”
A música é essencialmente doze notas entre uma oitava. Doze notas e uma oitava se repetem. É a mesma história contada uma e outra vez. Tudo o que o artista pode oferecer ao mundo é o seu jeito de ver essas doze notas.
A menos que você vá em frente e tente, você nunca saberá. Essa é a verdade. Se há uma razão pela qual estamos aqui é dizer alguma coisa que as pessoas querem ouvir. Então você tem que segurar a oportunidade e não se desculpar, não se preocupe com o motivo de eles estarem escutando ou quanto tempo passou. Você simplesmente fala o que quiser falar.
Eu busco desvendar todos os mistérios que em mim se ocultam. Sou alomorfia permanente, enigma excelso. Existo dessarte. Recolho-me do universo e a ele me transmito.
Era noite e eu recebi a notícia de que ela não estava bem, me perguntei se deveria conversar com a mesma, já que estava com um pouco de receio da nossa amizade.
Quer saber? Deixemos o orgulho, mais uma vez, ir embora. – Pensei.
Esqueci o mal que eu mesma estava me fazendo e a perguntei sobre seu estado, e ela me disse que era besteira, mas eu, como sempre, não acreditei em suas palavras.
— Besteira? Não é não. – Disse eu, já impaciente.
— É, estou bem. Na verdade, é o mesmo de sempre.. O sentimento ruim me consome sem mais e nem menos, e eu não sei o que fazer.
Respirei fundo. Era difícil explicá-la que eu sabia bem o que era isso.
— Eu não sei se posso te ajudar. – Disse baixo, sentindo meu coração apertar.
Eu não sei, realmente, se poderia ajudá-la, pois, talvez, seja tarde demais para isso.
— Você não pode. Ninguém pode. – Ela falou e foi embora, e eu só a observei partir dali.
Ela estava desistindo, e desta vez eu não iria a impedir... Porque como ela, eu também estava mal.
— Adeus, alma. – Foram as únicas palavras que consegui falar ao vê-la desaparecer pelo caminho, não sei se a mesma me ouviu, mas eu espero que sim.. Pois, ela precisa entender que eu também estava desistindo de mim.
O adolescente é esse ser de idade indefinida, que está numa constante busca.Eles não sabem o que realmente são, nem o que realmente podem fazer.Até hoje só se sabe que eles são muito velhos para metade das coisas e muito novos para o resto.Basicamente, são seres descompreendidos.
e com o tempo eu aprendi, a minha nobreza é um verdadeiro sinônimo da idiotice, e a minha idiotice pode ser um verdadeiro sinônimo da nobreza
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