Mas Sinto uma coisa muito Forte por Vc

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⁠Se você sempre disse uma coisa pra você, com certeza um dia você vai fazer.

Hoje eu entendi uma coisa que não veio de livro, nem de frase pronta. Veio do silêncio.

Percebi que o que sustenta o ser humano não é o amor romântico, nem as pessoas ao redor, nem os prazeres rápidos que distraem a dor. Não são os dias ensolarados que animam, nem os dias frios que recolhem. Tudo isso passa. Tudo isso oscila. O que nos sustenta é a fé. E a esperança. É uma fé quase invisível, dessas que não fazem barulho, mas permanecem. É a esperança que fica ali, quieta, em segundo plano, mesmo quando tudo parece estar desmoronando por dentro. Porque, se a gente parar pra pensar, como continuar quando não se acredita que algo maior está organizando o caos? Como seguir se não houver, ainda que mínima, a certeza de que dias melhores podem existir? A fé não é grito. É sussurro. A esperança não é euforia. É resistência. Elas seguram nossa mão nos dias em que ninguém mais consegue. Elas nos lembram que o processo não é o fim, que a dor não é sentença, que o hoje não define o para sempre. Há uma força chame como quiser que nos atravessa e nos mantém de pé quando a lógica já teria mandado desistir. Sem fé, a vida vira peso. Sem esperança, o caminho vira escuridão. Mas quando ainda acreditamos, mesmo cansados, mesmo feridos, algo dentro da gente continua aceso. E é essa pequena chama que nos torna fortes. Não invencíveis fortes. Capazes de suportar o tempo, o silêncio, as perdas e as reconstruções. No fim, talvez não carreguemos nada além disso: a esperança tranquila de que dias melhores chegam e a fé serena de que estamos sendo guiados até eles.

Quanto mais a gente revisita uma coisa ruim mais ela demora a passar.

⁠O amor não é uma coisa que se sente. É uma coisa que se faz.

Teologia Arminiana

Esse calor de domingo só tem uma coisa bonita, o brilho do sol.

Quantos esqueceram, ou guardam uma saudade incomensurável de coisa tão simples, tão delicada, por não dizer tão lúdica: passear pela natureza de mãos dadas com quem amamos, com o sorriso das flores, a bênção do sol e a felicidade no coração.

O DESORGANIZADO trabalha DOBRADO!!!!


Começa uma coisa e larga, pega outra coisa e não termina!!!


Perde isso, não acha aquilo!!!!


Tudo vira uma bagunça, um rebuliço total!!!

É inutil esbravejar, gritar, se revoltar com o mundo. Se tem uma coisa que temos que aprender, é que quando não estamos contentes com algo, temos que mudar. A mudança ocorre a partir de nós. Tem pessoas que passam a vida pedindo uma benção, mas não fazem nada para alcançá-la, a benção não bate sozinha na tua porta, você tem que se levantar e lutar por ela, ficar ai parado, sentado, reclamando, não vai te levar a nenhum lugar. (Priscilla Rodighiero)

O perdão é uma coisa difícil, sabe por quê? Porque nem sempre a gente está disposto a matar o nosso ego!

Clark: Eu percebi uma coisa na minha ausência. Que emoções, boas ou ruins, elas não desaparecem. Seja você quem for.

Se há uma coisa que eu compreendo! É que jamais estarei só! O Deus verdadeiro, criador do céu e terra, sempre está comigo eternamente! Ultimamente tenho sentido a sua presença no meu ser! Não interessa o que não fiz aqui! Mas interessa o que farei na eternidade! Louvado seja o nome de Jesus Cristo!

Nem tudo nessa vida é o que você pensa, só falo uma coisa, nunca se apegue às pessoas porque ninguém é pra sempre. Reflita, família.

Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.

Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.

E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.

Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.

Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.

Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.


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Só sei uma coisa: onde eu estou, faço o meu trabalho com excelência, categoria e inteligência 🪬🧠 Além disso, trago energia para o ambiente, o que somente, os sábios iram notar.

"Uma mente que consegue permanecer focada, ela consegue construir qualquer coisa."

A pior coisa a ser feita é fingir que entendeu uma piada, pois aí teremos dois tontos: o farsante que finge que entendeu e o palhaço, aquele que pensa que abafou.

⁠Uma mente criativa só precisa de conhecimento para tornar qualquer coisa possível.

Para cada coisa ruim na vida, há uma boa para manter o equilíbrio.

Ficar famoso quando se tem vinte e poucos anos é uma coisa difícil de superar.

Charles Bukowski
Sobre a escrita. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023.

⁠tem muita coisa ruim na vida
não deixe que o amor se torne uma delas