Mas Sinto uma coisa muito Forte por Vc
Sem fotos
Sem textões
Sem enfeites natalinos
Há Deus só te peço uma coisa, que dê a cada um o que merece, que o tempo se encarregue de tudo, e que venha a paz aos que tanto merecem.
Ah, minha mãe ensinou-me uma coisa valiosa: o poder da oração, o poder de crer em Deus, há mais mistérios entre o céu e a terra que a gente possa imaginar, Shakespeare.
“Uma coisa é errar consciente do erro; outra é errar quando se pretendia fazer o que parecia certo.”
E olha… eu vou te contar uma coisa que a gente só entende depois de apanhar emocionalmente igual tapete em dia de limpeza pesada… amor que marca é barulhento. Faz escândalo, quebra prato invisível, deixa cicatriz que a gente até mostra com um certo orgulho, tipo troféu de guerra que ninguém pediu pra disputar. Já o amor que permanece… ah, esse quase não faz barulho nenhum. Ele chega de mansinho, senta do seu lado e, quando você percebe, já está ali há anos, dividindo até o último pedaço de pão e o último suspiro de paciência.
Eu já fui dessas que confundia intensidade com destino. Achava que quanto mais difícil, mais verdadeiro. Quanto mais lágrimas, mais profundo. Basicamente uma novela mexicana ambulante, só faltava a trilha sonora dramática e uma câmera dando zoom no meu rosto enquanto eu olhava pro nada pensando “por quê?”. E o pior é que a gente romantiza isso. A gente acha bonito sofrer. Olha que perigo.
Mas aí a vida, essa professora sem paciência e sem filtro, vem e fala “minha filha, senta aqui que você ainda não entendeu nada”. E foi aí que eu comecei a perceber que o amor que fica não precisa te convencer de nada. Ele não te deixa em dúvida, não te faz virar detetive emocional, não exige interpretação de texto às três da manhã.
O amor que permanece é quase sem graça… e é justamente por isso que ele é extraordinário. Ele não te dá frio na barriga todo dia, porque te dá algo muito melhor: paz. E paz, minha querida, não viraliza, não rende história caótica pra contar pras amigas, não dá engajamento… mas sustenta uma vida inteira.
Entre o amor que marca e o amor que permanece, eu também fico com o que fica. Porque o que marca às vezes só prova que doeu. O que permanece prova que deu certo. E no final das contas, depois de tanto drama desnecessário, tudo o que a gente quer é alguém que fique. Que fique quando o encanto dá uma cochilada, quando o dia é comum, quando a gente não está interessante, quando a gente só é… humana.
E é curioso, porque o amor que fica não grita “eu sou o amor da sua vida”. Ele só… fica. E nisso, ele vence.
Agora me diz, você ainda está escolhendo emoção ou já está escolhendo permanência?
Eu vou te dizer uma coisa que ninguém gosta de ouvir, mas todo mundo já sentiu na pele em algum momento: não é o silêncio que machuca, é o que a gente imagina dentro dele. Porque o silêncio, por si só, é só ausência de som… mas na cabeça da gente ele vira roteiro de filme dramático, com trilha sonora triste e direito a prêmio de sofrimento interno.
Tem uma coisa que ninguém conta quando a gente começa a viver achando que é protagonista de alguma grande história… é que no final, o público vai embora sem avisar. Um por um. Sem aplauso, sem despedida organizada, sem aquela trilha sonora dramática que a gente imaginou na cabeça. A vida não tem créditos finais, ela tem silêncio.
Eu fico pensando nisso às vezes, assim, do nada, mexendo no celular ou lavando uma louça qualquer. Em algum momento, vai existir um dia em que a última pessoa que lembra de mim vai respirar fundo pela última vez… e pronto. Acabou. Não sobra nem eco. Nem alguém pra dizer “ela gostava disso”, “ela ria assim”, “ela tinha esse jeitinho estranho de pensar demais enquanto fingia que estava de boa”.
E olha que curioso, porque a gente passa a vida inteira tentando deixar marca. Filho, foto, vídeo, texto, briga, reconciliação, status bonito, frase de efeito… como se a gente estivesse assinando presença no mundo. Só que o mundo é um quadro branco gigante e insistente, que apaga tudo com o tempo. Sem dó, sem cerimônia, sem perguntar se pode.
E não é triste do jeito que parece, sabe? É quase libertador, mas com um toque de deboche. Porque se tudo isso vai desaparecer mesmo… então pra quê tanto peso? Pra quê viver como se estivesse sendo avaliada por um júri invisível que nem vai existir daqui a alguns anos?
Eu começo a achar que a graça da vida não está em ser lembrada, mas em sentir enquanto dá tempo. Em rir alto mesmo sabendo que ninguém vai guardar o som. Em amar alguém mesmo sabendo que essa história não vai virar lenda. Em viver como quem escreve na areia, sabendo que a onda vem… mas escrevendo mesmo assim, caprichando na letra, fazendo até um coraçãozinho no final.
No fundo, talvez a gente não precise ser eterno. Talvez a gente só precise ser intenso o suficiente pra que, enquanto estamos aqui, faça sentido. Nem que esse sentido dure só o tempo de um café quente ou de uma conversa que ninguém mais vai lembrar amanhã.
Porque veja bem… o esquecimento não é um castigo. É só o jeito do mundo seguir em frente. E a gente, enquanto ainda está aqui, pode escolher: viver tentando não ser apagada… ou viver sabendo que vai ser, mas mesmo assim, viver bonito.
Agora me diz, se tudo acaba no silêncio… não dá uma vontade ainda maior de fazer barulho enquanto dá tempo?
Coloque uma coisa na sua cabeça: as pessoas só gostam de você enquanto você é útil. Quando você deixa de servir aos interesses delas, você se torna desinteressante. Pense nisso.
" Cada momento difícil que enfrentamos em 2025, só diz uma coisa.
A fidelidade de Deus nos acompanhou e conseguimos vencer cada momento adverso."
Deus seja louvado
Tem uma coisa curiosa sobre a gente que ninguém conta no manual da vida, até porque esse manual nunca foi entregue. A gente sonha coisas que parecem roteiro de novela das nove, cheio de drama, olhar atravessado e silêncio pesado. Acorda meio confusa, meio irritada, às vezes até com vontade de tirar satisfação de algo que, tecnicamente, nem aconteceu. E aí vem a frase racional, quase como uma tentativa de se proteger do próprio coração: sonho não é prova de nada. E não é mesmo. Se fosse, a gente já teria perdido o juízo há muito tempo.
Mas também existe essa outra verdade, mais quieta, mais sutil, que chega sem fazer alarde: sentimento não nasce do nada também. Ele não brota como mato em terreno abandonado. Tem raiz. Tem história. Tem pequenos detalhes acumulados que a gente vai fingindo que não vê, vai empurrando para debaixo do tapete emocional, como quem acredita que ignorar é o mesmo que resolver. Não é.
Às vezes, o sonho é só um exagero da mente, um teatro meio bagunçado do que a gente viu, ouviu ou temeu durante o dia. Mas o sentimento… esse é mais honesto. Ele pode até se confundir, pode até exagerar, mas dificilmente é totalmente inventado. Ele costuma ser um sussurro do que já estava ali, pedindo atenção, pedindo nome, pedindo coragem.
E eu fico pensando que o problema não está no sonho em si. Está no que a gente faz depois de acordar. Tem gente que ignora tudo, como se nada tivesse acontecido. Tem gente que se afoga naquilo, como se fosse uma verdade absoluta. Mas talvez o caminho mais difícil, e mais verdadeiro, seja olhar para dentro com uma certa sinceridade desconfortável. Aquela que não acusa ninguém primeiro, mas também não se abandona.
Porque sentir não é crime. Mas também não é sentença.
É só um convite. Um convite para investigar o que dentro da gente está pedindo mais cuidado, mais atenção, mais verdade. Às vezes não tem nada a ver com o outro. Às vezes tem tudo a ver com inseguranças antigas, com medos que a gente achou que já tinha superado, mas que só estavam quietinhos, esperando uma brecha.
No fim das contas, sonho pode até ser ilusão. Mas o que a gente sente… isso é real o suficiente para merecer ser ouvido, nem que seja em silêncio, numa conversa sincera consigo mesma, dessas que a gente evita, mas sabe que precisa ter.
E se você já se pegou pensando assim, talvez não seja sobre desconfiar do mundo. Talvez seja sobre entender melhor o seu próprio coração.
Agora me conta uma coisa… já aconteceu de você acordar com um sentimento que parecia mais real do que o próprio dia?
E quando terminar de refletir, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu escrevo como quem conversa, e talvez você se encontre em alguma dessas palavras.
A morte é uma das coisas que temos medo, mas ela é a unica coisa que podemos ter certeza que ira acontecer''.
No fim das contas, eu descobri uma coisa meio inconveniente, dessas que a gente não posta em status porque não rende aplauso imediato: o que é rápido quase nunca cria raiz. E raiz, minha querida, é feio no começo. Não tem filtro que salve. É terra, é esforço, é tempo, é aquela sensação de “será que isso aqui vai pra frente ou eu tô só regando um problema?”. Substituir é elegante, é limpo, é quase coreografado. Você troca, recomeça, reinventa, e pronto, parece que resolveu. Só que não resolveu nada, só mudou o cenário do mesmo enredo.
Construir, por outro lado, é quase um ato de teimosia emocional. É acordar num dia meio sem graça e ainda assim escolher continuar. É olhar praquilo que já não tem mais novidade nenhuma e, mesmo assim, encontrar um motivo pra permanecer. E olha, permanecer não tem glamour nenhum. Permanecer não ganha curtida, não vira história bonita pra contar em mesa de bar. Permanecer é silencioso, é repetitivo, é quase invisível. Mas é justamente aí que mora o segredo que ninguém gosta de admitir: o que fica não é o que começa perfeito, é o que sobrevive imperfeito.
Eu ando desconfiando cada vez mais desse vício moderno de querer tudo pronto, leve, sem atrito. Parece que qualquer dificuldade já virou motivo pra desistir. Como se tudo tivesse que vir com manual, garantia e botão de desistir fácil. Só que as coisas que realmente valem alguma coisa não funcionam assim. Elas exigem presença. Exigem paciência. Exigem que a gente suporte o desconforto de não ter certeza.
E eu sei, dá trabalho. Dá um trabalho quase ofensivo. Tem dias em que dá vontade de largar tudo e escolher o caminho mais curto, mais simples, mais bonito na superfície. Mas aí vem aquele pensamento inconveniente de novo: o fácil não sustenta. O rápido não aprofunda. O imediato não permanece.
Então eu fico. Fico não porque é sempre bom, mas porque é verdadeiro. Fico porque entendi que construir não é sobre ausência de dificuldade, é sobre decidir que aquilo merece o esforço. E, no fim, é quase engraçado perceber que aquilo que mais cansa é exatamente o que mais cria história. Porque ninguém conta com brilho nos olhos sobre aquilo que foi fácil demais. A gente conta sobre o que resistiu.
E eu, sinceramente, ando preferindo o que fica. O que cria raiz. O que demora. O que exige. Porque no meio de tanta coisa descartável, ter algo que permanece virou quase um luxo emocional.
Agora me conta… você também tá começando a desconfiar do que é fácil demais?
Tem uma coisa estranha acontecendo dentro da minha própria casa e eu ainda não decidi se isso é amadurecimento ou algum tipo sofisticado de bug emocional. Meu marido anda em silêncio, mas não é aquele silêncio confortável de quem já dividiu tantas palavras que agora pode descansar nelas. É um silêncio que observa. Ele fala pouco, mas quando fala, solta frases que parecem ter vindo de uma reunião secreta com a própria consciência. Diz que agora percebe coisas que antes não percebia. E eu fico olhando pra ele com a sensação de que perdi o acesso à versão anterior do homem com quem eu me casei.
E aí teve o beijo.
Eu estava ali, entregue, porque quando eu amo eu não sei amar pela metade. Eu beijo como quem assina contrato sem ler as cláusulas, confiante, intensa, emocionalmente parcelada em doze vezes sem juros. Só que no meio daquele momento que, teoricamente, era pra ser nosso, eu senti. Não foi falta de toque, não foi ausência física. Foi pior. Foi ausência de presença. É como se ele estivesse ali… mas não estivesse. Como se o corpo dele tivesse comparecido, mas a mente tivesse mandado um representante.
Quando eu abri os olhos, ele estava me olhando. Não era um olhar apaixonado, nem distraído, nem sequer culpado. Era um olhar… analítico. Como se eu fosse um documentário interessante passando na televisão e ele estivesse tentando entender a narrativa. E naquele exato segundo, alguma coisa dentro de mim fez um barulho baixo, tipo vidro trincando devagar.
Eu me senti descartável.
Não descartável no sentido dramático de novela das nove, mas naquele jeito silencioso, sofisticado, quase elegante de perceber que talvez eu não esteja mais sendo vivida, só observada. E isso, pra quem sempre foi intensidade pura, é um tipo de solidão muito específica. Porque não falta alguém ali. Falta ser sentida.
E desde então eu fico tentando decifrar esse novo idioma dele. Será que ele evoluiu e eu fiquei parada? Será que ele está enxergando coisas que eu nunca quis ver? Ou será que ele simplesmente se afastou emocionalmente e agora chama isso de consciência?
O mais curioso é que ele não parece distante no sentido clássico. Ele não brigou, não sumiu, não virou outra pessoa completamente. Ele só… mudou o jeito de estar. E isso é muito mais difícil de confrontar, porque não tem um problema claro pra resolver. Tem uma sensação. E sensação não se debate, se vive.
E eu continuo aqui, meio entre o amor que eu construí e a dúvida que começou a sussurrar. Porque amar alguém que está presente é fácil. Difícil é amar alguém que começa a se retirar sem sair do lugar.
No fim das contas, talvez o maior medo não seja perdê-lo. Seja perceber que, de alguma forma, eu já comecei a perder… e ainda estou aqui, beijando alguém que me olha como se estivesse tentando entender quem eu sou.
Agora me conta, você já se sentiu assim também?
A melhor coisa sobre uma fotografia, não é a cor , contraste ou tempo da mesma ,é que ela não muda mesmo quando as pessoas mudam e se modificam .A fotografia é única ou talvez um dos poucos poderes dados ao humano em ter o poder sobre o tempo: ela o paralisa exalando o cheiro .
Eu descobri uma coisa simples que parece pequena, mas muda o rumo do meu dia inteiro, como quem muda a direção de um barco só girando levemente o leme. Eu acordo, ainda meio sonolenta, com aquele pensamento automático de já pegar o celular, ver o mundo, ver a vida dos outros, ver o que nem é meu… mas aí eu me lembro de mim. E paro. Só paro.
Fecho os olhos. E pronto, o espetáculo começa sem precisar de tela.
Tem o passarinho que canta como se estivesse anunciando alguma novidade urgente, que na verdade nunca chega, mas ele insiste. Tem o vento que bate nas folhas como se estivesse fofocando segredos antigos da terra. Tem um cachorro lá longe que resolve participar da orquestra sem ser convidado. Tem até o silêncio, que não é ausência de som, é um som mais profundo, mais honesto, quase tímido.
E eu fico ali, quieta, como se estivesse assistindo a vida sem interferir nela. Sem pressa, sem cobrança, sem aquela lista mental que vive me perseguindo. Só ouvindo. Só existindo. Só sendo.
É engraçado como a gente passa tanto tempo procurando paz em coisas grandes, caras, distantes… quando ela mora ali, encostada na manhã, esperando só que alguém feche os olhos e escute. Não é sobre ter tempo, é sobre escolher parar. Nem que seja um pouquinho. Nem que seja um minuto roubado da correria.
E quando eu abro os olhos de novo, o mundo continua o mesmo. Mas eu não. Eu volto mais leve, mais inteira, como se tivesse lembrado quem eu sou antes de virar obrigação.
Se eu pudesse dar um conselho, daqueles simples e teimosos, eu diria: faz isso também. Fecha os olhos de manhã e escuta. A vida fala baixo, mas fala o tempo todo. E quem aprende a ouvir… nunca mais se sente tão perdido.
Primeiramente é indispensável esclarecer uma coisa: NADA NUNCA ESTÁ PERDIDO. Nunca se deixe abater pelas circunstâncias da vida. Não importa o que você está passando, Deus está sustentando você. (Deus sempre tem uma saída).
Talvez nos momentos difíceis o desespero não permite que seus OLHOS CARNAIS enxerguem a realidade dos fatos. Mas após as lágrimas, após o susto, pare um minuto, respire e olhe ao redor.
Deus está aí com você, providenciando o escape dessa provação.
Acredite, você é privilegiado. Ninguém está livre de passar por dificuldades, mas aquele que volta os seus olhos para o Senhor tem a vantagem de ter a presença do Pai ao seu lado.
E não há nada melhor do que receber o afago de Jesus Cristo. Não há nada comparado ao consolo vindo direto do Espírito Santo.
É dolorido passar pelas provas da vida? É sim, mas Deus vai tratando e curando cada ferida aberta, basta permitir que Ele faça isso.
Parece que não há solução? Não importa qual é o teu problema, Deus te dá a solução. Ele é o Deus soberano, criador dos céus e da Terra, para Ele não há barreira, não há limite, não há impossível. Portanto, não se intimide. Levante a cabeça e encare de frente a tua dificuldade, pois Deus é contigo. Ele já mandou anjos diante de você para lutar em teu favor. Creia, a vitória já é sua. Mesmo que você ache que a batalha está perdida, mesmo que pareça que gigantes se levantaram contra você, permaneça firme, siga adiante, pois Deus irá derrubar o Golias. Em Cristo Jesus somos mais do que vencedores. MAIS DO QUE VENCEDORES.
—By Coelhinha
"UMA COISA PRIMORDIAL NA MINHA VIDA EU APRENDI: Nunca dê sua atenção (MORAL) para quem não quer e muito menos contar sua vida para quem não interessa saber suas dores mais na hora do milagre, na hora da benção está ai e quer que você comparta. SAIBA SER SELETIVO."
—By Coelhinha
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