Mario Quintana Frases de um Amor Corespondido
A batida da música que me faz mexer a cabeça é uma forma de causar uma confusão nas minhas idéias, ironicamente isso me traz paz.
O ar de uma vida igual aquelas que passam no cinema, com muita comédia e ação, pequenos atos de drama e alguns críticos tentando se destacar com sua opinião, mas o filme não é deles, precisam se contentar com a figuração.
Essa eterna vontade de falar sem ninguém com o privilégio de ouvir, me faz pensar que qualquer palavra é proibida no reino do carteado, seja vitorioso ou não, é o bastante, não há o som, mas há conduta, que por si só já é a expressão autêntica de quem você precisa ser.
O que a opinião é senão uma leve expressão de sua conduta, um grito no vácuo das relações sociais atuais, que sinceramente, pode ser bem guardada e trancafiada num belo baú de tesouros, à espera de uma bela gatuna.
Me encanto com a lua, cheia de fases e mistérios
Observo as estações do ano, sempre rotineiras e inconstantes.
É tão deselegante dizer que deus me acompanha a todos os momentos, prefiro dizer que ele me acompanha apenas nos momentos felizes e me protege nos dias impossiveis.
Dizem que quando estamos próximos ao calor da morte podemos ver nossa vida passando como um filme.
Espero ter essa alegria e poder gravar em dvd os shows que eu vi.
Infiro os transeuntes e suas relações insociáveis...
Aquele que nos livros procurava esquecer o profundo ermo e o distúrbio inato e incurável.
Como um fantasma que se refugia
Na solidão da natureza morta,
Por trás dos ermos túmulos, um dia,
Eu fui refugiar-me à tua porta!
Os ventos murmuram o padecimento da tramontana, pensamentos batelados vagam ermos de si mesmos sobre está choupana velha, em deslumbre
dessa antropofobia que em momento algum já olvinado
atrás de devaneios e euforia.
É, minha pequena não conseguir evitar
E hoje mais um escrito venho lhe entregar.
Que tremenda gratidão, eu contigo namorar.
Logo mais nossa casa iremos começar
E então o casamento iremos apreçar
E com nossos filhos a Deus iremos honrar.
