Mario Quintana Frases de um Amor Corespondido

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A virtude não é um dom, é um músculo. Se não exercitares a paciência, a honestidade e a coragem todos os dias, eles atrofiam.

A felicidade não é um pico a ser atingido, mas a maneira como você caminha. Ela está nos seus passos, na sua razão, não no seu destino.

Seu lar não é um lugar. É o seu caráter. Onde quer que você vá, ele é o único bem que o destino não pode tirar de você.

A raiva é punir a si mesmo pelo erro de outro. O perdão não é um presente para o outro, é a chave que liberta você da prisão do passado.

O primeiro raio de sol não é apenas luz, é um convite dourado para reinventar a sua história.

A pior tortura é o loop mental de um momento que não pode ser reescrito, a única saída é aceitar que a história já acabou e virar a página.

A dor não é um sinal de fraqueza, é a prova viva de que o nosso sentir é imenso demais para ser contido, e que o coração, apesar de tudo, ainda está vivo.

A ilusão tem a beleza efêmera de um castelo de areia na maré alta e o desmoronamento ensina o valor do que é sólido.

O sorriso mais bonito é o que esconde a história de um choro superado, ele carrega a luz de quem voltou do escuro.

Ninguém se perde de verdade, apenas se encontra em um novo lugar e esse lugar, muitas vezes, é mais fiel à sua essência.

A gratidão não é um suspiro leve, mas a memória em carne viva do coração que se recusa a esquecer o dom, ela transmuta o fardo brutal da obrigação na epifania silenciosa de uma bênção.

A liberdade é um espectro selvagem que só se materializa na fronteira do outro, sua autonomia visceral encontra o limite exato onde começa o território sagrado do respeito alheio.

A covardia não é o passo para trás, mas a permanência mórbida onde o coração se tornou um túmulo frio, o ápice da bravura é a fuga instintiva para salvar a si mesmo, ainda que o mundo chame isso de abandono.

A vida é um pulso elétrico efêmero entre o nada que nos precedeu e o nada que virá, que o seu preenchimento não seja o volume, mas a densidade atômica de cada momento vivido, e que sua intensidade seja o único legado.

A verdade é um corte cirúrgico doloroso, mas a mentira é o câncer lento que necrosa a alma em prestações, prefira a dor aguda e limpa da revelação ao sofrimento crônico e paralisante da ilusão.

Que a sua vida seja um texto solar, visível, mas com entrelinhas e cifras que só o olhar do seu centro possa decifrar, a transparência é uma escolha, mas a intimidade é o santuário resguardado para um só.

A vida não se revela como um mapa, mas como uma escadaria em névoa, só a fé no peso do calcanhar ilumina o degrau seguinte. É um ato contínuo de confiança cega, jamais um exercício de visão panorâmica.

A vida é uma morte e um batismo contínuos. Os fins não são punições, mas a poda cirúrgica que garante o espaço vital para o novo, celebre a clausura para que a abertura ressoe com a força de um evento cósmico.

A maior resistência em um mundo feito de guerra fria e navalhas é o músculo tenro da ternura, ela é a revolução mais difícil, a bandeira branca erguida com
a força de um soco.

A dor é um veredicto com data de expiração gravada na carne, mas o sofrimento é a assinatura mental que você renova à meia-noite, um
tormento autoimposto.