Mario Quintana- Brevidade da Vida
Passarinho do contra
O tempo passa
como as águas
correntes do Velho Chico
e assim como o poeta
em seu poeminho:
eles passarão...
eu passarinho!
Mentira de uma
memória tropical
Só somos
o que somos
porque sempre
lembramos do
que não devemos
ser.
Não era 2012
era 2021
A vida ainda
é valorada em reais,
eles acham que a vida deles
vale mais do que a de vocês
é só dinheiro e poder,
nada pessoal,
seu pessoal
tem que morrer
tá ok?
A parte que falta
Nesse emaranhado
de metades
sou todas as partes
não me falta nada
que vem de dentro
o meu destino
é o mesmo
de todo ser vivo
viver cada segundo
até que seja o último.
Que me leve
Que venha o vento
que me leve
que eu direi:
-meu caro,
até breve
ainda é tempo
de momentos
e eu estou atento.
Tenho pressa de viver
tudo o que me resta
e o que me resta
senão a pressa
eu aperto o passo
e o tempo me aperta
estou preso
no que sou
e no que posso ser
e não há nada
que eu possa fazer.
Queria ter dinheiro para sair do País,porém dinheiro não tenho e fico "infeliz" esperando algo que não vai acontecer,pois o tempo esqueceu de responder,aquilo que só o amor tem o poder para desfazer e refazer.
Entre visões e ambições o ser humano se perde dentro de sua própria armadilha que o inspira a se consumir ao poucos e aos poucos, não mais existir.O brilho que dantes havia se foi como vento sereno da manhã do dia seguinte onde só existia o inverno como companhia. By: Jefferson Allmeida
Poema do dia:
Vida que traz sorrisos e abraços,
Vida que traz pureza e podridão,
Vida que traz a luz e a escuridão ou até mesmo a solidão.
O que o tempo levou e que não pode trazer de volta,entre abraços e sorrisos eu perdi você.
A chuva traz a frieza na aurora,e o cheiro do renovo que antes só havia o desgosto.
Mas tudo não passa de um "sonho" se não você não estiver aqui comigo.
Poema: Lágrimas.
As lágrimas caem o sorriso se vai.
Com ela se extingue o que se havia perdido no paraíso,
Vidas e sorrisos,abrigo e frio,sonhos e derrotas surpresas de outrora que em tempos onde um simples gesto trazia riso.
Hoje em dia o que resta é as lembranças de um passado bom,que no fim de cada tarde o sol em seu estandarte iluminava e expulsava a escuridão e o frio, porém ao passar do tempo a noite chegava com seu jeito orgulhoso e esnobe tirava as forças e o brilhos do sol que aos poucos desfalecia e se entregava e dava espaços a escuridão da noite da solidão.
Porém quando a noite esta mais fria e solitária pode se ver um raio de sol a aparecer apagando a escuridão e retirando a solidão.
By: Jefferson Almeida
As vezes não pensamos antes de falar e a paciência se vai, com o vento que traz o simples arrependimento da consciência pesada das palavras que foram jogadas sobre este vento que por tanto andar pairando sobre as cabeças atribuladas descarrega o que foi lhe ofertado sem ao mesmo sua pedição mas sem reclamar carregou o fardo de tristeza e lágrimas de um passado amargurado que a vida lhe causou.... By: Jefferson Allmeida
Poema:
Estrada da vida....
Ah estrada da vida,percorrida por muitos e esquecida por poucos. De fato ela existe desde do primeiro dia que respiramos o ar imundo que este mundo ofereceu como troca do desgaste que o tempo e o ser humano com o egoísmo lhe castigou.
Ah estrada da vida,não te escolhemos como amiga mas simplesmente nos surpreende com teus encantos e armadilhas e nos ensina de forma simples ou ate mesmo com a tristeza da perca de quem tanto amamos.
Porém essa estrada encontramos de tudo um pouco,encontramos bandidos e moços,encontramos sorrisos e lágrimas mas o que aprendemos nessa estrada jamais poderá ser esquecido pois ela grava como cicatriz ou tatuagem,não marca a pela mas marca a alma.
Vida de enganos....
Vida que traz a dor,
vida cheia de desamor,
vida de encantos e enganos;
vida de sentimentos mentirosos e abraços guardados.
Vida que como vento se vai,vida que chega com o milésimo de um segundo nos apraz.
Vida que nos engana com amores que se vai,
vida que nos alegra como amigos que nos refaz e desfaz.
O momento acabou e a vida se findou.....
autor: Almeida Jefferson
**A vida é agora**
A vida é agora.
Não depois, não antes.
A vida é agora.
Se passaram tanto tempo e, ao mesmo tempo, não se passou nada.
A vida é agora.
Estou chegando aos 31.
31 anos.
Mas a vida é agora.
Foram tantos traços, tantas nuances, tantos encontros e desencontros,
que a vida me trouxe para o agora.
Hoje me faço poeta.
Hoje me invento e reinvento.
A vida...
A vida é agora.
A vida...
A vida é agora.
Momentos de melancolia, momentos de reflexões.
Dentro desse um ano, a vida me fez experimentar cada instante.
Encontrei amigos, distanciei-me de outros.
Abracei pessoas que não gostavam de estar por perto.
Encontrei pessoas improváveis,
que me abraçaram e me amaram pelo que eu sou,
pelo que eu me tornei.
Porque a vida...
A vida é agora.
Hoje consegui entender, refletir sobre mim e entender,
como a Fernanda Torres falou,
que a vida acontece fora dos 1% e entra nos 99%,
como o café da manhã que a gente tem com os nossos...
Porque a vida...
A vida é agora.
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Se você não existisse...
Se você não existisse
Nem posso imaginar
Ausente a cascata de amor
Reflexo sem luz da dor
Se você não existisse
Eu a teria inventado
Só para ficar todos os dias
Cada segundo ao seu lado
Se você não existisse
Não haveria paz, beleza
Alegria, carinho ou sorriso
Muito menos paraíso!
Se você não existisse
Qual razão de um desejo?
Bocas secas, anseio ardente
De um pecar tão quente
Se você não existisse
Para que poesia, estrela
Lua, sol, terra e mar
Sem a felicidade à visitar?
Se você não existisse
O mundo estaria vazio
Seria triste, apagado
Viveria sempre amargurado
Se você não existisse, quer saber?
Também queria não existir!
Pois só há vida enquanto se vive
Com alguém como você
A rainha
Conta-se a lenda de uma rainha que viveu num país além-mar há muitos séculos. Sempre coberta de jóias e adornos preciosos que enfeitavam sua vestimenta valiosa, ela não media esforços para atormentar seus servos em prol do aumento da produtividade para saciar seus desejos de ostentar ainda mais a riqueza, ser admirada por todos e tornar-se um exemplo, embora o povo sequer conhecesse o sabor do pão que, em enormes recipientes, eram jogados no lixo todos os dias daquele castelo em que a rainha vivia e de onde raramente saía.
- Nada de útil esse povo pode oferecer-me além do ouro e da seda - dizia ela - para que possa ser dado o tratamento que eu, majestade, mereço. Muitos têm que sofrer para que poucos, como eu, desfrutem do prazer de viver. Essa é a lei! Tenho tudo que preciso: jóias, sedas e um mundo de facilidade e felicidade por isso.
Certa noite, enquanto todos dormiam, um de seus servos bateu à porta de seu aposento e deixou uma carta que dizia:
"Vossa majestade, por favor, com todo seu conhecimento e poder, peço que dê ao povo o que é do povo." Surpresa, a rainha ordenou que os servos trabalhassem mais uma hora por dia e aumentou os impostos da população.
Aproximadamente quinze dias depois, novamente outra carta fora deixada com os mesmos dizeres. A rainha, dessa vez, dobrou a sanção imposta aos servos e ao povo. Assim, passaram-se dois meses; cartas seguidas do aumento de horas e impostos, até que um dia a rainha subitamente sentiu-se mal, sendo constatado por médicos que não resistiria muitos dias devido à sua gravíssima condição.
Em seu leito, reuniu os servos e perguntou quem, durante aqueles dias, deixara cartas solicitando para dar ao povo o que é do povo, bem como o que deveria ser dado. Um dos servos tomou a dianteira do grupo e disse:
"Majestade, sempre acreditei que o que torna um homem rico e um exemplo de vida é o seu trabalho honesto, o reconhecimento de seu esforço e a dedicação com amor àqueles que o cercam. As jóias, os tecidos, nada disso levaremos em nossa trajetória. Gostaria apenas que vossa majestade desse ao povo o que é do povo: respeito enquanto ser humano, admiração enquanto trabalhador e amor como um irmão, pois somente isso nos faz crescer e nos tornarmos admirados, além de ser tudo o que realmente precisamos na vida para alcançarmos a felicidade".
Então, a rainha quase sem forças entregou a ele sua coroa dizendo em tom baixo de voz: "Irmão, vos faço meu sucessor, pois demonstrastes que dentro de ti reina os mais nobres sentimentos! Não fui digna da coroa, mas és digno desse povo!"
Com um delicado desejo de sucesso fechou os olhos e adormeceu para a eternidade.
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