Mario Quintana- Brevidade da Vida
Cristo ressuscitou, aleluia! E com Ele, a esperança, o amor e uma nova vida. Ele vive — e Sua redenção pulsa em nós a cada novo amanhecer.
Meus filhos, bençãos !
A vida se renova, todos os dias !
A cada dia uma esperança nasce.
A cada momento, uma alegria .
Deus nos presenteia com o acordar de cada sono.
E assim, caminhamos,pois é da vida!
Mais existem surpresas, da beleza.
Do nascimentoa do ser,a mágica da criação.
O nascimento é a realização.
Dos sonhos esperados e da contemplação.
Filhos são anjos descidos,
Nos oferecidos como presente do céu.
Amados, por nós são criados,
Tambem são mimados,graças a Deus!
Que coisa, mais linda e divina,
Razão pequenina do nosso viver .
Meus filhos a voces agradeço,
Esses tantos momentos, de alegrias e prazer.
Parecem o sol radiante.
Olhos tão verdejantes,
Que lindo de ver.
Estrela brilhante,
Visão deslumbrante, o meu bem querer!
Preciosos, seres encantados.
Por mim vislumbrados.
Também tão amados,
Que Deus os proteja.
Filhos abençoados !
De forma singela.
Aqui são lembrados.
Pedro e Nathália
Anselmo - Christina,
Amo voces!
Vida otimizada
Nunca me arrependo do que decido
Mesmo que impreciso, inexato
O meu ótimo é ajustado
No melhor que faço.
Repugno a letargia
Não basta uma concepção
É escolha num conjunto determinado
De elementos possibilitados à apreciação.
É uma exploração contínua
Num espaço assegurado
Arrefecimento simulado
Em minha assídua busca tabu.
Primeiro passo
A vida é feita de escolhas
Qual caminho seguir?
Dei o primeiro passo
no descompasso
Os anjos se encontravam
noutro espaço.
Muros da vida
Você deveria saber que para as pessoas civilizadas
E em mundos civilizados,
Existem tendências de derrubar muros.
Então como você pode imaginar-se civilizado
Possuindo a vertente contrária?
Criando um muro tão elevado
Que é impossível transpor.
E se um dia o seu muro cair?
Como você irá olhar para o outro lado?
Com a mesma estupidez, coragem insossa,
e imperícia que o fez construir?
Ou já tem na ponta da língua
As evasivas para o diálogo?
Possui tanta presunção de achar-se assim tão diplomático?
Você acredita que para a sua indulgência
Encontrará complacência?
Você deveria saber,
Que em todo ato de indiferença
Não existe a possibilidade de encontrar
Do outro lado do muro
Pessoas solícitas e afáveis.
Peso morto
Pasto sem gado
Tesouro sem ouro
Vida Severina
Nem tudo é rima.
Beleza sem nobreza
Destreza na tristeza
Palavra sem certeza
Completa pequeneza.
Criado nem sempre é mudo
Guarda-sol que guarda a chuva
Molha mas não inunda
Não tem lógica, barafunda.
Pobreza eterna
Olhos profundos
Observação deletéria
Sentimento imundo.
Ave que não voa
Cigarro apagado
Bebida sem álcool
Superficialidade no palco.
Grito rouco
Pele e osso
Noite esquecida
Regateando a vida.
Sem noção
A vida é assim
A gente vai a todo o vapor
trabalhando que nem cão
do meu conforto não abro mão
até divido o meu pão
e tem aquele que fala mal da minha razão
não tem coração
não aceita o meu casarão
nem o apartamento de magnífica visão
leva um pontapé no bundão
e depois pede perdão
perdão - não
e passa a viver de ilusão
perdido na escuridão
vai se desgraçando para ter satisfação
cai por terra toda a sua condição
perde totalmente a noção
pensa que todos são iguais nessa Nação
sente-se bem em morar num prédio caixão
de usucapião.
Lápide
Lapidei durante toda uma vida
As coisas mais coloridas
Nas artes que criei.
Hoje, já quase morta,
Em preto e branco vou tentar
deixar em minha futura porta
Os dizeres que nunca pronunciarei.
- Aqui jaz uma niilista agnóstica que
almas fez sofrer e nem se deu por isso-.
Nenhum dizer será mais importante
Incrustado no granito frio
Que também da natureza vem.
E se abrirem a minha nova porta
Não terei como recebê-los, pois
em nenhum lugar estarei.
Sem destino II
Viveu e viu as façanhas da vida
Armou-se em seu campo de força
Arrebanhou todas as ovelhas
Caricaturou a própria vida.
Fumou, bebeu, iludiu
Construiu e destruiu
Sem arregaçar as mangas.
Vida fácil, vida bruta,
Enquanto encontrou certezas
Que não fez por merecer.
Agora, homem, chegou a verdade
Das incertezas incondicionais.
Ontem o seu passado
Hoje o seu futuro impensado
Resultando na sua tormenta.
Escreveu a vida e criou os próprios tropeços
Devido o seu desajeito e negligência
Da sua bússola desordenada
Que insistiu seguir.
Não tem como seguir mais caminho
Vai navegar sozinho
No mundo único que construiu.
Mané
Nasceu ignorante
Sem berço para levá-lo adiante.
Sem esforço
Descambou para a vida errante.
Teve muitas amantes.
Sua felicidade?
Deitar-se com as Maneias,
Eram as suas odisseias.
Pensava só com o falo
O que de mais honroso tinha,
Só poderia se tornar inábil.
E agora Mané, que o seu corpo,
Chegou ao desmonte?
E desmoronou.
Mas, o caminho já foi percorrido,
A herança é da inconsequência
Restando os poucos fragmentos
Da vida que você traçou.
Virtualidade
A vida, amigos, amantes, exposições,
Tudo virtual.
As músicas, poesias, filosofias, psicologias,
Tudo virtual.
Os sonhos, as flores, as paixões e os amores,
Tudo virtual.
As religiões, as crenças os mitos e ritos,
Também virtual.
Ódios, rancores, dissabores,
Mundo virtual.
E quando tudo isso foi real?
É assim a vida é deste jeito não podemos mandar no coração de outro ser. A vida é assim encontramos caídas e poucas mãos erguidas. A vida é assim injusta com uns e feliz pra outros. A vida é assim um mundo de descompassos de lágrimas deixadas no solo.
A vida é uma rima tem momentos tristes, momentos alegres, momentos inesquecíveis. A vida é uma mera prosa de melodias.
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