Mario Quintana- Brevidade da Vida
Em meio as adversidades da vida nunca pense em desistir, pois o melhor combustível para seguir em frente é olhar para seu retrovisor de vivências e analisar o quanto você já batalhou para chegar onde estar.
Somos mais que amigas, pois construímos nessa trajetória de vida que já somam décadas, vínculos de vivências pessoais e profissionais que jamais serão apagados dos nossos corações porque são recíprocos.
Numa perspectiva de vida onde os desafios são seus maiores aliados, tudo que for consolidado já é considerado uma grande conquista.
Na vida também é assim, se não souber cuidar do que já têm, ele pode se espalhar com facilidade...
E poderás não ter mais o tempo para juntar outra vez.
Pense e reflita!!
Na vida, só somos o que
propomos ser...
Em tudo que se pretende realizar, deve haver prudência, entusiasmo e convicção do que pretendes realizar para que tenha êxito...
Não importa as ocasiões, seja sempre você mesma em todas elas...Nunca use de imitações que a vida não possa lhe permitir vivenciar, poderá sofrer frustrações.
No fio da vida, entre amor e guerra,
Caminhos divergentes, escolhas na terra.
Doce melodia ou batalha feroz,
Entre o abraço do amor e o grito da voz.
O coração dividido, entre dois destinos,
Na encruzilhada, entre espinhos e hinos.
O amor, uma chama que arde e consome,
A guerra, um vendaval que tudo consome.
Entre os braços do amor, sereno abrigo,
Ou os clamores da guerra, frio perigo.
Escolhas que moldam nosso caminhar,
Entre o acalento do amor e o fúria do lutar.
Na dança da vida, entre o doce e o amargo,
O amor e a guerra, em seu eterno embargo.
Entre lágrimas de dor e sorrisos de prazer,
A única escolha: qual deles irá vencer?
Há momentos em que a vida se torna um fardo tão pesado que o coração transborda em silêncio, e o outro, ao nosso lado, clama por algo além das palavras: clama por escuta, por acolhimento. Quando nos deparamos com a dor alheia, é um convite não para a solução imediata, não para o julgamento rápido, mas para a presença. Muitas vezes, o maior ato de amor que podemos oferecer é simplesmente estar ali, ouvir sem pressa, abraçar sem questionar, permitir que o outro sinta plenamente, sem interromper com opiniões ou conselhos impensados. A dor do outro é única, e, por mais que pensemos entender, jamais seremos capazes de medi-la com precisão.
Nosso erro, muitas vezes, está em julgar aquilo que não vivemos, em acreditar que somos senhores da razão, e que nossas soluções são universais. Esquecemos que cada alma é um mundo, e o que para nós parece pequeno, para o outro pode ser um abismo. Respeitar o sofrimento do próximo é, antes de tudo, um ato de humildade. Não cabe a nós decidir o peso do que o outro carrega, mas sim oferecer um ombro firme, um abraço acolhedor, e a paciência necessária para que o outro se sinta ouvido. Mesmo quando as palavras se tornam amargas, mesmo quando o desespero transborda em queixas contra a própria vida, devemos lembrar que o acolhimento não está nas respostas que damos, mas na escuta que oferecemos.
Assim como Jó, que enfrentou sua própria dor, seu luto e seu questionamento diante da vida e do Criador, todos nós, em algum momento, nos tornamos aquela pessoa à beira do abismo, buscando sentido no caos. E assim como os amigos de Jó, que o acompanharam em seu silêncio, há momentos em que nossas palavras se tornam desnecessárias. O que resta é a presença. A escuta atenta e compassiva, sem julgamentos. Pois a dor, como a vida, segue seus próprios caminhos, e o que o outro mais precisa, em seus momentos de vulnerabilidade, não é a certeza da razão, mas a certeza de que não está só.
Desculpa o Auê
Ela invadiu minha vida como um furacão, sem aviso, sem pedir licença. Era do tipo que falava alto, gesticulava demais e ria com a força de quem carregava o mundo no peito, mas preferia gargalhar a chorar. Eu, acostumado ao meu canto ordenado e silencioso, fui pego de surpresa pela tempestade que ela trazia.
“Desculpa o auê”, ela dizia, toda vez que derrubava um copo, esquecia uma blusa jogada no sofá ou começava uma discussão no meio do nada. Mas não era de verdade uma desculpa. No fundo, ela sabia que o caos dela tinha se tornado meu combustível.
Era nos tropeços dela que eu encontrava graça, e nos excessos que eu descobria o sabor da vida. Ela me tirava do meu eixo, me fazia perder a paciência e, ainda assim, eu ansiava pelo próximo “auê” que ela provocaria.
“Desculpa o auê”, ela repetiu, sorrindo de canto, quando esbarrou na minha prateleira de livros e derrubou tudo no chão. E ali, enquanto recolhíamos páginas espalhadas, percebi que aquele tumulto dela tinha organizado algo em mim: meu coração, antes tão metódico, agora pulsava fora de ritmo, mas mais vivo do que nunca.
“Não precisa pedir desculpas”, eu disse. “O auê já é parte de mim.”
sinto saudades de uma vida que eu vivi
Uma vida que não sei bem como é ou como foi mais sinto saudades de um passado tão bom
Talvez seja minha cabeça pregando peça que traz de volta ao passado que eu sinto no fundo do meu peito saudade daquele lugar maravilhoso
Solidão carnal.
A vida baseia-se na carne, ou, a carne baseia a vida?
Primitivo, mas atual. Ser primitivo, é ser social?
Em um mundo voltado para carne, o passado se torna presente e o presente se torna solitário.
Como ser atual e não ser ultrapassado?
Anormal, o anormal é reflexivo ou o reflexivo é normal?
O ensino-aprendizagem de matemática ganha vida quando a afetividade conecta o raciocínio à singularidade humana, tornando números e cálculos experiências únicas e significativas.
Hoje é um dia especial, decreto minha vitória sobre todas as tormentas!
Neste momento minha vida se ilumina com as forças dos raios cósmicos de luz!
No agora minha vida cria cor e abertura de possibilidades e caminhos!
Eu neste instante me sinto feliz e forte e de alguma forma tenho a certeza que todos meus objetivos estão concretizados!
Meus sonhos mais profundos se realizará e todos meus sonhos ainda não projetados se realizaram em verdade e amor!
Todos obstáculos existentes até o presente momento estão banidos de meus caminhos e os futuros obstáculos serão apenas uma oportunidade de subir mais um degrau de minha vitória!
No hoje e no agora vejo uma corrente de amor universal preencher meu coração capaz de realizar todos os meus sonhos, feliz estou, feliz eu sou, Eu sou Verdade, Eu sou a Gloria!
Que as luzes existentes em meu coração emanem pra todo universo um amor que preencherá todas as almas, que tem sonhos ainda não realizados, aos que não tenham que neste instante manifeste sonhos profundos para elevar suas almas!
Eu Sou instrumento místico e canalizo minha felicidade e a de todos os seres que vive neste Planeta Terra!!
A nossa vida é um ciclo.
Onde nem tudo é pra sempre.
Mas, haverá momentos bons que irão valer a pena serem lembrados!
Procuro o impossível,
o sonho que muitos ousam almejar.
Será que o alcançarei nesta vida
ou terei de esperar noutra existência?
Falam de vida além da morte,
um horizonte de promessas distantes.
Mas que vida seria essa?
O que busco pulsa no agora,
na urgência do presente,
não em um amanhã incerto.
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