Mar Liberdade
O tempo é rei, as vezes contra e as vezes aliado, uns fazem dele suas asas, já outros, seu próprio cadeado.
O pássaro vê
Seus colegas voando
Desviando dos galhos secos do verão passado
Por que não pôde planar
O pássaro vê
Seus colegas bicando
As doces vinhas ainda em seus cachos
Doutro verão que irá
Sem deixá-lo as bicar — seu homem não deixa.
O pássaro vê
Sobre as diversas frestas da gaiola de aço
Seus colegas voando
Compartilhando seu canto
Chamando-o a se aprochegar — ah, seu homem não deixa:
Quer ouvir seu canto
Sobre as diversas frestas
Duma gaiola que o agarra a seu favor —
Como quer ele ouvi-lo cantar!
Solte o pássaro, homem!
Deixe-o planar
Sobre um verão que o deixará tão logo
Até que não possa ouvi-lo cantar.
As vozes ecoavam por toda a casa. Todos comemoravam o amor deles, o amor dele. Estavam decidindo tudo em meio a risos e suspiros, decidiram datas, locais de viagens, marca do moveis, nome dos filhos. Ela? Ela saia calmamente sem nem ao menos ser notada, deixando que lhe decidissem a vida como sempre haviam feito. Subia os degraus de madeira deixando o vozerio para trás.
O segundo andar consistia em um longo corredor até a outra extremidade da casa, com uma infinidade de portas . O sol iluminava o fim do corredor o que somado a todas as portas fechadas, dava a ela a sensação de “luz no fim do túnel”. Luz! Para ela luz sempre esteve associado a liberdade. Nem ela sabia explicar o porquê disso.
Os passos, antes lentos e arrastado, iam ganhando velocidade a medida que o longo corredor era vencido. A luz toca-lhe a pele, a determinação toca-lhe a alma e o corpo toca o vidro. Eis que a liberdade vem acompanhada de estilhaços que lhe marcam a pele. Mas a alma, pulando enfim para a liberdade, não liga
DONA ALICE, no lugar das mil maravilhas na arte e na cultura brasileira sonhando distante das realidades e dificuldades das periferias.
A arte e a cultura produzidas no seculo XXI nas periferias das grandes cidades metropolis brasileiras permanecem ainda, infelizmente midiaticamente na estrutura pré-colonial perante a visibilidade institucional e comercial nacional, culpa da Dona Alice, que só vive sonhando mas está mudando pois já vem recebendo os olhares ávidos de grandes grupos imperialistas por conta da aprovação, valorização, apoio e reconhecimento internacional que reconhecem que as novas linguagens fora do eixo são cada vez mais fortes, importantes e expressivas, derivações identitárias mais próximas das realidades das dificuldades sócio-politico-educativas insurgentes e resistentes do grave problema de carências de oportunidades institucionais, politicas publicas inadequadas inacessíveis e a crescente escalada da violência urbana nas comunidades que distancia de qualquer conceito da verdadeira moderna e aceitável, liberdade. Tudo isto bem distante das perversas politicas menores de partidos políticos.
Eles estão quietinhos, quando chego, começam a bagunçar, foram treinados a agir sem pensar, é como um bexiga cheia, explodem, quando a pressão de dentro é maior que a de fora, não sabem lidar com a liberdade!
As liberdades não são apenas os fins primordiais do desenvolvimento, mas também seus principais meios.
Não defendo bandidos, milicianos, estupradores e principalmente pessoas corruptas, defendo a vida, a honestidade, o direito a liberdade, a democracia e a liberdade de expressão e principalmente defendo o respeito ao próximo como indivíduo com suas diferenças sejam elas religiosas, sociais, raciais, pessoais ou políticas. Sendo assim nada justifica a violência ou a incitação da mesma, vivemos em um estado democrático e livre.
O grande e o principal inimigo das pessoas é o seu próprio "EU", seu orgulho, sua ganância, seu desafeto, seu medo, seus poréns e etcs...
Às vezes as pessoas buscam a liberdade e crescimento de fora pra dentro mas digo ser o contrário. Construa seu sucesso pessoal de dentro pra fora.
DG
Assuma a responsabilidade por ser quem você é e dê vida para a o âmago mais profundo da tua liberdade. Se dê o aval para ser quem você é e perceba como não há segredo em sentir-se bem consigo mesmo. E, principalmente, seja você e permita ao próximo fazer o mesmo.
Let it be.
Queria ser como um pássaro, para nas asas do vento poder voar.
E queria ser como o vento, para no céu sem limites poder soprar.
Queria ser como um peixe, para no mais profundo dos mares mergulhar.
E queria ser como o imenso mar, para nas grandes fronteiras do mundo circular.
Eu queria um dia voltar a inocência, e correr pelas ruas sem medo de errar.
E como uma criancinha boba, sem saber dos desafios que poderiam me encontrar.
Eu queria voltar ao passado, e como quem hoje sou ir para me encontrar.
E para mim um alerta levar, "o mundo é perigoso mas não chores, pois em tudo vai suportar."
A tão almejada paz social depende mais da virtude do cidadão do que da força normativa. A lei, por si só, não é forte o suficiente para fazer com que o "homem do mal" venha a se tornar um "homem de bem". É um ato de ingenuidade, portanto, imaginar que o rigor legal, tão somente, tenha o condão de intimidar o delinquente e, consequentemente, reduzir o número de crimes. Dependemos mais do rigor na aplicação do que do rigor na elaboração do emaranhado de leis.
Quando ausente do meu eu, instalasse em minha consciência a conduta de um simples mortal com anseios de liberdade provisória do corpo.
Foi morto como covarde, um desertor.
Negou-se ao dever quando convocado a fazer parte da corrente de união e força na luta pela liberdade.
Ao covarde restou o direito às ultimas palavras:
- Em nome das correntes de união não serei um elo de luta pela liberdade pois elos não libertam ou aprisionam tão pouco lutam ou fazem guerra.
- A união faz a força das correntes que unem e a Paz é a cópia das chaves que libertam. Não mato por liberdade, morro em Paz.
- Morto em Combate.
