Mãos

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Hoje ao me levantar pela manhã notei que minhas mãos estavam mais enrugadas de que de costume e que minhas costas doíam, olhei-me no espelho e senti meu rosto cansado, de repente minhas pernas ficaram bambas. Senti o choque da realidade.

Gratidão

Gratidão é saber dizer
Um simples e sincero “obrigado”.
Pelas mãos que nos ajudam
E por quem caminha ao nosso lado.

É lembrar que cada gesto
Pode iluminar o dia.
Quem cultiva gratidão
Espalha sempre alegria.

Nós somos um pé-de-feijão! Ao menos assim me pareceu quando as mãos daquela criança seguravam o broto como se cuidassem de um bebê. Seus olhos eram estrelas brilhando. Ele me revelou que deveria regá-lo, como atividade escolar. Dessa forma, eu lhe disse:
"Esse broto que você está criando, você precisa ter fé de que ele vai crescer um dia. Também, por essa fé, cuidar dele, nutri-lo e regá-lo sempre. E saiba que, se por alguma razão este pé-de-feijão murchar, você estará sempre livre para poder plantar outro. Tenha certeza de que, no momento oportuno, vai crescer algum."
E ele, com o cenho confuso, assentiu com a cabeça. Assentiu, de fato, como todos nós, que, mesmo sem certezas, continuamos regando a vida - nós, que esperançamos.

A escassez das mãos é apenas o reflexo do deserto que se plantou na alma; pois não há maior miséria do que a ignorância, esse solo seco onde a inteligência se recusa a florescer. Quem não cultiva a luz do saber, condena o próprio mundo à sombra da carência.

Pobres são as mãos que colhem apenas o que o vento apaga. Escrevem tantas coisas, mas a alma está vazia, o coração empobrecido e a mente embotada; pois de nada serve a tinta no papel se a vida não transborda de dentro. Onde não há luz no sentir, a palavra é apenas um eco no deserto.

O Ateu e As "Mãos de Deus"

Demétrio Sena - Magé

O ateísmo não é a certeza; é o pressuposto da não Existência Divina. Ao invés da certeza de que Deus não Existe, o ateu acredita na não Existência; não acredita que, ainda que Deus Seja Real, o ser humano tenha condições de saber. Muito menos de saber quais são os Gostos, Desgostos, Prazeres, Preferências e Preconceitos Divinos. "Está escrito"? Sim; está. Escrito por homens. "Homens inspirados por Deus"? Aí é por conta da fé pessoal; do "acreditar em coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem, independente daquilo que vemos, ou ouvimos". Logo, fé não é uma ciência baseada em pesquisas físicas, evidências, escavações. É um sentimento; uma intuição; convicção abstrata. Louvável em quem a cultiva com coerência e princípios humanitários baseados na suposta espiritualidade. Porém deplorável em quem a usa como base de superioridade pessoal ou corporativa, por alguma forma de poder contra outra pessoa; outro grupo.
Quem tem raiva de Deus não é ateu. Blásfemo sim, porque blasfêmia inclui ofensa ao divino. Ateu, não. Como pode alguém ter amor ou ódio do que não há? A raiva da imagem criada pelo ser humano para justificar o auto empoderamento e as ambições que o fazem subjugar é bem compreensível. Principalmente quando se é vítima dos preconceitos, da perseguição e até das atrocidades praticadas pelos que se armam até os dentes, de fé. Pelos que têm como Generais Carrrascos dos não religiosos ou religiosos diferentes, o suposto Deus e o próprio Cristo. Esse Cristo em quem muitos ateus acreditam como ser humano admirável, digno de ser seguido, a exemplo do que tantos cristãos não fazem, diariamente. Há muitas lendas em torno dos ateus, criadas pelos cristãos. Uma delas é de que o ateu é perverso; insensível; sem coração. É difícil para um ateu, acreditar em Um Ser Perfeito, criador de tantas imperfeições reunidas na sua maior criação.
No fim das contas, o ateu é frágil. E a maior prova de que não é perverso, insensível, sem coração, está no quanto é perseguido pela sociedade religiosa como um todo, sem "dar o troco". Salvo "raras exceções" (perdoem a redundância, mas o raras é necessário neste caso, como exceção das exceções), não há notícias de religiosos vítimas de ateus. O que há, de forma vezeira e maciça, são notícias de ateus vítimas de religiosos armados até os dentes, de sua fé belicosa, intolerante. Fé que justifica suas armadilhas em nome do "deixar nas Mãos de Deus", com os devidos impulsos ou empurrões humanos, quando as Mãos de Deus estão prestes a deixá-los na mão. Aí vem plano b: Com as próprias mãos, em Nome de Deus. Viva um dia de ateu, buscando portas, corações, ombros, olhos, inclusão e oportunidades na sociedade que você compõe. Só assim você sentirá, no corpo e na alma, o que tento lhe dizer, mas apenas as palavras não dão conta.
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Respeite autorias. É lei

Que de nossas mãos as pessoas só recebam o bem. Que o amor seja dividido entre todos de forma simples e sincera. O maior bem que temos na vida é a nossa riqueza interior, cuide dela pois esta nada destrói e o tempo só a deixa mais bela.

____Lene Dantas.

Permitir
Permiti que você cruzasse minha porta
sem mãos que não sabiam acolher.
Permiti que tocasse minha alma
com mãos que não sabiam acolher.
O jogo frio com os seus sentimentos
Permiti que as palavras ferissem
e o silêncio machucasse mais ainda.
Permiti, porque eu permiti tudo isso.
Apenas eu.

Quando decidimos colocar os nossos planos nas mãos de Deus e solicitamos a Ele para nos orientar sobre o que fazer para chegar lá, não haverá nenhum risco de perdermos nada desta vida!

⁠É preciso ferir os pés nas pedras do caminho e as mãos nos espinhos da vida, para sabermos quanto custou uma pequena fatia de felicidade.

"Você não é o que carrega nas mãos, é o que pulsa no peito.


Respirar não é rotina, é privilégio.


Ver, ouvir e sentir não são garantias, são milagres.


Não espere perder o fôlego para entender o valor de cada suspiro."

⁠Você promete não soltar a minha mão?
Quero caminhar de mãos dadas com você pelo resto das nossas vidas.
Quero adormecer e acordar ao seu lado, dividir com você as alegrias e as dores, contar todos os meus sonhos e segredos, e conhecer os seus.
E quando estivermos velhinhos, olharmos um nos olhos do outro, e ver ali nossa juventude refletida, e sentir nosso amor mais forte que a morte. E quando chegar a nossa hora de partir, iremos leves e realizados, com aquela sensação gostosa de dever cumprido e de amor vivido.
Vem comigo, me dê sua mão, prometo não soltá-la, segura firme a minha mão.
Você promete não soltar a minha mão?

A perda de uma pessoa querida só não é muito sentida, quando sabemos que em breve estaremos de mãos dadas para uma nova caminhada

Aquela pessoa que hoje desprezamos pode ser quem estenderá as mãos amanhã, então porque levarmos conosco uma mágoa inútil se a vida é tão curta

Há momentos na caminhada em que o coração está disposto — mas as mãos estão vazias.
E é justamente nesses trechos que surgem interpretações apressadas, silêncios mal compreendidos, julgamentos — alguns ditos, outros apenas percebidos — vindos de expectativas que, naquele instante, não conseguimos atender.
Não por negligência.
Não por ausência de amor.
Mas por ausência de recursos — visíveis ou invisíveis — que também nos faltavam.
Poucos percebem que, por trás de uma negativa ou de uma ausência, pode existir uma luta silenciosa. Uma travessia interna onde estamos, nós mesmos, tentando nos sustentar — enquanto a vida ainda nos pede que sejamos sustento para outros.
E assim nasce uma das dores mais sutis da existência:
ser mal interpretado quando, na verdade, se está apenas limitado.
Há uma tendência humana de confundir impossibilidade com indiferença. Mas a consciência — quando bem alinhada — nos sussurra uma verdade que acalma:
nem toda ausência é abandono — às vezes, é apenas falta de condições.
E reconhecer isso não nos diminui — nos humaniza.
Não fomos feitos para sermos resposta a todas as necessidades — nem porto seguro em todas as tempestades. Há dias em que somos abrigo — e há dias em que estamos, nós mesmos, procurando onde repousar.
A maturidade chega quando conseguimos sustentar duas verdades ao mesmo tempo:
o desejo sincero de ajudar — e a honestidade de admitir quando não podemos.
E é nesse equilíbrio que a alma encontra paz — não na aprovação alheia, mas na integridade silenciosa de quem sabe que fez o que era possível dentro do que tinha.
Porque, no fim —
não é a cobrança externa que define quem somos,
mas a verdade com que caminhamos dentro de nós.
— Paulo Tondella ✍🏻

A não ser que nos salvemos, dando-nos as mãos agora, eles nos submeterão à República. Para que as coisas permaneçam iguais, é preciso que tudo mude (Príncipe de Falconeri)

Eu vim de histórias que eu nem vivi.
De mãos calejadas antes de mim.
De sonhos guardados em silêncio e
medos que aprenderam a existir.

Se precisas de companhia, tem em mãos um bom livro.

Caráter e inteligência precisam andar de mãos dadas.

Faltam poucas horas pro natal. Espero que todos os abraços e os apertos de mãos sejam verdadeiros, que todas as palavras ditas venham do fundo do coração. Este dia é dia de celebrar a União. Mais é principalmente o dia de celebrar o nascimento do nosso rei e salvador Jesus!🙏🙌❤😍🍀