Mamãe Querida
Gostaria de cantar
Para você, mamãe querida
E meu filho, meu amor
Em uma melodia de ternura
Expressar em versos
O amor que sinto por vocês
Cantar a beleza da maternidade
E a doçura da infância
Minha voz se enche de emoção
Ao pensar em como são especiais
Mamãe, exemplo de força e carinho
Meu filho, luz da minha vida
Nesta canção improvisada
Quero expressar toda a gratidão
Por ter vocês ao meu lado
Para sempre, em meu coração.
30.06.2.024
Querida mamãe, você é a mulher mais linda do mundo. Eu te amo tanto que já nem sei controlar esse amor! Onde eu posso me espelhar se você se for? Onde eu quero sempre habitar? Certeza que é dentro de seu lindo coraçãozinho de ouro! Quero sempre lhe ter em minha vida, mas que pena que a vida não nos dá essa oportunidade de viver! Você vai ser sempre amada por mim, disso você pode ter certeza, e quando você daqui partir, amar-te-ei do mesmo tanto que sempre te amei!
[ ♡♡♡ ]
Eu, sempre quis ser mãe, e ser mãe de meninas
ter lindas bonecas pra arrumar e pentear os cabelos
sempre sonhei com isso, só não imaginava que ser mãe
me traria uma alegria imensurável e uma amor que mal caberia no
peito.
Minhas filhas são mais do que eu poderia imaginar,
me ensinam mais do que eu possa ensinar.
Delas vem os abraços mais carinhos e os beijos mais sinceros
Minhas filhas são minha realidade, e tpda minha felicidade
se resume nelas.
As mãos postas em volta da mesa,
Um “amém” que sobe em singela beleza.
Você, que faz parte do que sou e serei,
É resposta de Deus — por isso, lhe esperei.
Quero ver cada rosto, abraçar sem demora,
Celebrar o hoje, sem deixar pro “depois” ou “agora”.
Um reencontro no abraço guardado,
Um sorriso que brilha, um tempo esperado.
Sou aquele que empinava pipa na rua,
Que jogava bola descalço, sob a luz da lua.
Nas festas de casa, com irmãos e primos dançando,
Lembrando os anos oitenta — e ainda dançando!
As cores das pipas cortando o céu,
E risos dançando como um doce carrossel.
Aprendi a fazer comida, a pintar o rodapé,
A jogar pingue-pongue com leveza e fé.
Buscava pão e leite com a mamãe na padaria,
E viajava com o papai, estrada afora, com alegria.
Uma feira simples, uma viagem comprida, Memórias que hoje viram poesia da vida.
Família é laço que o tempo não desfaz,
É herança do céu, é abraço de paz.
É risada solta no fim de tarde,
É silêncio que entende e verdade que guarde.
Um caderno de versos com cheiro de flor,
O amor de uma mãe… plantado com louvor.
Não conto só mais um ano, mas um tesouro guardado,
Sou mais experiente, sim, e por Deus acompanhado.
Carrego fé num coração simples e sincero,
Sou Paulinho, o Negrin da Mamãe — inteiro!
Um menino crescido, mas de alma leve,
Que ainda dança, ri, ama e escreve.
Então venha! Traga o riso, o olhar, a ternura,
Vamos viver juntos essa doçura.
Porque esse dia não será só comemoração…
Será culto de gratidão, em forma de reunião.
Um salão de festa com cheiro de céu,
Onde a família se encontra sob o eterno anel. Símbolo da Aliança feita por aquele que abençoa o filho e a filha cumprindo o seu papel.
No vinte e seis de abril, um fogo vai acender,
Na brasa da churrasqueira… e no prazer de viver.
Mas não é só por mim, Paulinho, que vamos nos reunir,
É por esse dom bendito: a família existir.
O salão enfeitado, riso ecoando no ar,
Brasa acesa, cheiro de carne, alegria sem par.
Será mais que festa, será comunhão,
Com cheiro de churrasco e oração.
Com mesa farta, mas também coração cheio,
De quem crê no milagre e no Caminho verdadeiro.
“Mamãe tem mania de gritar: “ARRUME ESSA BAGUNÇA AGORA!” E eu quase nunca sei se ela estava falando da minha vida, do meu quarto, ou do meu coração.”
Às vezes, só para irritar a mamãe um pouco mais, ele também levava o instrumento para a cozinha e tocava até o fim do café-da-manhã.
O pão com geleia de papai ficava meio comido em seu prato, enrolado no formato das dentadas, e a música olhava de frente para Liesel. Sei que soa estranho, mas era assim que ela a sentia. A mão direita de papai passeava pelas teclas cor de dente. A esquerda apertava os botões. (A menina gostava especialmente de vê-lo apertar o botão prateado cintilante - o dó maior.) O exterior do preto acordeão, arranhado, mas reluzente, ia para um lado e para o outro, enquanto os braços de Hans apertavam os foles empoeirados, fazendo-os sugar o ar e tornar a expeli-lo. Na cozinha, nessas manhãs, papai dava vida ao acordeão. Acho que isso faz sentido, quando a gente realmente pára para pensar.
Como é que a gente sabe se uma coisa está viva?
Virifica a respiração.
Ignorância Poética
Mamãe me contou,
Que ficou fascinada,
Quando pequeno, eu lhe disse:
"Quero falar, mas não consigo,
ainda não sei as palavras".
Hoje, cresci e tento escrever poesia,
continuo sem saber me expressar.
Minha mãe agora é você, o meu leitor.
Meu poema, a minha mente de criança:
Sem vocabulário,
Sem rima,
Sem métrica,
Uma tentativa de analogia,
E no final das contas, sem dizer nada.
Parabéns mamãe, obrigado por ter me dado a luz nesta vida e com seu amor me tornando uma pessoa bem melhor que eu posso ser.
"Mãe é a dos outros, a nossa é MAMÃE aquela que fortalece o amor de coração, ou minha mãezinha querida..."
Na minha infância mamãe olhava pra mim de cara fechada e prometia: "Quando chegar em casa você vai ver..."
Eu via e sentia.
Ai, como doía!
