Mal
Eu confiei tudo o que eu tinha de melhor a você. E você prometeu, jurou nunca me fazer mal. E agora, é a pessoa que mais me machucou na vida.
Existem bilhões como você, determinando o que acha que é o bem e o mal, mas o quando seu bem bate de frente com o mal de seu irmão, as discussões começam, as guerras explodem porque todos insistem em bancar Deus.
Quando morre um bom policial,
aquele que valoriza um homem de bem
e envergonha um mal elemento,
morre um pouco, da nossa nação!
O mal nos persegue...
Muitas vezes nos arrasta e nos afasta do amor de Deus.
Mas nós podemos combatê-lo e vencê-lo...
A força do querer está em cada um de nós!
Quando eu falei - te amo-... Errado... Possessivo... Fez-te mal, te assustou.... Quero crescer e voltar, te mostrando amor e liberdade! É tarefa difícil para mim... Estou no início... Sou um aprendiz do amor... Muito novo ainda nesse assunto, embora graduado em outros tão sem importância! Penso que nós dois estamos perdidos no amar... Procurando o modo certo. Experiência de vida! Qualquer coisa, recolho a “linha” sem te machucar... E aguardo ventos melhores...
Sabe o que mais me machuca? Eu estou mal, e você sabe disso, mas mesmo assim continua a me provocar e falar palavras que só me fere mais.
Boa tarde pessoas que estão lendo minha postagem, se algo esta dando errado e esta te deixando mal pode ter certeza que não será para sempre e o que acontecer sobre isso vai ser para o seu bem.
Esta é a grande tolice do mundo, a de que quando vai mal a nossa fortuna - muitas vezes como resultado de nosso próprio comportamento - culpamos pelos nossos erros o sol, a luz e as estrelas, como se fôssemos vilões por necessidade, tolos por compulsão celeste, safados, bêbados, mentirosos e adúlteros por obediência forçada a influencias planetárias; e tudo aquilo que somos maus por impacto divino.
(Rei Lear)
Sabe aqueles dias em que mal desejamos levantar da cama? Sabe aqueles dias em que tudo parece dar errado? Sabe aqueles dias que estão com baixo astral, com energias negativas, com pensamentos ruins? Então, são esses dias que você deve entregar para Deus. Entrega para Deus, muitas vezes não nos damos conta que o que falta na nossa vida é fé, é orar, é crer. Acredite, a fé em Deus tem o poder de transformar sua vida, tem a capacidade de trazer paz, de conseguir a felicidade. Sabe aqueles dias em que parece tudo ocorrer bem? Aqueles dias em que acordamos com prazer de fazer alguma coisa? Aqueles dias em que queremos viver? Então, são esses dias que você deve entregar e agradecer á Deus. A fé vai te acompanhar, nos melhores e piores momentos, mas é preciso ter gratidão, é preciso crer. Pode crer, tudo vai dar certo.
Amizade às vezes assusta, imagina você ter uma enorme consideração por alguém que fala mal de você pelas suas costas.
A Arte de Soltar
Um Caminho para a Resignação Consciente!
A resignação, muitas vezes mal compreendida como um sinônimo de desistência ou fraqueza, é, na verdade, uma das mais profundas expressões da arte de soltar. Longe de ser um ato de rendição derrotista, ela se manifesta como um reconhecimento lúcido dos limites do nosso poder e, paradoxalmente, como um portal para a verdadeira liberdade interior.
Soltar não é abdicar de lutar por aquilo que importa, mas discernir o que está verdadeiramente em nossas mãos e o que pertence ao fluxo incontrolável da existência. É desatar os nós da expectativa, do apego ao que não pode ser mudado, e da ilusão de um controle onipotente. Nesse processo, aprendemos a diferenciar entre a persistência necessária e a teimosia infrutífera que nos exaure.
Quando soltamos, não estamos simplesmente deixando ir; estamos fazendo espaço. Espaço para a aceitação, para a serenidade que emerge da compreensão de que nem tudo pode ser moldado à nossa vontade. É um convite à humildade, ao reconhecimento de que a vida, em sua complexidade, carrega caminhos que não prevemos e desfechos que não escolhemos. A resignação, então, torna-se um ato de coragem: a coragem de enfrentar a realidade como ela é, e não como gostaríamos que fosse.
É nesse soltar que encontramos uma paz peculiar, não a paz da ausência de problemas, mas a paz da ausência de resistência inútil. A arte de soltar nos ensina que, às vezes, a maior força não reside em agarrar-se, mas em saber liberar. E ao fazê-lo, abrimos as portas para novas possibilidades, para o fluxo da vida que, de outra forma, ficaria estagnado pela nossa insistência. A resignação, assim, se revela não como um fim, mas como um ponto de partida para uma existência mais leve, mais sábia e verdadeiramente livre.
