Mais uma vez
Entrelaça a tua mão na minha
Mais uma vez
Se ao meu lado
Tu se sente tão segura e bem
Repousa em mim
Vive em mim
Passa outra noite aqui
Aqueça esse peito
Que só bate assim por ti...
Eu só queria poder sentir
Mais uma vez
O sol brilhar pra mim...
Mas só invés dele, veio a escuridão
Pra atormentar o meu coração...
E o amor cristão se faz presente mais uma vez.
Os bonzinhos seguidores do deus de amor que despedaça crianças, parte mulheres grávidas ao meio, mata primogênitos, pede o sacrifício de um filho pra saber sobre o amor de um pai por esse mesmo deus "bondoso" (já que o onisciente não sabia, não é mesmo?), manda quem não o segue ou quem não segue suas regras ao inferno pra queimar e sofrer pela eternidade e manda duas ursas despedaçarem 42 crianças vivas até a morte, deixaram uma mulher morrer sangrando porque acharam que ela tivesse feito um aborto. Leiam novamente.
- Marcela Lobato sobre o caso do hospital que deixou uma mulher com endometriose falecer ao invés de ajudá-la por terem achado que a mesma teria cometido um aborto, o que não seria motivo para tratá-la dessa maneira.
E você sumiu mais uma vez, antes que pudesse tocar. Senti como se estivesse aqui. Meu peito acelerou, como naquelas noites, onde nossas peles se tocavam, e o coração chegava perto de explodir. Onde, apesar de tudo, sentia que alguém estava aqui. Onde, mesmo na dor, eu era capaz de vencer. Onde não tinha certeza de estar completamente sozinha nessa prisão que chamamos de vida. Onde, por pior que tudo estivesse, sabia que te veria em algum momento, o que tornava o mundo menos insuportável.
- Marcela Lobato
Mais uma vez
Você se foi...
Deixando- me sozinha na noite,
Como se fosse para sempre...
Posso sentir suas lágrimas
Pela noite afora
Mas as enxugue! Estou aqui!
Basta me seguir na noite
Que a iluminarei
Venha, siga-me!
Só mais uma vez...
E será para sempre
Somente você pode
Acender os fogos de artíficios
Que clareiam, explodem e espocam
No ar, na noite
Sua luz irradia
Pelos meus poros
E me resplandeço
Sigo, te buscando
Somente o teu rosto
Ilumina a escuridão
E a luz, esvai pelos meus dedos
Pelos meus olhos
Clareando o amanhã
Com a luz da esperança
Volte! Só mais uma vez...
E então, mais uma vez acredita!
Mas como numa teia,
se emaranha nas contradições,
nas mentiras tão vis.
E já esgotada e tão forjada
Sente q não há mais nada ali
A não ser a "guerra" de ego oculta
Aquelas cartadas do Sr. e Sra Smith
Os blefes tão mais escancarados
Agora por olhos, pouco menos, pra ti
Daquela Poliana, tão errônea e falha
Mas q gritava aos 7 mares o amor
Q era solar e irradiava ao teu lado
E pouco a pouco foi virando pó e carcaça
Pela falta de honradez, cumplicidade e lealdade
Presenciar hj cada gota escorrida
Congelar e apenas observar
Analisar as curvas q faziam
Porque até o caminho destas duvidava
Se pegar TB sendo "reparada"
E agir instintivamente
Onde qse me rendendo
Meu estômago amigo alertou
Ora este q se faz presente tão raramente
E qse de tão ausente já nem era mais lembrado
Imediatamente da Orbita voltei a Terra
E bati com a pá de cal naquela terra ainda fofa
Desci sem desta vez olhar pra trás.
Ouvi: - Amo você (ensaiado e repelido)
Aquele automático preto, teto solar
Rodas brilhantes, permanece apenas reluzindo
Deste xeque...
(Ou melhor seria, do cheque - embaixo da Bíblia - ;))
... não te darei o mate...
Caída talvez, mas atirando.
Num coração alado.
A Dança Poética a partir do Silêncio
As horas já estão avançadas. Mais uma vez, temporariamente, estou cercado pelo silêncio que, aos poucos, foi tomando conta. Entretanto, na minha mente, o seu poder não tem nenhum efeito; pois certos pensamentos despertaram e convidaram, gentilmente, algumas palavras para dançar uma dança poética. Tendo como plateia apenas o meu sono e a minha insônia, mostrando a eles uma apresentação intensa.
❝ ...A cortina da noite se rasgou em luz, E a vida, mais uma vez, se fez promessa e guia. Obrigada, Deus, por mais esta manhã que conduz O tempo à chama nova, a mais um hoje que se irradia.
Meus olhos bebem o azul, a orquestra leve do vento, O milagre singelo no botão que se abre no jardim. Em cada batida, em cada sopro, em cada movimento, Sussurro a prece humilde: "Obrigada por estar em mim." ...❞
--------------- Poetisa Eliana Angel Wolf
Mais uma vez o milagre se faz: o universo nos envia um dia novinho de presente. Vamos enchê-lo de levezas e coisas que fazem nosso coração sorrir?
Hoje te disse “sim” mais uma vez…
E, entre promessas silenciosas e olhares que já conhecem a alma um do outro, reafirmamos a nossa união.
Hoje não foi apenas mais uma data.
Foi um marco na nossa história.
Daqueles que o tempo não apaga, apenas eterniza.
Porque amar também é escolher de novo.
É permanecer quando o encanto vira profundidade.
É segurar a mesma mão com ainda mais certeza do que no começo.
E hoje, diante da vida, do tempo e de tudo o que já atravessamos, eu escolheria você outra vez…
E outras mil, se fosse preciso.
"Me desculpa por te incomodar mais uma vez, mas vim aqui te falar uma coisa: Amar alguém de verdade é deixá-la ser feliz. Às vezes, a gente pensa que amar é viver com a pessoa para sempre, mas não é assim. Amar é seguir em frente, é deixá-la viver. O amor, quando é puro e verdadeiro, nunca morre e nem o tempo o apaga. As coisas boas ficam nas nossas memórias e no nosso coração. Ninguém esquece um grande amor. Você sempre será o meu primeiro e eterno amor."
Peço desculpas por te incomodar mais uma vez, mas vim aqui te falar uma coisa: amar alguém de verdade é deixá-la ser feliz. Às vezes, a gente pensa que amar é viver com a pessoa para sempre, mas não é assim. Amar é seguir em frente e deixá-la viver. O amor, quando é puro e verdadeiro, nunca morre e nem o tempo o apaga. As coisas boas ficam nas nossas memórias e no nosso coração. Ninguém esquece um grande amor.
Antes de mais nada, eu evitei te procurar por medo de me machucar mais ainda. É melhor e mais saudável sofrer por um grande amor em silêncio; não tenho vergonha de falar isso. Mas você sempre será o meu grande amor.
Desculpe-me mais uma vez por te incomodar, mas eu tinha que desabafar. Essas são palavras que eu guardo há vários anos para te falar.
Peço desculpas por te procurar mais uma vez, mas senti que precisava deixar o coração falar. Aprendi que amar alguém de verdade não é sobre posse, nem sobre insistir em um "para sempre" que o destino decidiu mudar. Amar é, acima de tudo, ter a generosidade de deixar o outro ser feliz, mesmo que longe de nós.
O amor verdadeiro é silencioso e resiliente; ele não morre com a distância e nem se apaga com o tempo. Ele se transforma em memória, vira abrigo no peito. Ninguém esquece um grande amor, a gente apenas aprende a conviver com a sua ausência.
Sabe, ainda existe aquela música... a nossa música. Toda vez que ela toca, o mundo para e eu só consigo enxergar nós dois. A letra diz exatamente o que sinto agora:
"O tempo passou, só que nada mudou / O mesmo vazio de antes / Sua voz eu ouvi, nosso mundo eu senti / E a mente vem recordar / Do mesmo perfume, do mesmo olhar / O beijo que o tempo guardou / Invade a razão, toma o coração / E a saudade me faz lembrar"
Evitei te procurar por muito tempo. Tive medo de me machucar, medo de abrir feridas que nunca cicatrizaram de verdade. Escolhi sofrer em silêncio por ser mais "saudável", mas hoje o silêncio ficou pesado demais. Você sempre será o meu grande amor, e não tenho vergonha de assumir isso.
Perdoe o incômodo, mas esse desabafo estava me corroendo. São palavras guardadas há anos, presas na garganta. Se me perguntarem sobre arrependimentos, minha resposta sempre será aquela viagem para Petrolina. Eu sei que o relógio não volta atrás, mas saio desse silêncio com uma certeza: você nunca poderá dizer que eu não te amei.
Mais uma vez me peguei pensando em você, reconstruindo na mente tudo o que poderia ter sido se eu não tivesse jogado fora, se não tivesse destruído com as próprias mãos aquilo que lutei tanto para conquistar. Hoje sangro por uma escolha que foi só minha, mas sigo forçando um sorriso, dizendo que está tudo bem, enquanto o peito vazio denuncia que não sobrou coração depois de tanta dor. Talvez um dia você consiga me perdoar pela ferida que deixei em você, e quem sabe ainda acredite naquela promessa que fiz encarando teus olhos, você seria a única. E mesmo quando minha vida acabar, mesmo quando o mundo apagar minhas pegadas, eu vou continuar te amando.
Mais uma vez me peguei chorando, desejando, no silêncio do meu quarto, que a morte me levasse de uma vez, porque a dor e a solidão já me consomem por inteiro, é um cansaço que não é do corpo, é da alma, um peso que aperta o peito, sufoca os pensamentos e transforma cada dia em uma batalha que eu já começo derrotado. Estou cercado de pessoas que dizem gostar de mim, mas as palavras soam vazias, como ecos sem verdade. Sinto que falam por educação, por costume, não por sentimento e eu continuo ali, no meio da multidão, me sentindo invisível, deslocado, julgado em silêncio, diminuído em cada olhar, é uma solidão que não depende de estar sozinho, é estar rodeado e, ainda assim, não pertencer a lugar nenhum, é carregar por dentro um grito que nunca sai, uma dor que ninguém vê, uma ferida que não fecha. Às vezes, tudo o que eu faço é esperar e esperar que o tempo passe, esperar que algo mude, esperar que essa dor finalmente se cale. Mas o que mais machuca é sentir que estou apenas sobrevivendo, contando os dias, como se aguardasse o momento em que tudo isso termine e o sofrimento, enfim acabe.
Hoje li sua carta mais uma vez...
Em poucas palavras eu vi o cuidado...
Em poucas palavras eu vi a preocupação...
Em poucas palavras eu vi amor...
E em suas atitudes senti tudo que escreveu...
Você me deu tudo o que eu precisei...
Sinto muito por não ser quem você precisava...
De novo...
Te fiz uma carta e nela só tem gratidão...
A vida segue e eu observo...
Com amor, com carinho e com saudades ass: Eu
