Mais que uma Mao Estendida
🌞 Bom dia!
A vida desperta mais uma vez e te convida a recomeçar.
Não importa o que ficou para trás. O que realmente te constrói é quem você escolhe ser hoje.
Respire fundo. Agradeça.
Dentro de você há uma força capaz de mover montanhas, uma luz que dissipa qualquer sombra e uma coragem que transforma sonhos em realidade.
Plante fé, regue com atitudes e a colheita será abundante.
Que o dia de hoje te envolva com oportunidades, serenidade e grandes conquistas. ✨
viva os positivos, foda se os negativos, vida é uma grande escola, nem tudo tem um preço, mais sempre tem um troco, pode me chamar de loco pois vivo como quero, chamo minha trap house de castelo, minha Gang está comigo verão ou inverno, cheio de amor, Com os pente carregado, respeito sem força
esse meu legado GANG
Se você acha que conhece uma pessoa pelo que ela era a 1 ano atrás, você já não a conhece mais! Estamos mudando a todo momento e a única coisa que não muda é o tempo que não para
Hoje, uma pessoa veio me contar que leu mais dez textos no meu blog retratando os mendigos do Catete, e me perguntou de onde vem essa "obsessão por gente miserável". Não respondi ainda, e acho que farei por aqui, pois já é motivo pra um novo texto. Bom, começou com meu avô, na Vital Brasil, em Niterói. A casa do meu avô fica no pé do escadão do Cavalão, na subida da José Vergueiro da Cruz. Ali, sempre quando eu estava brincando na varanda, me causava pavor e medo uma negra descabelada, bem miserável, que, de 30 em 30 minutos, sofria ataques de caretas e dava tapas na própria cabeça. E ela sempre ficava sentada ali, no meu foco de visão. Para completar o quadro desagradável (eu só tinha 10 anos) ela soltava pelos lábios ventosidades com estrépitos que muitos julgavam escapados pelo cú. Magra, alta, não me lembro muitos detalhes. Só o que me recordo é que era vista falando com as pessoas conhecidas que entravam ou desciam do escadão, sempre no intervalo entre dois ataques que aconteciam de meia em meia hora. Não era raro vê-la passar e se comunicar com meu avô pelo portão, enquanto ele limpava o chão da garagem com uma mangueira. Por duas vezes, presenciei dois ataques, dois surtos, enquanto falava com meu avô. Não me lembro de ter visto qualquer morador da rua rir daquela senhora. Pelo contrário, quando ela dava os ataques, todos sabiam como auxiliar. Eu, morria de medo. Todos a tratavam com respeito pela educação e atitudes que ela tinha, quando no seu estado normal. As outras crianças, que nem eu, bem mais inocentes do que as de hoje, morriam de medo. Certa vez, meu avô, a fim de que eu perdesse o medo, obrigou-me a falar com a tal senhora, quando de passagem num sábado a tarde pelo nosso portão. Não é preciso dizer que flutuei no medo, na expectativa de um dos seus ataques. Perguntou-me o nome, deu-me umas palmadas no rosto, alisou-me os cabelos e, depois, ela mesma, mandou que eu fosse brincar, obviamente para que eu não presenciasse o ataque habitual. Não esperei segunda ordem. Afastei-me e fiquei à distância aguardando o ataque que não tardou. Mas, o encontro, de fato, fez-me perder o medo. Já não corria mais do portão ao vê-la. Aprendi a gostar dela. Lembro, até hoje, quando passou por mim no portão pela primeira vez que eu não corri. Acenou, acenei de volta, e ela seguiu seu caminho; me senti o cara mais sinistro e corajoso da Vital Brasil. Pensei: quem manda nessa merda sou eu. Desde então, sempre quando via sua sombra subindo a ladeira pela janela, já corria pro portão para redobrar minha coragem e fazer, cada vez mais, um contato mais próximo com aquela senhora, o que me deixava cada vez mais "sinistro" dentro do meu fantástico mundo de alessandro como o segurança da rua. Até que um dia ela parou para, de fato, conversarmos. Após 35 segundos (mais ou menos), ela teve um ataque epilético e caiu no chão, na minha frente. Imediatamente, um homem prestou todo auxílio e, quando a situação havia acalmado, percebi que estávamos de mãos dadas ali na calçada, sem mesmo perceber, durante toda a crise, que durou uns dois minutos. Depois que meu nervosismo passou, percebi que o homem que havia prestado o auxílio era o meu avô. Naquele momento, com ela ainda no chão, nos olhamos e, sem precisar falar nada, entendi exatamente tudo o que meu avô queria me ensinar sobre a vida, naquela oportunidade. Enfim, as histórias e experiências que tive com meu avô neste sentido foram muito longas, mas essa lembrança é o início dessa minha "obsessão por gente miserável" rs. Ainda sobre ela, não sei como terminou, pois nunca mais voltei naquela casa depois que meu avô morreu. Mas, se não me deixou a saudade, pelo menos deixou uma grata lembrança, engastada nas imagens daqueles tempos em que as crianças, tanto as do morro, quanto as do asfalto, ao invés de matar e assaltar, tinham medo de velhinhas doentes e miseráveis...
E foi então que um desses ventos assoprou mais forte e, como uma pequena ponte, se tornou, enfim, uma passagem que o levou ao outro lado do jogo.
A definição dos grupos está nos dicionários. Nada mais é do que uma reunião de pessoas. Objetivos são dois: um imediato, conversar e "bater papo" sobre os mais variados assuntos; outro mediato, o de divulgar pontos de vista pessoais resultantes de conversas mantidas e, não só isso, passar para o papel ou apenas difundir por qualquer meio de divulgação, o que se assimilou ou se vem assimilando na vida. Não é necessário escrever um livro para ser considerado um componente de grupo. Há pessoas que nunca escreveram um livro, e se escreveram, não foram editados por causas que não vem a furo citar. Mas nem por isso deixam de ser considerados como eminentes divulgadores de cultura, pelas palavras, pelas atitudes e comportamentos exemplares. São mestres por índole e por finalidade de vida. Cultura pode ser divulgada no verso de um soneto, na síntese de uma quadrinha, num haicai ou num simples bilhete. Há um livro sobre os bilhetes de Jânio Quadros que pode ser considerado como aulas de administração e de gramática. A experiência de vida de um homem cultuado pela admiração dos seus contemporâneos, vale mais do que uma biblioteca. É claro que o livro fixa no tempo o estado de alma de quem o escreve, é consagrado ou não na época do lançamento, pode resistir ao tempo ou morrer ao nascer. O certo é que, inexoravelmente, como na vida, sofrem os efeitos da velhice e acabam sendo enfileirados numa estante sem o manuseio dos leitores do futuro que, certamente, dispensarão suas informações, na melhor das hipóteses, transformados em disquetes de computador.Porém, em importância cultural, não há como desconsiderar o que já foi considerado. Ao mesmo tempo, no passado, livros convergiram escritores e poetas, criando o hábito da leitura. Obviamente, com a convergência digital, a época digital vai divulgando, cada vez mais atuante, atraindo gente nova e da terceira idade, nos mantendo numa vida de difusão cultural no nosso meio tão carente disso. E a política também está diretamente ligada a essa questão. Nossas mudanças não podem ser imunes à política. É com a política que, através dos desníveis sociais e culturais que, naturalmente, com todas as diferenças, conseguimos nos nivelar e nos estruturar nessa vida caótica. Isso porque o câmbio de amizades supera qualquer forma de desnível. Aqui são aplicadas regras de matemática, relacionadas com a obtenção do máximo e do mínimo de divisores comuns. E como na matemática, o resultado é perfeito e exato, como não podia deixar de ser.
Que a vida nos sirva um pouco mais de sabor, uma dose a mais de paz e uma porção extra de amor, um ótimo e abençoado dia, com paz amor e muita luz divina em seu coração, escrito por Armando Nascimento
Por mais que tentamos fugir, a realidade é e sempre será uma só, não somos nada sem a fé, fé que move as montanhas, fé que desperta a coragem nos fracos, e a mesma fé que torna os fracos em humildes, a fé que faz o impossível, fé que fortalece, aprimora e nos dá q tolerância necessária pra comprinheender o valor da compreensão, é ela que nos faz a desvenda os olhos e direciona passos e acalenta as aflições, fé que abre novos caminhos e nos dá a esperança nescessária, é a fé que nós habita, nos sustenta e nos faz crer no melhor sempre
Mais uma vez a noite vem chegando lentamente, e os meus pensamentos nada mais faz a não ser me atormentarem, e num lagrimar de meu olhar começa em ti pensar, e o coração se ponha a intristesser, até o song chegar sei que minha alma vai sofrer, e as esperanças mais uma vez presinto que vai me abondonar, só em saber que mais está noite você aqui não estará
Faço de tudo pra que seu coração seja a casa onde eu possa chegar e descansar. Mais é uma casa onde todo mundo quer morar. Mas ninguém quer cuidar. Então deixe eu ser apenas seu inquilino
Te digo mais uma vez. Se vista-se com toda as força que a em seu interior. E resolva viver o teu presente. Perca este medo do teu futuro. E te reservava apenas os momentos pra amar.
O corpo de uma mulher é só um corpo e nada mais, um corpo de um homem é só um corpo e nada mais, o que faz a diferença entre um corpo e outro corpo são os sentimentos que demonstramos a um outro corpo, escrito por Armando Nascimento
A solidão é como uma flor em um imenso jardim, por mais linda e perfumada que seja, ao escurecer junto com o vazio da noite se misturam com silêncio da madrugada e lhe faz tão sozinha, escrito por Armando Nascimento
Me faz um favor, me de um cigarro do mais barato e uma doze de cachaça da mais forte, hoje quero brincar com ela, vou dizer tudo que quero valer, vou dizer a ela que sei das marcas no seu pescoço, as marcas nos lugares mais escondido, me dá mais um cigarro, ponha outra doze dessa cachaça, pode encher o copo, vou chegar perto dela cheirando fumaça e algo do barato, vou deixe sair de dentro de e mim o cafajeste que ela gosta de ter ao lado dela, vou falar o que realmente ela quer, e assim não farei por amor, farei porque quero dela o prazer que ela da pra outro alguém, escrito por Armando Nascimento
Quando existem divergências na interpretação de uma obra literária o autor é a pessoa mais indicada para explicar o sentido da sua obra, assim é o Espírito Santo e a Bíblia!
É importante desenvolver uma sensibilidade mais profunda ao Espírito de Deus, a fim de compreender prontamente sua vontade e agir de acordo com ela.
Uma dúvida inicial, por mais pequena que seja, pode evoluir para uma incredulidade sutil, que por sua vez tem a capacidade de opor-se à verdade de forma resistente, muitas vezes escapando ao controle da pessoa.
Por mais brilhante e lógica que uma exposição bíblica possa parecer, ela perde seu valor quando confrontada pela verdade revelada pelo Espírito Santo.
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