Mais que uma Mao Estendida

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Minha cabeça só pensa aquilo que ela aprendeu... por isso mesmo, eu não confio nela, eu sou mais eu...

''O amor é o mais doce veneno que alimenta o coração com ilusões obscuras, tornando se feridas constantes para a pobre alma.''

Ah se eu pudesse voltar atrás, juro,
eu viveria cada dia.
Mas tão fraco já não posso mais
recuperar os anos que deixei pra trás.

Andaria na chuva,
pularia no mar
e te diria tudo que deixei de falar...
não mais...não mais...não mais...
[...]

O homem não sabe mais que os outros animais; sabe menos. Eles sabem o que precisam saber. Nós não.

Fernando Pessoa
Aforismos e afins. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

PERDOE RÁPIDO E BEIJE LENTAMENTE

A morte é um caso sério. Mais para os jovens do que para os idosos.
Estes vão se acomodando lentamente com a idéia da morte, mais por
fatalidade do que por renúncia da vida. Aqueles esperneiam o quanto
podem e abrem a boca, na esperança de relaxar.

É o caso do sargento do exército americano Jeff Barillaro, de 31
anos, que serviu em Bagdá por 15 meses (de agosto de 2005 a novembro de
2006). Para suportar os reveses da guerra, nas horas de folga ele fazia
música. Numa de suas canções, Barillaro escreveu: “Vou morrer, vou me
ferir, essas coisas sempre vêm à mente| Ele vai morrer ou ela vai
morrer| É apenas uma questão de tempo| Coloco meu uniforme, coloco meu
capacete| Beijo as fotografias de minha família, mando um e-mail à
minha garota, para que ela saiba que eu sinto sua falta”.

Do outro lado do mundo, em Nova York, uma modelo de 20 anos chamada
Ruslana Korshunova, escrevia poemas e os colocava em seu site de
relacionamentos. Um deles diz: “A vida é curta. Quebre as regras.
Perdoe rápido. Beije lentamente. Ame de verdade. Ria
descontroladamente. E nunca lamente nada que tenha feito você sorrir”.

Curioso é que o sargento americano que dizia: “Vou morrer” ainda não
morreu, e a modelo nascida no Cazaquistão e que foi capa de revistas
européias como “Elle” e “Vogue” morreu no dia 28 de junho, ao cair da
janela de seu apartamento no nono andar de um prédio em Manhattan.

A morte não tem educação. Ela não bate à porta. Ela não pede licença
para entrar, como se queixa o profeta Jeremias: “A morte subiu e
penetrou pelas nossas janelas e invadiu as nossas fortalezas,
eliminando das ruas as crianças e das praças os rapazes” (Jr 9.21).

Portanto, vamos nos perdoar rápido, vamos nos beijar lentamente,
vamos amar de verdade, vamos rir descontroladamente, vamos valorizar
tudo que há de bom e nos faz sorrir. E, mais do que tudo, vamos nos
aproximar cada vez mais de Deus, com quem nos encontraremos face a face
logo depois da morte!

Extraído da revista Ultimato, edição nº 314 (setembro / outubro de 2008)

O ódio é um sentimento tão intenso quanto o amor, só que mais impulsivo e menos patético.

“Se eu deixar de ter você, é como não ter mais o que esperar… ou sei lá o quê.”

⁠Os dias mais intensos e vividos são aqueles que nunca saíram da minha cabeça.

Feliz Ano Novo!

Este ano, quero aprender algo mais, algo que ainda nem sei o que é.
Quero, em comparação com os anos anteriores, amar e me dedicar mais ao outro.
Quero ser mais, ouvir mais, saber mais, dizer mais vezes a palavra não e pensar mais vezes ao dizer a palavra sim, e vice-versa.
Quero prestar mais a atenção ao cheiro das coisas.
Este ano, quero estipular mais limites aos meus limites.
Quero me conhecer mais, olhar para o íntimo e ver como realmente sou.
Quero tirar as máscaras que ainda restam e sem que as pessoas percebam, o meu eu vá aparecendo e conquistando, agradando, causando sutis escândalos.
Quero continuar prestando a atenção às cores dos relacionamentos que surgem e desaparecem.
Este ano, sei que será diferente dos demais, alguns já não estão mais tão perto e outros estão apenas pensando em se aconchegar.
Quero saber diferenciar este ano o pouco, do suficiênte.
Quero além de sentir o cheiro das coisas, saber lidar com eles.
A tendência da paixão é certa e a decepção pode ser perigosa e triste.
Este ano tá com cara de bossa-nova.
Sinto o cheiro da melodia no ar.
Suave e harmonioso.
Estou começando a compôr.
Este ano será o melhor de nossas vidas.
Será um ano de tentativas.
Quero sugar o mel das pessoas distraídas ou diariamente convertidas.
E com ele me deliciar e deliciar os meus.
Nada de sombra e luzes artificiais.
Somente luz natural.
O que eu realmente quero para este ano, é morrer de amor!
Simplismente morrer de amor.

" Não existe final feliz, até porque eu não acredito mais em contos de fadas. "

Como Sócrates dizia: A pessoa mais sábia realmente pode ser o único que pode admitir que ele não sabe nada.

“Vou me arrepender depois, mais eu nao resisto a nós dois!

Por mais que o tempo possa parecer a passagem das horas, vão parecer curtos se pensar que nunca mais há de vê-los passar.

Os perdedores, assim como os autodidatas, sempre têm conhecimentos mais vastos que os vencedores, e quem quiser vencer deverá saber uma única coisa e não perder tempo sabendo todas, o prazer da erudição é reservado aos perdedores.

Umberto Eco
Número Zero

As árvores mais antigas dão os frutos mais doces

Mais perto do que realmente importa, pedra ar fogo e madeira, garoto, mais espiritual o mundo é.

"O que mais me machucou foi você me convencer de coisas que eu não sou. Foi você me fazer concordar em me diminuir para caber no seu mundo pequeno e egoísta".

Se achas bom ser importante, um dia descobrirás que é mais importante ser bom.

Mamãe, você é minha flor que eu mais amo.
Você me mostrou que devemos amar.
Na doença, você estava lá.
Eu te amo. Obrigada por estar ao meu lado.
Sempre vou te amar
Eu estava triste, você me consolava.
Que seu dia seja repleto de benção. Te amo.

Prefiro as criticas do que os elogios, por que as criticas me faz ser mais prudente e humilde, tornando-me assim um homem mais próximo da perfeição, e os elogios nos deixa mais orgulhosos e egoístas, destruindo a esperança que há de sermos um dia vencedores.