Mais que uma Mao Estendida

Cerca de 412676 frases e pensamentos: Mais que uma Mao Estendida

Mais importante que as invenções é como foram inventadas.

"É tudo tão estranho...
As vezes me sinto velha de mais pra minha idade...
As vezes me vejo, em determinado momento, uma criança?!...
Não era pra ser assim, eu deveria ter o controle.
Isso tudo me deixa confusa e as vezes com medo." M.K.

Ela diz que não sente mais nada. Nada, entende? Só raiva, desprezo, nojo. Ou seja, só arrumou um novo jeito de gostar

Mesmo para os caminhos mais longos e difíceis, não sairá do lugar antes de dar o primeiro passo.

Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, ante-salas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo santo. Possuo, no entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos, quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram a minha estima e perderam.
Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum de meu cemitério – nele não existe jazigo de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça, já não pode me magoar.
Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outros varri da memória, retirei da vida.
Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. Sigo adiante, o tipo pensa que mais uma vez me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado.

Que minha simplicidade,
deixe o rastro
da luxúria de minha alma.
O mais, é nada.

eu continuo levando minha vida...mais sem saber qual será meu destino...estou vivendo por curiosidade...estou vivendo pra descobrir quem será, "o cara"...
estou vivendo para descobrir, o cara com quem eu sonho todo esse tempo...o cara, q eu nem sei se realmente existe...o cara q me completará...será q eu devo mesmo acreditar q nesse mundo existe alguem pra mim...alguem q irá me amar como ninguem mais me amou???
e q esse amor será de ambas as partes...
quero saber se ele existe...mais ele qm é???
estou a procura de alguem q nem sei quem é...como posso procurar alguem q ñ conheço? e será q ele existe???
só me resta deixar o destino me levar pra perto dele, isso se ele existir!!

Um curto e sincero devaneio, escrito por um adolescente em um sábado frio e comum, mais um sábado.

Hoje, pude perceber, que assim como todo mundo, eu tenho o direito e o dever de ser feliz. O direito, porque posso, assim como qualquer um, correr atrás dos meus sonhos, e torná-los reais. O dever, porque também sei, que assim como EU quero ser feliz, outras pessoas querem ver minha felicidade, e que ser feliz, os deixará consequentemente felizes também. Cansei de amar pela metade, de viver pela metade, a partir de hoje eu prometo a mim mesmo, e aos meus amigos, aos que vivem comigo diariamente, que serei melhor, cada dia melhor, cansei de quem não me quer bem, de quem não pode me fazer feliz.
Vou gostar de mim antes de tudo, gostar de quem gosta de mim, de quem está a minha volta, quanto ao resto ...eu apenas desejo muita sorte, e que você encontre o mesmo caminho que eu encontrei, o caminho de se aceitar, de se querer bem, o caminho do amor próprio.

Pessoas deixam marcas em nossas vidas, e isso não é por acaso, cada pessoa que entra em nossa vida, não passa por acaso, sempre tem algo a nós ensinar, e conosco aprender.

Mas, devo ressaltar, que hoje, me encarando das maneiras mais estranhas e constrangedoras possíveis perante ao espelho, pude perceber ...

A única pessoa que pode determinar que rumos minha vida tomará, quão felizes ou tristes eles serão, estava na minha frente..

- Essa pessoa sou eu.

Quando as nossas intuições, os nossos
sentimentos mais íntimos e o nosso
coração espiritual sabem sem sombra de dúvida,
não devemos nos deixar levar pelos
argumentos temerosos de terceiros.
Às vezes bem-intencionados, outras vezes não,
essas pessoas podem nos afastar de nossa felicidade.

Hoje eu sei, mais do que nunca, que o mundo da muitas voltas e nelas muitas coisas deixam de ser o presente e se tornam o passado, assim como o futuro remoto se torna o agora. Não percebemos as mudanças na sua alvorada e sim quando nos pegamos sentindo certa nostalgia e reparamos aí que essa saudade é um mero reflexo de que aquilo em que pensávamos não é a mesmo o que pensamos hoje, aquilo que achávamos que era importante hoje não merece tanta relevância, aquilo que gostávamos eram apenas expectativas, e sim, aqueles em que pensávamos, dotávamos de importância e gostávamos hoje são lembranças. Não são tudo e todos que acabam no passado. Existem sentimentos, pessoas, lugares, coisas, que são imutáveis em apenas uma volta, precisam de aperfeiçoamento e continuação, ou, simplesmente, não mudam jamais. São estes bens que aquecem o meu coração a cada volta, a cada ciclo que encerro e começo. Hoje estou encerrando um ciclo e começando outro. Por quê? Por que estou me sentindo nostálgica, ou seja, sofri milhões de metamorfoses, naquilo que penso, naquilo gosto, naquilo que sinto. Esse novo eu deixou para trás, não porque quis e sim porque é necessário, algumas opiniões, alguns atos, algumas pessoas e abriu espaço para novas emoções e sensações. Esse novo eu ainda tem um coração aquecido com os bens imutáveis, mas precisa buscar novos horizontes, novos ideais e novos afetos.

Quem mais demora a prometer é mais fácil no cumprir.

A psicanálise é a maneira mais rápida e objetiva de ensinar as pessoas a odiar o pai, a mãe e os amigos.

Por fraqueza nao tomamos as decisões corretas, por medo ficamos inertes, mais e preciso ventar para a folha cair...

Seguindo estrelas

Fico acordado noites inteiras
Os dias parecem não ter mais fim
E a esfinge da espera
Olhos de pedra sem pena de mim
Faz tanto frio, faz tanto tempo
Que no meu mundo algo se perdeu
Te mando beijos
Em outdoors pela avenida
Você sempre tão distraída
Passa e não vê, e não vê

Amigo é mais que um irmão, para amigo revelamos tudo que está em nosso coração. Amigo se faz presente, mesmo quando ausente. Um bom amigo é para toda a vida, é para depois da morte, é eterno, infinito, é amor, amor esse que não morre jamais!

Pedagogia do Acolher


Chegou mais um setembro e, com ele, a vitrine de frases prontas que me atravessam sem me enxergar. Falam para eu falar — como se a minha voz não estivesse há tempos espalhada em palavras, imagens, silêncios e olhares. Eu avisei. Não busco atenção; busco sentido, presença, mãos que não soltam.


O que me revolta não é a cor do mês, é a direção do dedo. Campanhas apontam para quem está afundando, quando quem precisa de formação é quem está na margem. O depressivo não precisa de cartaz; precisa de quem saiba ler sinais: o brilho que apaga, o sorriso que desencaixa, o corpo que fala — cabelo que cai, peso que some, vitalidade que se ausenta. Precisa de quem saiba chegar sem invadir, ouvir sem consertar, acolher sem prescrever. Às vezes, salvar é só sentar ao lado e dizer com o corpo: “estou aqui”.


Falar nem sempre é possível. Por dentro, a mente é um labirinto: ideias desordenadas, sentimentos sem moldura, cansaço que pede anestesia da dor — não o fim da vida. O que nos sustenta, muitas vezes, é o descanso de um abraço, o cuidado que não cobra explicação, o silêncio que não abandona. Ensinem isso: a presença que não exige performance de melhora; a escuta que não transforma confissão em sermão; a delicadeza de perguntar “como posso estar com você?” e aceitar que, naquele dia, a resposta seja apenas chorar.


Também me fere a homenagem tardia. Velórios cheios, redes lotadas de amores eternos — e o vazio de tudo o que não foi dito quando ainda dava tempo de ouvir. Eu não quero discursos depois. Quero humanidade antes. Se houver propósito em minha voz, que seja tocar uma pessoa que esteja aqui agora, e não multidões quando eu já for ausência.


Setembro, para mim, só fará sentido quando deixar de treinar o depressivo para “se explicar” e começar a educar o entorno para reconhecer, acolher e agir. Ensinem a identificar sinais, a construir rede, a acompanhar até o serviço, a ligar no dia seguinte, a cozinhar um prato simples, a varrer o chão do quarto, a segurar a mão — e não soltar. Ensinem que “força” não é cobrança, é companhia. Que fé não é atalho, é abrigo. Que esperança, às vezes, cabe em vinte minutos de silêncio compartilhado.


Eu sigo deixando vestígios — nas pessoas, nos cantos, no papel, nas imagens. Minha voz não precisa de multidões para cumprir seu propósito. Se alcançar um coração e lhe oferecer descanso por um instante, já valeu a jornada. E, enquanto eu estiver aqui, repito: não é fraqueza, é exaustão; não é espetáculo, é sobrevivência; não é drama, é dor. O que peço não é palco. É presença.




#setembroamarelo

Quando a amizade é verdadeira e o amor é sincero, a renúncia se torna cada vez mais difícil.

As escolhas mais difíceis da vida, são as que te forçam a questionar o seu próprio código moral, minha escolha me trouxe aqui, no caminho daqueles que uma vez chamei de irmãos, podem me chamar de traidor, rebelde ou renegado, no final não importa como serei lembrado na história, me importa apenas que segui minha própria crença.

"Por mais palavras que eu diga para expressar oque eu sinto por você, ainda me falta algo...algo que fica preso em algum lugar de meu coração,evitando que eu morra de amor"

A cabeça de um ateu fuciona mais ou menos como a de um crente.
O diferencial é que o ateu enxerga mais longe, enquanto o crente é quase míope.
Ambos raramente mudam suas convicções.