Mais que uma Mao Estendida
Se uma pessoa usa a religião para controlar filhos, humilhar pessoas, impor casamentos, atacar animais ou julgar constantemente quem está ao redor, então existe uma pergunta que não precisa nem ser respondida por ninguém:
O que importa mais, parecer religiosa ou aprender a tratar os outros com dignidade?
Essa pergunta vale para qualquer pessoa, inclusive para nós.
"Perdoar é nobre, mas dar uma segunda chance a quem sempre te trata como última opção não é perdão, é desrespeito consigo mesmo. Voltar atrás só porque alguém pediu desculpa não é bondade: é ensinar que sempre podem te tratar mal e depois voltar."
Você não está sendo exagerada, nada do que sente é demais, é o peso de uma vida inteira sendo deixada de lado, de dar e dar e nunca receber nem o mínimo de respeito. Você merecia um lugar onde se sentisse em casa, e em vez disso, todos os dias você lembra que é apenas tolerada, não acolhida. Isso dói na alma. 💔
De: Eu PARA: eu
Eu sobrevivi, e Deus esteve comigo
Eu era apenas uma criança, mas a inocência me foi roubada muito antes que eu pudesse sequer entender o que significava crescer. Cresci entre gritos e medos, aprendendo cedo demais a me encolher, a falar baixo, a proteger-me de quem deveria ter sido meu porto seguro. Lidei com assuntos que não eram meus, com uma violência física e psicológica que feriu não apenas meu corpo, mas minha alma.
A pior de todas as noites ainda vive em minhas lembranças, como uma sombra que às vezes retorna. Aos dezesseis anos, passei horas de joelhos, aos pés do meu próprio pai, implorando pela minha vida. Cada palavra que saía de minha boca era um pedido desesperado, cada respiração parecia ser a última. Eu senti que a morte estava ali, próxima, e ninguém parecia ouvir meu grito, exceto Ele.
Naquela escuridão absoluta, quando pensei que não havia mais saída, senti uma força que não vinha de mim. Algo me dizia: "Não desista. Eu estou aqui." Foi essa força que me fez sair daquele lugar. Parti cedo demais, sem quase nada nas mãos, mas com uma certeza no coração: eu não estava sozinha.
Enfrentei uma estrada cheia de obstáculos. Encontrei meus próprios demônios, dias em que a dor parecia maior que eu, momentos em que o cansaço pesava mais que a esperança. Mas em cada passo, em cada lágrima derramada, Deus esteve ao meu lado. Ele me sustentou quando minhas próprias pernas não tinham força. Ele me deu coragem quando eu pensei em recuar. Ele secou minhas lágrimas quando ninguém mais viu meu sofrimento.
Hoje eu sei: não foi por minha força que cheguei até aqui. Foi porque Ele me segurou quando eu caí. Foi porque Ele ouviu meu clamor naquela noite de terror e me deu um novo caminho. Eu não sou apenas uma sobrevivente. Sou uma mulher que foi guardada, amparada e restaurada pelo amor de Deus.
Aquele lugar não me define. Aquela dor não é toda a minha história. Minha história é de resistência, de fé e de vitória. Porque em meio ao pior que a vida me ofereceu, o melhor que existe em mim foi cultivado por Ele. E hoje, eu posso dizer com toda a certeza: em todos os momentos, eu nunca estive só. Deus sempre esteve comigo.
RESPOSTA A UMA CERTA ESCRITORA NO REDDIT...
Sabe, a minha história é diferente e também parecida com a sua. Também sou escritora, e a escrita me salvou na pior fase da minha vida. Fugi de casa aos 16 devido a violência doméstica por causa do meu pai, que diferente do seu, não trabalhava, somente nos maltratava. Vivíamos como em um campo de concentração! Minha infância e juventude, foi um holocausto completo... Torturas e muitas coisas terríveis. Eu te admiro, eu me admiro. Eu tive forças para fugir aos 16 levando minha mãe, cúmplice do meu pai, por causa dos meus 3 irmãos pequenos. Ela sempre retornava para mais torturas, e ela voltou novamente. Eu não. Eu lutei, sobrevivi. Tinha dias que eram frios e tão vazios. A escrita era a minha melhor amiga!! Eu tive um blog com mais de 10 mil postagens, durante mais de 10 anos..
Textos enormes, sobre toda a minha vida. Mas, em um bug perdi tudo em 2025!
Então, eu nunca quis escrever por grana. Porque perco a essência.
Então, parei de escrever sobre melancolias da minha vida. Hoje, uso a inteligência artificial para colocar minhas ideias em prática e ajudar pessoas.
Tenho mais de 300 títulos na Amazon!
Talvez, eu ainda escreva um livro sobre toda a minha vida. Mas, eu não quero mais escrever sobre coisas tristes.
Mas, era onde eu mais me inspirava. E, doía. Doía muito! Todos os meus textos ERAM ESCRITOS com sangue e lágrimas. Meus leitores diziam que eu escrevia com a alma. Era verdade. Ela sangrava toda vez que meus dedos deslizavam sobre o papel ou o teclado...
Somos vencedoras.
Se encontre dentro de si mesma. Você vai se curar e ter paz absoluta! Eu alcancei isso aos 33 anos. Eu ainda me sinto adolescente aos 35!!
Eu ainda criança. Já era adulta.
Você é escritora, você vai entender!!
Abraços!!
16/10/2026 16:30
Há encontros que não duram uma vida inteira, mas mudam para sempre a maneira como entendemos o afeto.
Aquele que sela suas janelas acabará malbaratando os raios do sol — uma luz que, projetada adiante, tenta prevenir as catástrofes ordinárias. O ser, quase imóvel sob o peso dessa renúncia lancinante, vê retardado seu próprio florescer. Ainda, os que detêm o saber, os floristas, tornam-se mais estrídulos que o próprio ceifador visível, cujo único labor é garantir que os campos permaneçam estéreis.
Se, possuindo asas, pudéssemos voar, isso seria uma fatalidade; o malévolo espírito humano ganharia forma e decoraria o céu de plumas vermelhas, pois os homens estariam ocupados decidindo quem seria Deus.
Foi pelo momento, plenamente absorto em mim mesmo, engendrando novas luzes como reflexo de uma alma puramente fugidia, minha alma, sustentada por meros caprichos mundanos que sutilmente elevam-na, que me vi atropelado e arrastado pela, por agora, vertical vontade alheia, impetuosamente me sopra ao ouvido sua inequívoca vontade. Miserável me tornei; foi-me pior seguir tal alento; não poderia, nem se quisesse, evitar a verticalidade. Mesmo pífio segundos, tornar-me-ei desamparado do ante deleite, ao alentado fomento do capricho alheio, toda a transcendentalidade ordinária, minha modesta, pois, havia perdido.
Pensar em identidade não é pensar em uma fixabilidade do indivíduo ao seu próprio sujeitamento no objeto ou expressão identificatória. Mas sim, pensar em uma unidade de ação voltada para a multiplicidade que o mundo nos oferece, pois nós o modificamos, ao mesmo passo em que, neste ato, ele nos modifica. Ao renovar o sujeitamento, perdemos nosso sujeito anterior, mas nunca perdemos nossa identificação: ato precursor da própria identidade. Ou seja, identidade é o processo de renovação do sujeitamento consciente do indivíduo às váriadas expressões de Ser. Pensar em intransigência e dogmatismo é ir contra a própria construção de (ser) humano.
UM SONHO QUE TIVE EM 18/10/2026...
O Roteiro de uma Vida Inteira!!
Tive um sonho que parecia o roteiro completo de um filme. Eu era a protagonista e, ao meu lado, orbitavam dois coadjuvantes essenciais para a trama da minha juventude.
A cena começa com o tempo presente. Eu caminhava por aquela mesma rua após muitos anos, muitas décadas. Parei em frente àquela casa. Em toda a minha vida, entrei ali no máximo três vezes, mas lembro de cada detalhe com uma nitidez cirúrgica.
A primeira vez foi há mais de vinte anos. Eu estava acompanhada de um grande amigo alguém com quem, hoje em dia, ainda troco cumprimentos cordiais quando nos cruzamos. Naquela época, ele me convidou para entrar, e eu fui. Lá dentro, nos reunimos os três. E foi então que ele surgiu: o garoto do violão.
Ele tinha o sorriso mais lindo e arrebatador que já conheci. Lembro do seu jeito gentil, dos pés levemente levantados nas pontinhas, apoiados atrás das pernas da cadeira onde se sentava. Ele arranhava algumas notas no violão e cantava uma música qualquer. Eu não conseguia prestar atenção na letra; estava perdida em tudo o que ele significava naquele instante. Fiquei apenas admirando seu rosto, seus olhos, e aquela pequena marca no lado direito, logo abaixo do olho. Seus lábios não eram carnosos, mas ganhavam vida em um sorriso perfeito que encontrava o meu olhar enquanto cantava. Eu me perdia naquele encanto, contemplando-o sem nenhuma expectativa, sem projetar o futuro, embora alguns beijos casuais já tivessem acontecido entre nós no passado.
A surpresa veio na hora de ir embora. Eu estava com nosso amigo em comum que na narrativa real chamarei de TJ, ou Thomas. Confesso que eu e TJ tínhamos uma amizade colorida. Era o tipo de cumplicidade que nos fazia trocar abraços apertados e beijos escondidos em alguma esquina escura, sempre depois das onze da noite, quando voltávamos da casa de umas amigas. Nós nos curtíamos, mas sem cobranças ou rótulos; tínhamos uma química leve. Eu não sabia se ele alimentava sentimentos mais profundos por mim, mas a verdade é que meu coração já pertencia àquele menino do violão. Não era um sentimento recente, eu apenas não conseguia enxergar como ou quando ficaríamos juntos. Deixei que o tempo respondesse.
TJ era meu confidente. Conversávamos sobre tudo. Ficamos algumas vezes, até que aquele garoto loiro que um dia, numa fila de escola, havia marcado meu coração reapareceu na cidade. E ali estávamos nós na casa dele. Ele na minha frente, com o cabelo loiro na altura dos ombros preso em um pequeno coque que o deixava incrivelmente charmoso. Ele transbordava carisma, era popular na cidade e todas as meninas o queriam. Eu sentia que nem tinha como competir.
Ao longo daquela época, visitei o quarto de TJ apenas três vezes. Lembro do computador instalado na parede ao lado da porta, da cama de solteiro encostada e da cadeira de escritório. Na primeira vez em que ficamos completamente sozinhos ali, sentei-me tímida, envergonhada pela presença dos pais dele na casa. TJ deitou-se na cama e eu permaneci de pé ao lado. Foi quando ele soltou no ar: "Já pensou, Aline... e se um dia a gente se casasse?". Eu, que guardava meu amor pelo garoto do violão, desconversei imediatamente: "Eu, hein? Tá doido?", e saí dali rindo.
Em uma segunda visita, fui acompanhada de uma colega, a Alice. Ela resolveu o que precisava e foi embora, mas eu acabei ficando para conversar. Naquele dia, porém, eu já não tinha intenção alguma de beijá-lo. Olhei para a tela do computador ligado e vi dezenas de coleções de fotos de uma amiga nossa. TJ estava completamente apaixonado por ela, mas o sentimento não era recíproco; ela o achava feio, algo que, por óbvio, guardei para mim. Aquela foi a última vez que entrei no território dele. Nunca contei à nossa amiga o que vi naquele monitor. Mantive silêncio absoluto, e nossos beijos de esquina cessaram para sempre. Passamos a ser apenas conversas jogadas fora em um grupo de amigos que se reunia, ironicamente, bem em frente à casa da garota que ele amava. Sabendo que ele não teria chance com ela, decidi intervir e perguntei à irmã dela se gostaria de ficar com TJ. Ela aceitou, e o romance deles aconteceu. Pouco depois, comecei a me afastar do grupo por conta de uma mudança de cidade, deixando para trás a saudade de todos eles.
Mas voltando à cena daquela tarde com o garoto do violão: quando eu e Thomas nos despedíamos dele para ir embora, veio a reviravolta. Ele olhou para Thomas e disse, com firmeza, que ele poderia ir sozinho, pois ele mesmo faria questão de me levar até o meu destino. Um sorriso involuntário brotou em meu rosto. Pude notar um lampejo de tristeza nos olhos de Thomas por ter que retornar solteiro, mas eu não perderia aquela oportunidade. Aceitei. Ele ligou a moto e partimos juntos rumo ao desconhecido. Não me lembro para onde fomos, mas aquele foi o início de uma jornada que eu não sabia onde daria.
Até aqui, cada linha desta história foi a mais pura realidade. Mas agora preciso contar o que o sonho fez com o roteiro.
No universo do sonho, muitos anos haviam se passado desde a última vez que nos vimos. Ao caminhar em frente à casa dos pais dele, notei um veículo do Exército estacionado, um jipe conversível verde-oliva. Cheguei a memorizar a placa para pesquisar mais tarde. De repente, a porta da varanda se abriu e ele surgiu.
Mas não era o mesmo rapaz. Não havia um único traço do jovem carismático de outrora. Fiquei em choque, me perguntando se aquele homem era realmente ele. A instituição militar parecia ter destruído tudo o que ele tinha de melhor. A doçura e a gentileza haviam evaporado. Em seu lugar, vi um homem obeso, careca, sem os dentes da frente e com um comportamento hostil. Passamos a tarde inteira conversando, e percebi que ele havia se transformado em um homem arrogante e rude. Um completo babaca.
Passado o impacto daquela tarde incômoda, o sonho encontrou o seu desfecho. Eu acordei e estava de volta à realidade, ao lado do meu esposo.
No sonho não aconteceu absolutamente nada físico; fomos apenas duas pessoas conversando. Mas a experiência serviu como uma poderosa metáfora do subconsciente. O tempo transforma tudo: altera aparências, molda personalidades e reconstrói as nossas perspectivas sobre quem um dia amamos. Aquela idealização da juventude já não existe mais, e se nos cruzássemos hoje na rua, seríamos completos estranhos.
Sei que na vida real ele não se tornou aquele homem do sonho, e honestamente desejo que ele seja tão realizado, e feliz quanto eu sou. Mas a maior revelação desse roteiro noturno aconteceu quando despertei e olhei para o homem lindo e incrível com quem sou casada hoje.
Percebi que todo aquele amor que cultivei no passado não foi perdido; ele foi reciclado, amadurecido e hoje pertence, por inteiro, ao meu amor do presente. Eu construí uma história real e sólida. O passado só precisou visitar o meu sonho para me provar que não deixei nada para trás. Eu vivi, eu sonhei e, acima de tudo, eu agradeço.
O sentido da vida é nos libertarmos da escravidão e prisões e termos uma vida de liberdade, amadurecimento e sapiência, para aproveitarmos a vida.
Enes Camargo
Para estes cantores Gospel e pregadores de igreja que usam o Evangelho para enriquecerem deixo uma Palavra:
Mateus 10:8 "Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai."
Dificilmente um homem que gosta de dinheiro e carros quer só uma mulher, boa parte pensa nessas coisas exatamente para atrair mais mulheres e as mais bonitas.
O pior defeito do brasileiro tem muito a ver com caráter, que ele não compartilha uma boa ideia ou algo que está dando certo de outra pessoa, ele quer copiar pra ganhar dinheiro e os créditos de outrem!
Uma vez, dei entrevista para uma repórter, ela me perguntou sobre certas pautas, respondi que tenho ética pessoal e não faço certas pautas onde sou o abutre em troca de dinheiro...
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