Mais que uma Mao Estendida

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A mulher é uma sublime entropia em canção.

A solidão é o pior castigo de uma alma boa... Mas é a melhor companhia para uma essência!

Saudades,é uma expressão de amor.
Pois se foras amor,o que seria essa dor?
Algo que consome e nos corroe por dentro,almas flageladas e dilaceradas;
Como um sentimento tão lindo,pode causar tanta ⁠tristeza?
Isso é amar? Ou morrer?


-Izadora Hoffmann

O Verso Puro do Coração
Um poema de amor, um sopro, uma canção,
Versinho singelo, com toda a pureza do meu coração.
É a paixão que pulsa, a verdade que se revela,
É a música, a canção mais bela.
Não é só um poema, é a melodia ardente,
Que a tua essência despertou em mim, de repente.
Tu és o acorde, a rima, o refrão...
A doce melodia é a eterna paixão .


Em ti encontro o fogo, a ternura, a calma, as doideiras ,as loucuras e a Paz,
O encaixe perfeito, o abrigo para a alma.
E nada mais 😔😢


AlexsanderNascimento

Dói muito te ama é uma Dor tão continua
Que não sei se dói tanto a dor ou se dói mesmo é te ama...
Dói tanto que só penso em chorar, na madrugada fria,a dor doída machuca tanto
Que atravessar aonde a dor insistiu em te guarda.


27/07/2026

Uma vez uma criança chegou pro seu papai e perguntou…
- Papai ? Deus me ama ?
seu pai respondeu …
- Claro filha.
- Mas como ele me ama se eu não posso vê-lo ? ele nem me abraça , nem beija minha testa como você faz papai… Disse a menina.
- Sabe filha, agente não pode vê-lo mas ele existe dentro de nós. Quando você era apenas um bebê, ainda na barriga da sua mamãe, você não podia nos ver, nem nos sentir, mas mesmo assim a gente te abraçava , beijava e já amávamos você, mesmo assim é Deus.

"Não crie uma rede social para prender as pessoas na tela. Crie uma plataforma que expanda o poder de ação delas no mundo real."

A inteligência que incomoda pode ser uma ofensa ao ego ou um convite ao aperfeiçoamento. A escolha é de quem observa.

Se tudo o que começa exige uma causa, que causa poderia ter causado a primeira causa? E se essa causa primeira não começou, por que concedemos à realidade o direito de ser exceção apenas no ponto em que nossa razão já não consegue prosseguir? Talvez o erro esteja menos no universo do que na arquitetura de nossas perguntas: aprisionados à representação do tempo, projetamos sobre o ser a necessidade de um primeiro instante, como se o infinito devesse obrigatoriamente possuir uma porta de entrada.


Kant talvez nos lembrasse que procuramos além da experiência aquilo que nossas próprias categorias tornam inevitável pensar; Schopenhauer suspeitaria que confundimos a ordem de nossas representações com a estrutura última do real; Nietzsche talvez perguntasse por que nossa necessidade de um princípio absoluto não seria apenas a vontade humana de transformar o abismo em explicação.


Talvez, portanto, a realidade não tenha começado. Talvez começo e fim sejam apenas fronteiras que a consciência desenha sobre aquilo que, em si mesmo, não conhece fronteiras. O primeiro instante pode ser uma ficção necessária à nossa inteligência, mas não necessariamente uma propriedade do universo. E talvez o mais vertiginoso dos mistérios não seja saber quem iniciou a existência, mas admitir a possibilidade de que nunca tenha havido um primeiro capítulo, porque o próprio universo não seja uma história que começou, mas o enigma diante do qual a nossa necessidade de começo nasceu.

Se todo começo exige uma causa, o primeiro começo é a única coisa que não pode começar; talvez o paradoxo não esteja no universo, mas na exigência humana de que tudo tenha uma origem.

O infinito não precisa de uma porta de entrada; quem exige uma primeira porta talvez esteja apenas confundindo a arquitetura da mente com a arquitetura do universo.

Nossa inteligência suporta melhor o absurdo de uma causa primeira do que a vertigem de uma realidade sem primeira causa.

Compreender profundamente uma coisa exige atravessar as fronteiras entre várias formas de conhecimento.

Compreender profundamente uma coisa é atravessar as fronteiras do conhecimento até descobrir que aquilo que parecia separado pertence, muitas vezes, à mesma arquitetura invisível.

Há mundos inteiros contidos em uma única estrutura; compreendê-la verdadeiramente exige atravessar as fronteiras entre suas partes e descobrir, na diversidade que as constitui, a unidade que silenciosamente as conecta.

Compreender verdadeiramente uma realidade exige atravessar as fronteiras artificiais entre os campos do saber e reconhecer, na diversidade dos conhecimentos, a unidade profunda que os atravessa.

Status é uma linguagem social silenciosa: antes que alguém conheça profundamente nossa história, o mundo frequentemente interpreta os sinais exteriores dela.

A rejeição raramente é uma sentença sobre o valor absoluto de alguém; frequentemente é apenas incompatibilidade entre dois sistemas de desejo.

Há homens que temem a solidão porque jamais descobriram que a própria consciência pode ser uma companhia intelectualmente inesgotável.

Quem não consegue permanecer consigo mesmo frequentemente procura no amor uma anestesia para perguntas que deveriam ser enfrentadas em silêncio.