Maioria
A maioria diz que a gente é uma lagarta… e que, com o tempo, vira uma borboleta.
Mas quase ninguém fala do que acontece no meio. A lagarta não cresce simplesmente e cria asas. Ela se desfaz.
Dentro do casulo, ela libera algo que a destrói por "completo"… para então se reconstruir. E talvez a gente não seja tão diferente assim.
A gente cresce absorvendo o ambiente, como folhas.
Aprendendo sem perceber, copiando, se moldando… virando um pouco de tudo, menos de nós mesmos.
Até que chega um momento de pausa.
Um casulo.
Um lugar onde o mundo desacelera… e... sobra só você. E é aí que começa.
Os questionamentos.
As dúvidas.
As coisas que não encaixam mais.
Esse é o ácido.
Não é confortável.
Não é bonito.
Mas, necessário.
Porque aos poucos, aquilo que não é seu começa a se dissolver.
Expectativas, versões, partes que você carregou só por ter aprendido… não por ter escolhido.E então sobra algo.
Não perfeito.
Não pronto.
Mas verdadeiro.
E é nesse ponto que você entende…
quem você era antes do mundo tentar te moldar. E, pela primeira vez, você não cresce baseado no que viu… mas no que você escolhe ser.
Você se dá forma.
Você constrói suas próprias asas.
E só então… você vira borboleta.
@Adryan_Ryan__
Mandaram recados e avisos para os homens se salvarem pela fé no Evangelho; mas, a maioria riu disso e morreram, aguardando a sentença da morte espiritual, porque a fé já não existe mais.
A pressa em escolher um lado é tão grande que a maioria já consegue arrotar opinião sobre conteúdo que nem sequer consumiu.
Vivemos um tempo em que reagir vale mais do que compreender.
A velocidade com que julgamentos são formados supera, com folga, o tempo necessário para escutar, refletir ou até mesmo duvidar.
Opinar virou quase um reflexo involuntário — não porque temos algo sólido a dizer, mas porque o silêncio passou a ser confundido com ausência de posicionamento, e isso, para muitos, parece inaceitável.
O problema não está em ter opiniões, mas na superficialidade com que elas nascem.
Quando não há contato real com o conteúdo, o que se expressa não é pensamento, é apenas eco.
Eco de manchetes, de recortes, de narrativas prontas que dispensam esforço e recompensam a pressa.
E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando a própria capacidade de pensar.
Há uma falsa sensação de pertencimento em escolher rapidamente um lado.
Como se isso garantisse identidade, como se fosse suficiente para nos situar no mundo.
Mas o preço disso é alto demais: abrimos mão da complexidade, ignoramos nuances e transformamos qualquer assunto em uma disputa rasa, onde o objetivo não é entender, mas vencer.
Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja justamente o contrário.
Seja admitir que ainda não sabemos o suficiente.
Seja escutar antes de falar, consumir antes de julgar, refletir antes de reagir.
Porque pensar dá trabalho — e, em tempos de imediatismo, tudo que exige tempo parece quase um ato de resistência.
No fim, não é sobre escolher um lado rápido demais.
É sobre não se perder de si mesmo no processo.
Você sabia que a religião, para a maioria dos cristãos, é maravilhosa enquanto proporciona muitas felicidades e atrai muito dinheiro ao mesmo tempo?
"Chega um tempo em que uma maioria de gente sensata e/ou inteligente... tende a calar-se para não ferir a ignorância de uma minoria...burra!"
Haredita Angel
04.01.22
Vamos repensar?
Nicolás Gómez Dávila:
“A maioria das pessoas não tem opiniões; tem opiniões emprestadas.”
Carlos Eduardo Balcarse:
“Vivemos a era do pensamento terceirizado. Muitos não possuem ideias; possuem ecos. Não pensam com a própria consciência, apenas repetem aquilo que ouviram com maior frequência. A multidão deixou de buscar respostas e passou a reproduzir ruídos.”
Vivemos numa época em que há grande quantidade de adoração religiosa pública. A maioria dos ingleses com respeito pelas aparências vai a alguma igreja ou capela aos domingos (...). Mas sabemos que quantidade sem qualidade tem pouco valor. (...) Há uma pergunta importante a ser respondida: “Como adoramos a Deus?”.
Nem toda adoração religiosa é correta aos olhos de Deus. (...) A Bíblia fala sobre a adoração realizada “em vão” (...) e também sobre a adoração espiritual. Supor (...) que a adoração significa nada mais do que ir à igreja num domingo e que não importa como a realizamos, é tolice infantil. (...) Não nos enganemos. A pergunta “Como adoramos?” é bastante séria.
Rotas do amor...
O amor fala comigo! Quisera eu entende-lo, mas suas mensagens na maioria das vezes são indiretas e apresentadas como enigmas.
Quem dera, eu saber os planos do amor com antecedência, seriam tantas as possibilidades e escolhas certas que eu faria na minha vida, nem posso imaginar como seria bom reconhecer e ao mesmo tempo desviar das angustias, incertezas, dos lamentos e das cicatrizes ocasionadas pelos péssimos caminhos traçados por meus sentimentos.
Mas não é bem assim! O amor vaga sozinho tomando suas próprias decisões, seguindo na sua peregrinação rumo ao lugar mais sagrado do meu corpo, o meu coração.
Entenda que a maioria das coisas são mera formalidade, eu te desejo riquezas mas não significa que eu vou te dar o meu dinheiro.
Do não que já se tem
A maioria das pessoas não está preparada para receber um 'não'. Mas, se elas se dessem conta de que o não elas já têm... perderiam o medo. Se já o têm, não há como ganhá-lo.
Então, se não fizerem nadinha de nada, o máximo que pode acontecer é permanecer no não. Que já é terreno conhecido, é zona de conforto.
Com você é assim também? Não consegue administrar os 'nãos'?
Então, acostume-se, sua vida estará repleta de 'nãos' – é tudo o que você já tem.
Agora, arrisque-se... o mínimo que pode acontecer é você permanecer no não.
O mínimo...
Rosangela Calza
"É uma grande verdade universal que, muitas vezes ou na maioria delas, ninguém nesta vida consegue manter com frequência uma consciência totalmente limpa. Encarando a realidade, para ser honesto, ninguém ao longo do caminho que iremos percorrer nesta existência conseguirá manter-se 100% nesse quesito."
Raphael Denizart
Dos Olhos da Sociedade
Demétrio Sena - Magé
Na maioria das vezes, não sei se uma pessoa com quem lido é "bonita" ou "feia". Entre aspas, porque não tenho conceito ótico específico para beleza. Refiro-me aos olhos da cara de uma sociedade que vive do que olha. Não do que vê, exatamente, porque ver é algo bem mais profundo. Foge aos olhos que prioritariamente olham.
Faz tempo que meus poemas românticos não exaltam traços e curvas das eventuais musas. Isso perdeu importância para mim, nos primeiros anos da minha trajetória de poeta, praticamente os primeiros anos de nascido. De alguma forma, eu seguia o curso da poesia romântica em voga naqueles tempos de uma decantação excessiva da "beleza", como não saiu totalmente de voga. Principalmente a "beleza" feminina.
Faço preferencialmente poemas de protesto político e também social, normalmente com as sutilezas que aprendi nos tempos da ditadura, quando eram necessárias muitas metáforas. Hoje podemos rasgar mais o verbo, até xingar, porém me viciei nessa forma de compor. Mas componho poemas românticos. Muitos, mesmo. Nesses poemas, decanto a essência da musa. O quanto ela inspira com a sua índole, sua sensibilidade, a inteligência e outros atributos que não passam pelo crivo dos meus olhos. Os da cara.
Essa ótica da minha poesia romântica não tem lá muita popularidade. A velha exaltação da pele, dos lábios, cabelos, os traços faciais e as curvas, continua no topo da preferência popular de quem consome música e poesia. Mesmo nas artes plásticas, quando retratam pessoas e são para uso doméstico, existe a preferência popular por essa exaltação.
É como todo mundo, nesta sociedade supérflua, olha para o outro. Vai direto à capa e volta, sem dar nenhuma folheada. Não lê sequer o prefácio do ser humano, se a capa não o agrada imediatamente. A essência pouco importa. O livro, a trajetória, o roteiro pesssoal do ser humano valem menos; muito menos do que a pele, os lábios, os cabelos, os traços faciais e as curvas do corpo.
A riqueza material, o poder e a fama fazem parte crucial dessa frente; dessa vitrine; a capa do indivíduo. Tornam qualquer pessoa "bonita", pois a plastificam e fazem encher os olhos de quem olha. É assim que somos, na camuflagem das virtudes gritadas nos palcos, palanques e púlpitos do preconceito e da hipocrisia.
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Respeite autorias. É lei
A maioria das pessoas se preocupa mais em parecer feliz nas redes sociais do que em construir uma alegria real e inabalável dentro de si.
Tente concluir a maioria das coisas que você começa. Se você começar muitas coisas e não concluir, você irá correr o risco de não terminar nada que começou.
Tenha constância. Termine a maioria das coisas que você começa. Quem costuma sempre começar e não terminha é muito inconstante e pode correr os risco de nada ser.
Tenha sempre constância. Termine a maioria das coisas que você começa. Quem costuma sempre começar e não terminar alguma coisa é muito inconstante e pode correr os risco de nada ser.
