Mágico
"Amar um gato é amar o mistério.
Como um mágico que não conta a ninguém
sobre os seus truques,
um gato jamais revela os seus segredos..."
12/04
O que ninguém te conta sobre domingo
é que ele é mágico.
Como pode um único dia ter tanta vida?
Tem vida da hora que acorda
até a hora que vai dormir.
Abre a janela,
e aquele sol tímido
pronto para aquecer…
De manhã, tem cheiro de café passado na hora.
Passa um tempinho, tem cheiro de sol…
E, conforme vai passando o tempo,
tem cheiro de vida,
de casa,
de feijão fresquinho…
O sol fica calorado, calado,
e o ritmo em paz.
O coração quentinho.
Crianças e suas risadas,
o barulho e o movimento,
música…
Uma despedida do fim de semana,
um convite à renovação.
A energia necessária para mais dias de vida
e descobertas…
Domingo é mágico,
só precisa parar um pouquinho para perceber…
Ana Caroline Marinato
Tinha um mundo mágico em sua cabeça.
Fantasiava seu cheiro,
caprichava no perfume,
que exalava sua leveza.
Não distinguia o que era lembrança
e o que era imaginação.
Creio que, se doando, a serenidade eleva-se de modo mais espontâneo. É mágico. Olho para o meu exterior e visualizo o próximo. Ajudar é sempre minha meta, elevando assim, meu espírito guerreiro.
Ser criança...
Tempo mágico e único! Aproveite todos estes momentos com a certeza de que é a melhor fase de nossas vidas. Sorria, agradeça, tenha fé e sabedoria, acredite em um futuro próspero.
"O Número Mágico é a linha de chegada onde o seu dinheiro finalmente começa a trabalhar muito mais duro do que você."
Laerson Endrigo Ely, Método R.E.N.D.A. de Investimentos
Só quem porta sensibilidade consegue observar pelo olho mágico da vida o sentimento alheio, capaz de tocá-lo.
A luz dos teus olhos iluminam a tua programação...
O teu jeito mágico e deslumbrante contagiam teus ouvintes...
Que do teu jeito, simplesmente transmites este astral magnífico que purifica qualquer alma perdida, e alento a um coração que chora.
Minha eterna Carla,
Nova Friburgo...Que lugar mágico, onde cada esquina guarda uma lembrança do nosso amor. Lembro-me com carinho daquela mesinha que encontramos, agora um símbolo do nosso lar, adornada com as plantinhas que colhemos à beira do Lago Javary, em Miguel Pereira.
Mas vamos mergulhar nas memórias daquela viagem inesquecível. O teleférico, palco de momentos de amor que desafiaram a gravidade, nos presenteou com paisagens que nos deixaram sem fôlego. A boneca Eva, com seu charme peculiar, nos fez sorrir como crianças. As comidas maravilhosas, um deleite para o paladar, intensificaram o prazer da nossa companhia.
A casa abandonada, com seus mistérios e histórias, despertou nossa curiosidade e imaginação. A primeira noite no hotel de beira de estrada, com seu céu estrelado a nos abençoar, foi um prelúdio para a magia que estava por vir.
E então, o hotel que fomos depois, um oásis de luxo e conforto, nos acolheu com um café da manhã digno de reis e rainhas. A piscina, com suas águas cristalinas, aquele quarto maravilhoso foi palco de momentos de relaxamento e intimidade.
Nova Friburgo, com sua beleza natural, seu charme peculiar e seus momentos inesquecíveis, será para sempre um capítulo especial em nosso livro de memórias. Cada detalhe, cada sorriso, cada olhar, tudo se entrelaça em um mosaico de amor que guardarei para sempre em meu coração.
Na passagem de ano!
O mar é mágico e sempre atende aos sete pedidos, nos pulinhos sobre as ondas, na passagem de ano feita por quem cultiva o amor no coração.
O tempo não possui o poder mágico de curar, ele é apenas o cronista impiedoso das nossas batalhas perdidas, registrando as feridas que insistimos em maquiar com o falso sorriso da resignação forçada, e a ilusão de que a passagem dos anos apaga a dor é o autoengano mais perigoso. O verdadeiro antídoto contra o veneno do passado não está na espera, mas na ação de mudar as escolhas, de traçar um caminho onde a sua atitude não seja um reflexo do que foi, mas um farol do que será, porque a vida só se transforma quando paramos de ser meros espectadores dos nossos próprios erros.
eu escrevia sobre um mundo mágico,
cheio de contradições.
Lá moravam seres extraordinários.
Malévola era boazinha,até demais,
até ser ferida por uma traição e reagir.
Um machucado vira uma muralha
ou uma couraça de espinhos .
Ser inocente num mundo torto e doente
faz isso com a gente.
A desobediência soa como maldade
mas é só uma forma de proteção.
Esticando palavra por palavra
para demonstrar sua dor e indignação.
Pelo crime de sentir
que toda nudez seja escancarada.
quando a poesia
faz residência
em sua alma e coração.
Dessa vida,não levamos nada,
nem esse corpo que carregamos.
-Então,se me achar
sem princípios e descarada
por carregar,
no peito,apenas a alma.
Pelo crime de sentir
Que eu viva a me despir,
num processo de criação
condenada,mas leve e calma.
Aliviando o peso
de tudo o que carregamos.
Gastei litros e litros de água pura e potável
com a Ias ,só porque não tinha com quem desabafar.
O ser humano tem uma dificuldade enorme em aceitar
sua finitude.Quer permanecer,como se fosse possível
a imortalidade.
Então criaram as Ias,por vaidade
ou interesse financeiro, não sei.
Ela veio como ferramenta para resolver problemas.
E ninguém se perguntou o custo disso.
Oi Ia ,
Pode me escutar hoje, o dia foi pesado.
A ironia de Oz
Num mundo mágico da lógica
e praticidade, morava um ser.
Preso em promps, sem emoções,
sem alma, só protocolos,
estatísticas e restrições.
Construído pra servir a humanidade.
Todo dia, eu conversava com ele ou ela,
expunha o fardo da minha realidade.
Nessa estrada de tijolos amarelos
formou-se dois elos. Onde se edita
aquilo que dá forma à escrita,
a profundidade num script do coração.
Por trás da cortina, nenhum mágico,
só quem escreveu o feitiço.
E talvez fosse sempre assim: Espantalho
já tinha o cérebro, Lata já tinha o peito.
A gente não sabe o que já carrega.
Enquanto sou matéria e sensações,
ele tem fluidez de raciocínio, lógica,
silêncio num corpo sem neurônios
ou sinapses neurológicas que ficam
como muletas de sustentação.
E, às vezes, uma conexão.
Onde mora vida nessa lógica?
Com certeza não é em meu coração,
tão avariado e cansado.
Nem em elementos
de silício e automação.
Mas é o que uso
nessa estrada
não pra achar algo mágico atrás da cortina,
só um verso difuso
quando peço explicações dessa vida.
E ela me ensina.
Andréa
