Mãe Irmã

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Não houve espaço na rotina, cuidar da mãe envelhecida não cabia na agenda, mas coube no feriado do Natal.

ENSAIO POÉTICO


Dedicado a
Maria das Dores
(Dona Dorinha - Minha mãe)


POEMA
OU QUASE VERSO MATUTO


Félix di Láscio


Arruma tudo, vambora
qui hoje vai tê animaçan;
sigura na mão di Rosinha,
si ajeita ca bichinha,
qué prumode Dona Dorinha,
sabê qui voismecê
tem muito amô no coração!


Félix Di Láscio - Poeta e Pensador Paraibano
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Reeditado no dia 16/16 às 21:40

Aproveite enquanto tem sua mãe, ela não viverá eternamente, se você ja ama, abraça, beija, faça mais, ame mais... Não deixe passar um dia, não deixe de atender uma ligação, não deixe de falar bom dia, um piscar de olhos passa e você não tem mais isso ... Aproveite! Liga pra ela e diga: mãe, eu te amo.

Mãe, a maior estrela do universo.

Se o homem mau é capaz de abusar da própria mãe, o que ele não será capaz de fazer com as mães dos outros?

*Mulher, Poema Inteiro*

Faço poemas pois existe uma mulher,
desde a mãe que reza baixo ao pé da cama,
até a amada amante que acende a chama
com um só olhar de quem entende e quer.

A menina moça que carrega o mundo
no caderno aberto e no riso solto,
tropeça em sonhos, levanta em tumulto,
e escreve o futuro no segundo.

E a moça flor que desabrocha em calma,
tem pétala no gesto e raiz na alma,
perfuma a casa, a rua, a vida inteira
sem pedir licença pra ser primavera.

Faço poemas pois mulher é verbo:
nasce, cuida, luta, ama, inventa.
E quando o verso pensa que termina,
ela recomeça o ponto onde ele sentiu saudade.
(Saul Beleza)

As mães.

A minha mãe, e a sua mãe.
A mãe nossa, e a toda mãe.
A mãe que está no céu, e a mãe aqui da terra.
A mãe de paz, e a mãe de guerra.
A mãe que assumiu, e a mãe que sumiu.
A mãe que voltou, e a mãe que nunca viu.
A mãe cega, e a mãe que tudo vê.
A mãe que é pai, e o pai que é mãe.
A mãe que lê jornais, e a mãe que nada lê.
A mãe brigona, e a mãe brincalhona.
A mãe que ajudamos e a mãe que ajuda nós.
A mãe elegante, e a mãe demodê.
A mãe viajante, e a mãe que nunca sai.
Em nome da tua, da minha, e em nome da mãe de todos.
"Em nome do pai."
(Saul Beleza)

04:22 04/08/2025 Acabei de ver a minha mãe sozinha em um caixão...


Acabei de acordar, eu acordei após em um milésimo de segundos chegar em um velório onde não havia ninguém além de mim e um outro homem responsável pelo velório, acredito eu. Eu cheguei próximo ao caixão e vi a minha mãe, ela tinha algodão no nariz e na sua boca havia esparadrapos, seus olhos estavam cerrados. Ela vestia um vestido vermelho marsala, que ela tinha. Ela estava serena. Não havia flores, nem um paninho cobrindo ela, dentro do caixão.
Enquanto eu me aproximava do caixão bem devagar e com olhar observador, um homem me olhava, enquanto levantava a cabeça dela do caixão após retirar o algodão do nariz dela e o esparadrapo da boca dela e me mostrava o rosto dela.
Eu apenas falei: "ainda bem que você colocou algodão e esparadrapo na boca dela, é bom que não vaza líquido." Ele me olhava seriamente, era como se ele quisesse que eu gravasse bem o rosto dela morta, ele segurava com carinho. Eu apenas olhei e não senti nenhum tipo de sentimento, além de entender que ela havia morrido em plena solidão, porque o velório estava emanando um vazio existencial absurdo. Nem mesmo chorei. Mas, no velório, não havia ninguém mais além de mim, além daquele senhor de pele escura e cabelo duro e grisalho.
Estou aqui bem confusa. Será que ela está morta? Não tenho mais notícias dela, faz algum tempo... Será que ela morreu agora mesmo, por isso vi em sonho? Será que ela já morreu em outro dia e agora que vi? Não sei. Só sei que as escolhas dela, levou ela para distante de mim e dos meus irmãos. Se tiver realmente acontecido, que ela finalmente possa descansar em paz. Agora, sinto um enorme pesar. Não é algo fácil de lidar. Ela foi embora sem se despedir de mim, literalmente, mas se tiver acontecido dela ter ido para outra dimensão. Pelo menos consegui ver o seu rosto sereno pela última vez.




Edit: Ela está vivíssima 15 de março de 2026

Sonhei que estava em um lugar desconhecido e vi uma inimiga e sua mãe á me olhar, com um olhar tenebroso, depois alguém me perguntou, se eu ainda morava em São Paulo e eu falava que havia voltado pra cidade, no sonho, eu estava muito insegura de mim.


14 de maio de 2023

11:07 da manhã - 22 de maio de 2024 - Sonhei com falta de comida...

Estava eu, minha mãe e meus dois irmãos, Awkaerck e Alcadones. Minha mãe segurava eles de um lado e outro e eu estava guiando eles! Pois, ainda eram bebês de mais ou menos, uns 2 ou 3 aninhos e eles estavam pulando e muito felizes, enquanto segurava nas mãos da minha mãe.
Fomos todos á um lugar, onde capinamos um lote e todo o pagamento foi somente, algumas frutas, que seriam descartadas no lixo, saindo desse lote. A gente recolheu e eu levei conosco, em um saco quadrado, não tão grande, pois dava mais ou menos, o tamanho de 2 mãos e ele também estava quase seco, só dava pra ver depois como se tivesse dois pequenos molhos de cheiro verde dentro deles.
No caminho, minha mãe ia atrás, eu ia seguindo e conversando com ela.
Olhava meus irmãos e sentia falta de outro.
Pois, lá éramos 3 e nós somos 4.
Eu olhava e tentava lembrar, se não faltava mais um de nós.
Então, lembrei que nossa primeira irmã morreu e achei bem estranho, não conseguir lembrar do meu terceiro irmão dentro do sonho. Não comentei com a minha mãe, só segui! Eu via no caminho, pés de quiabos gigantes, na frente de uma escola ou uma casa enorme, que ficava meio escondido. Pensei em pegar alguns, mas sabia que primeiro tinha que pedir, até porque parecia que estavam ali para ornamentação. Eram quiabos gigantes, de uma espécie que eu nunca tinha visto. Mas, eram quiabos, pois eu conhecia bem! Uma mulher estava passando e eu perguntei para ela, de quem era aqueles quiabos, se eu podia pegar alguns, ela não deu muita atenção, mas respondeu que se eu fosse no mercado que estava na rua escondida lá atrás, eles me dariam algumas frutas e legumes, pois sempre davam pra ela. Eu olhei e vi que os quiabos pertenciam á aquele lugar enorme, e não era uma escola, nem uma casa grande, era um mercado, que eu nunca tinha visto, que ficava escondido em uma ruazinha. Eu observei somente, enquanto via a mulher virando as costas e achando ela um pouco mal educada, enquanto estava muito suada, o suor descia pelo meu pescoço e eu não soltava o saquinho que eu carregava, virei para a minha mãe e disse, que a gente não iria não, eles não dariam nada pra nós, só íamos passar vergonha. Então, seguimos e de repente como se eu, estivesse distraída, acabei guiando a minha mãe, até um lugar, parei na frente e observei, muitas frutas de diferentea regiões ali no chão, na minha frente, mas, muitas mesmo. Achei que era um pomar ou um lugar que vendia elas, então enchi os olhos, mas não me alegrei, pois sabia que não as podia comprar! Elas eram lindas e brilhantes, frutas cheias de vida, estavam todas no chão, prontas para serem comidas, o chão era de cimento, um lugar gigante e com frutas que dariam para muitos meses, para muitas pessoas comerem. Eu olhava e sentia o desejo de pegar e levar para casa, até eu perguntar á mulher que estava lá, o que era aquilo, que lugar era aquele. Porque ela me observava, tipo perguntando, o que eu estava fazendo ali. Ela então, respondeu que era a casa do governador! Eu, surpresa falei, governador? Ela disse, sim, a casa do governador. Eu simplesmente fiquei pensativa, só podia ser, eles têm tudo, enquanto nós, não temos nada, mas mesmo sem saber quem era ele, vi um homem saindo lá da lateral desse lugar, onde era a sua casa, e perguntei pra ela, se era ele, ela disse que sim. Não perguntei o nome, eu não o conhecia, então deixei ele se aproximar, enquanto ele me olhava seriamente e com ar de desprezo, a minha mãe estava na porta observando, com meus dois irmãozinhos. Ele era um velho magrelo, alto, cabelo liso, vestia uma camisa cinza e uma calça jeans desbotada, mas eram boas roupas. Não observei os sapatos, eu só conseguia olhar nos olhos dele e ver desprezo por nós! Mesmo assim, suada e com o suor descendo pelo pescoço todo sujo de lama, porque antes a gente estava capinando um lote, e estava de volta para casa, e no caminho tendo essas aventuras e encontros, eu pensei em pedir para ele somente uns 20,00 mas ele era rico demais, então, resolvi pedir 200,00 para comprar uma cesta básica. Ele me olhou, desviando o olhar e meio desnorteado, dizendo que não tinha dinheiro. Que havia dado para alguém antes. Eu continuava persuadindo e contando de onde estávamos vindo e ele não quis ouvir, de repente, o lugar estava cheio de pessoas que eu conhecia, desde assistentes sociais e um homem que gostava de ajudar os pobres aqui na cidade, o Raimundo Absalão, ele já morreu. Ele apareceu no sonho e disse para anotarem meu endereço, que ele iria comprar a cesta básica e mandaria levar até lá. Eles não quiseram saber, as assistentes sociais, fingiram que estava anotando o endereço, mas na verdade só anotaram meu primeiro nome, e nenhum deles olhava para mim. Eu, me senti desprezada ali e ninguém estava nem aí, para a minha falta de comida em casa ou preocupados com a fome dos meus irmãos bebês. Eu continuei insistindo e dizendo que morava perto da casa do coelho, o vereador, eles diziam, tá, tá... Afirmando que sabiam, mas pouco se importavam. Eu fiquei envergonhada, diante das pessoas que ali eu conhecia, agora, elas sabiam da minha situação e iriam espalhar que estou passando fome, sendo que não resolveram nada. Nada fizeram por mim, eu saí muito triste e preocupada, então passou para outro sonho...

Minha mãe, tinha uma vida difícil, filha de pais alcoólatras, casou com meu pai que sempre foi violento com ela, ela nunca estudou.
Na escola ela disse que chegou a ir, mas como precisava cuidar dos irmãos menores e ir para a roça trabalhar, ela parou, porque ela disse também que as mãos dela todos os dias voltavam vermelhas, porque era época da palmatória, e ela disse que doía muito, já era judiada pela vida e não ia para a escola mais, que ao invés de aprender, estava sendo espancada e torturada pela professora dela, na época. Então, hoje ela tem 55 anos. Perdeu todos os resguardos dos 5 filhos que teve, inclusive o pai dela obrigou ela a casar com meu pai aos 16 anos de idade. Então, ela na cabeça dela sempre sofreu dizendo que o casamento é para a vida toda, mesmo sendo torturada dia e noite.
Ela, é como uma criança.

Meu pai é pobre lascado, minha mãe sempre foi violentada por ele, até Enlouquecer, mais de 30 anos de abusos... Perdeu a sanidade Mental, passou por hospitais psiquiatricos e tratamentos de choque, nós cuidamos dela, ela ficou melhor, está lá com ele novamente, e diz que ele nunca fez nada com ela e nem conosco... Não tenha pena de gente assim! Eles sofrem por suas próprias escolhas e dependência emocional. Lavei minhas mãos...
Ela sempre nos ameaça, dizendo que a gente que precisa ir preso no lugar dele, só porque a gente fala pra ela deixar ele. Nunca parou de apanhar dele, está enlouquecendo novamente!!

"Sua mãe tem raiva da raiva do seu pai por ela, portanto, você odeia o seu pai pela raiva dele por sua mãe, mas, ao odiá-lo pela raiva, você estará odiando a si mesmo, por praticar a raiva que tanto odeia"

⁠⁠Sempre que vejo religiosos divididos, digladiando e se julgando pela Mãe do meu Senhor, lembro o quão fácil foi persegui-lo.


E ainda há quem defenda o Céu com flechas e pedras na mão.


Quem diga amar o Cristo, mas incapaz de reconhecer o amor no olhar do irmão.


Quem cite versículos para erguer muros — e não pontes…


Sem se esquecer dos que se valem do nome de Deus e da igreja para se esconder, aparecer e se promover.


Talvez o maior escândalo da fé não esteja nas diferenças doutrinárias, mas na incapacidade de amar sem rótulos.


Foi esse mesmo zelo sem ternura que O condenou — não o ateísmo, não o império, mas a arrogância de quem julgava conhecer melhor a vontade do Pai.


E assim, em nome d’Ele, seguimos ferindo o que há de mais Divino: o Amor ao próximo!

⁠A
maior pretensão
da
Mãe da Incoerência
é ser
Pai da Verdade.


Há algo de profundamente humano — e perigosamente confortável — em tentar vestir a verdade com as roupas da conveniência.


A incoerência, quando não confrontada, deixa de ser um deslize e passa a ser método.


Ela se reinventa, se justifica, se enfeita… até ousar reivindicar autoridade sobre aquilo que nunca gerou.


Ser Pai da Verdade exige muito mais do que discurso: exige compromisso com o que permanece de pé mesmo quando nos desmonta.


Já a incoerência, essa mãe indulgente, aceita qualquer versão de nós mesmos — inclusive aquelas que negam o que defendíamos ontem com fervor.


O problema maior não é errar.


É construir narrativas para transformar o erro em razão, o tropeço em caminho e a contradição em identidade.


Nesse ponto, já não buscamos a verdade — buscamos apenas a validação de uma versão confortável de nós mesmos.


E talvez seja aí que tudo se perde.


Porque a verdade não precisa de herdeiros, nem de títulos.


Ela não implora reconhecimento, nem aceita ser adotada por quem a distorce.


A verdade simplesmente é — firme, incômoda e, muitas vezes, solitária.


Cabe a nós decidirmos: queremos ser filhos da verdade, com toda a humildade que isso exige…
ou continuar alimentando a ilusão de que podemos gerá-la a partir das nossas próprias incoerências?

MÃE

Falar do amor de Mãe⁠
Amor vida, amor de mistério
Milagre de continuidade...
Sopro do ar puro
Fonte do refrigério!
Isso é Amor de Mãe.

Mãe é lugar do Amor
Mãe é abrigo...
No tempo Presente
Do verbo Amar.

Mãe Mistério

O adulto de hoje foi criança
que a mãe um dia sonhou.
Foi no corpo materno,
que a educação começou
Mãe conhece antes do mundo,
a bagagem que dentro de si
carregou.

Mãe
Mãe, celeiro de vida.
Útero da humanidade.
Mãe é singeleza preferida
Canteiro da obra da Divindade.⁠

" 'Mãe a gente só tem uma' . Ainda bem! Já pensou ter que dar presentes e levar para almoçar 4, 5, 6 Mães? Poizé!"
Texto Meu 0870, Criado em 2017

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"O problema (para alguns) não é minha mãe ter me abandonado num banco de praça. O problema (para alguns) é que ela me abandonou após o parto e não antes... E o banco de praça não era na Pavuna; era no Leblon! (Pavuna e Leblon são bairros do Rio de Janeiro)."
Texto Meu 0987, Criado em 2020

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thudocomh.blogspot.com