Mãe Irmã

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Na morte, desejo me desprender de mim — partir, enfim, para reencontrar minha mãe

Quando uma mãe faz uma prece pelo filho, ela arromba as portas do céu.

Deus é Pai, a Arte é Mãe.

É engraçado como a vida é: filhos têm vergonha da mãe, mas se abrem para pessoas que nem conhecem. Filhas têm vergonha de seus pais, de ficarem nuas na frente deles ou de falar sobre a vida sexual, mas se deitam com homens que nunca viram e/ou nem sabem se eles as amarão e serão pessoas boas em suas vidas. Pastores pregam a palavra, mas muitos não as praticam. Padres falando em Deus, mas as igrejas parecem valer mais que a palavra do Senhor. Esposas querendo casamentos felizes, mas fazendo tudo ao contrário do que é de fato o casamento. Maridos querendo esposas que edificam seus lares, porém não criam a base para que suas esposas possam edificar o lar. É fácil viver, difícil é aceitar e fazer o necessário para ter uma vida plena.
Receba, confie e agradeça!
Tenho muito mais do que preciso e muito mais do que mereço.

Aniversário

Mãe, te desejo tudo de bom
nessa data comemorativa,
você é minha inspiração
e referência que me incentiva.
Você é forte, corajosa
determinada poderosa
todo dia é minha diva.


Eu lhe desejo vida longa
que você possa continuar,
sendo essa dádiva da vida
que eu me orgulho em te amar.
Você é um exemplo de vida
seus princípios de aguerrida
fortalece meu caminhar.

O Dente do Leão


Autora: Karina Gera


– Você viu o dente-de-leão no quintal? – disse a mãe, toda contente.
Margarida arregalou os olhos:
“Um dente de um leão de verdade?”


Espiou curiosa o jardim:
– Ué… cadê o leão? – perguntou.


A mãe riu e mostrou uma flor branquinha:
– Esse é o dente-de-leão. Quando sopramos, ele espalha sementes pelo vento.


Margarida soprou bem forte e, vendo a flor despedaçada, disse:
– Agora o leão ficou banguela!

ANGOLA, A MÃE DESALOJADA

Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.

O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.

A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.

O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.

Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.

Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.

Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.

Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.

O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.

Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.

Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.

Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.

Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.

Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.

Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.

É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.

Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.

Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.

Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.

Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.

Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.

Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...

Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.

Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.

Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:

"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."




Autor: Jack Indelével Wistaffyna

Mãe


Ó Céus,
Ó Terra,
Ó Mar.
Ó estrelinhas brilhantes no azul do céu distantes que passam a noite a brilhar.
Vinde todos eu vos peço
Vinde todos me ajudar
Eu compor uma homenagem para a Rainha do lar.
Aquela que me deu a vida é minha mamãe querida que eu quero homegear.
Se soubesse cantar eu compunha uma canção.
E com ela lhe ofertava minha voz, minha emoção
Mas como eu não sei cantar, nem tenho o que lhe ofertar
Lhe oferto o meu coração.


Francisco Garbosi

Nem todo pai ou mãe aprendeu a amar do jeito que você sonhava… e, muitas vezes, nem do jeito que eles mesmos gostariam. Muitos carregam marcas da própria infância, silêncios que gritam, carências que nunca foram preenchidas. Mas alguns, mesmo com todas as feridas, escolhem se reinventar, quebrar padrões, reaprender o que nunca lhes foi ensinado. É um ato de coragem que nem sempre os filhos compreendem, porque crescemos esperando que eles já soubessem tudo.

O amor é a acção, o sacrifício é quieto, a fé fala mais alta que o medo. O sacrifício define as mães, a coragem definem os pais. O amor de uma mãe é único.

⁠“Na mãe habita a mais profunda metáfora do cosmos: dar existência, sustento e sentido, mesmo quando a si mesma nega. Nela, a vida manifesta seu propósito mais alto: criar, proteger e amar.”

feliz aniversario mae muitos anos de vida que deus te abençoe e ilumine sempre que essa data se repita muitas e muitas vezes te amo
obrigado por tudo que vc fez e faz por mim ass:lucas

A neta perguntou à mãe de sua mãe: — "Vó, o que a senhora fez para vencer todas as dificuldades da vida?" E a vozinha, respondeu sem mais delongas: — "Muito bem! Porque não venci sozinha: eu venci com Deus na minha vida".

Ser racional ou emocional?
Como diz a minha mãe, tudo de mais é veneno!

"Quando o coração de uma mãe sangra dia e noite, ali, seu filho partiu primeiro".⁠

Nem a senhora vai me impedir de amar a senhora.


Oração que fiz a minha amada e querida mãe.

Mãe

Cada um tem a sua: A que reclama, a que chama atenção, a que grita, a que você entende pelo olhar, mas, todas são mais que mães.

Pode ser como for, mães são especiais, nos carrega por 9 meses, nos amamenta por um, dois anos, nos mantém firmes por toda vida, nos é abraço, carinho, afago, certeza e principalmente força.

São seus os 365 dias meus.

Obrigado por tudo… O que seria de nós não fossem seus esforços, não temos palavras para expressar sua importância nas nossas vidas

Minha mãe disse que eu sou lindo e isso me basta...

"Não sejas tão cruel conosco, ó Mãe! O satã fez dos trópicos o inferno e deus prepara o dilúvio nos polos. Nosso corpo está sem colo materno, não dormirá na paz de vossos solos!"

Tem coisa que corta mais do que faca: é o silêncio de um filho que vira as costas.
O pai e a mãe não são perfeitos, carregam falhas, dores e até escolhas difíceis… mas o coração deles sempre guardou cuidado. Sempre consultaram, sempre tentaram, mesmo do jeito deles.
E o tempo mostra: não é o erro que pesa mais, é a ingratidão. Porque pai e mãe não são eternos, mas a ausência do amor dos filhos pode se tornar um vazio que nenhuma lembrança cura.
Quem entende, entende. Às vezes, a lição não é sobre o que os pais fizeram ou deixaram de fazer… mas sobre o que os filhos decidem não fazer: honrar.


— Purificação ✍️