Machucar
A luz não machuca, mas revela. E nem todos sabem lidar com revelação.
“A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a venceram.” (Jo 1:5)
O que mais me machuca é discutir com uma das pessoas que mais amo. E dói tanto saber que tudo o que você fez a essa pessoa parece ter sido NADA ou muito pouco. Não é questão de lágrimas, mais neste momento meu coração sangra. E não é Dramatologia, é que dói muito, mais muito mesmo. -Só queria que você entendesse que você é um pedaço de mim e mesmo que eu não esteje contente com o que vejo, não consigo viver sem você. Agora conquiste outros valores que são importantes também, entenda que isso é pra você e somente para se incorporar na sua meta ao auto-conhecimento, faça-me admirar-te na vida, orgulhar-me das suas ações, aplaudir sua jornada no caminhar, vibrar com suas vitórias, por que meu amor a ti sempre terás.
—By Coelhinha
Fui machucado por palavras, e curado pelo silêncio. O poder das palavras ferem, o silêncio curador ensina a escutar e a colocar remédio no tempo.
As pedras do caminho não impedem o amor, moldam os passos de quem acredita. A dor que machuca hoje será o altar onde a esperança se deitará amanhã. Há propósito até no terreno mais árido, porque o divino também habita o deserto.
Nem toda dor ensina alguma coisa.
Algumas apenas machucam, atravessam a alma e deixam cicatrizes difíceis de nomear. Mas toda consciência que desperta depois da escuridão já não aceita mais viver curvada diante daquilo que a diminui, porque quem desperta verdadeiramente nunca volta a caber dentro das antigas prisões.
- Tiago Scheimann
Sinais de um Caminho Errado
Sofrimento repetido: Insistir em algo que machuca todos os dias.
Negação de fatos: Ignorar provas óbvias de que a situação não funciona.
Falta de paz: Sentir ansiedade e dúvida constante em vez de tranquilidade.
*Toda Tarde*
Todas as tardes dos meus dias
Carregam uma saudade que machuca.
Ela acorda quando tocam antigas canções,
Aquelas que têm cheiro de nós dois.
E o sol, cúmplice, vai pro horizonte
Me chamando pra ver o dia morrer.
É convite e é lembrete:
Tudo passa, mas nem tudo vai escurecer.
Hoje eu vejo: o tempo correu.
Levou meses, levou anos, levou pressa.
Mas não te levou.
Você ficou presente desde aquela tarde
Até esse agora em que escrevo.
A saudade não apagou.
Ela só aprendeu meu nome,
Sentou do meu lado no anoitecer
E me ensinou que lembrar também é forma de ficar.
Tem memória que é ferida e tem memória que é casa. E a minha parece ser as duas.
(Saul Beleza)
Parece que a poesia só nasce quando a gente tá com o peito apertado. A briga corta, machuca, e depois vira verso. É quase como se a tristeza fosse matéria-prima.
Mas olha... poeta também escreve coisa linda com paz. Com café na mesa, com riso bobo, com "por nós". Não precisa sempre sangrar pra rimar.
A briga dá verso bonito porque escancara o que a gente sente.
O amor calmo dá verso bonito porque mostra por que vale a pena ficar.
(Saul Beleza)
Hoje eu senti medo.
Medo de que alguém tivesse machucado uma pessoa que eu simplesmente adoro.
Mas o que mais me assustou não foi a possibilidade da dor…
Foi perceber que, se isso realmente tivesse acontecido, talvez eu tivesse perdido o meu “medo”.
Porque, nesse caso, a pessoa que machucou quem eu adoro não estaria mais entre nós hoje.
Mãe é o abraço que cura sem remédio,
o colo que acolhe mesmo quando o mundo machuca.
É quem muitas vezes chora escondido para sorrir aos filhos,
quem enfrenta o cansaço com amor e transforma pequenos momentos em eternas lembranças.
Ser mãe não é apenas gerar uma vida,
mas doar pedaços do próprio coração todos os dias.
É ensinar a caminhar, mesmo quando os próprios pés estão cansados.
É ser força, refúgio, oração e esperança.
Neste Dia das Mães, que cada mãe se lembre:
seu amor deixa marcas eternas na alma de quem teve a bênção de ser amado por você. 💖
Com tanta gente Machucada no mundo, até os Carinhos nos cobram mais Cuidados.
Vivemos tempos em que o afeto deixou de ser apenas gesto; virou responsabilidade.
Já não basta estender a mão — é preciso saber onde tocar, como tocar — e até quando tocar.
Porque a pele do outro, tão marcada pelas cicatrizes da jornada, reagiu aprendendo a se proteger antes de se abrir.
E, ainda assim, o mundo continua faminto de ternura.
Talvez por isso os carinhos sejam hoje tão raros e tão preciosos: eles precisam atravessar medos, memórias e desconfianças antes de chegar ao coração que ansiosamente os espera.
E, quando chegam, chegam devagar — quase pedindo licença — porque sabem que qualquer descuido pode reacender dores antigas.
Mas o cuidado não enfraquece o carinho; ele o aperfeiçoa.
É no gesto atento, na palavra que não invade, no silêncio que acolhe, que o afeto encontra seu caminho seguro.
Afinal, quem carrega feridas aprende a reconhecer quem toca para ferir e quem toca para curar.
E talvez seja nisso que a Humanidade ainda tenha Salvação: na coragem de oferecer Carinho mesmo quando ele exige mais cuidado… e na Humildade de recebê-lo mesmo quando ainda Dói.
Para
as nossas
velas machucadas, quase todos os ventos são tempestades.
Há um cansaço que não se vê de longe.
Um rasgo pequeno na vela, quase invisível aos olhos distraídos, mas que muda completamente a forma como o barco enfrenta o mar.
Quando estamos feridos — por perdas, frustrações, decepções ou silêncios que doeram demais — até a brisa mais suave parece ameaça.
Não é o vento que sempre é forte demais; às vezes, somos nós que ainda estamos frágeis demais para suportá-lo.
Velas machucadas não significam fraqueza.
Significam travessia.
Significam que já enfrentamos mares revoltos, que já insistimos em continuar mesmo quando o céu escureceu.
Mas também revelam haver remendos a serem feitos, pausas necessárias, portos onde é preciso ancorar antes de seguir viagem.
Quando quase todos os ventos parecem tempestade, talvez o chamado não seja para lutar contra o céu, mas para cuidar da vela.
Para reconhecer nossos limites sem medo e sem culpa.
Para entender que sensibilidade não é incapacidade — é sinal de que algo em nós pede atenção.
O mundo continuará soprando seus ventos: opiniões, mudanças, despedidas, desafios inesperados…
Nem sempre teremos controle sobre sua intensidade.
Mas podemos escolher reparar o que foi rasgado, fortalecer o tecido da nossa coragem e aprender, pouco a pouco, a distinguir brisa de tormenta.
Porque, quando a vela é cuidada, até o vento contrário pode se tornar direção.
Para as nossas
velas machucadas, quase todos os ventos são
tempestades.
Há momentos em que não é o mundo que se torna mais cruel; somos nós que, marcados pelas perdas, pelas decepções e pelas diversas agruras, passamos a sentir-nos ameaçados a cada rajada de vento.
Uma vela rasgada não distingue a brisa do vendaval.
Ela apenas se lembra da última vez em que quase se partiu.
As feridas têm essa capacidade de alterar nossa percepção.
O que antes seria apenas um desafio passa a parecer um desastre.
Uma palavra soa como rejeição.
O silêncio parece abandono.
Uma mudança se transforma em medo.
Não porque a realidade tenha mudado, mas porque a dor nos ensinou a esperar o pior.
No entanto, viver não é encontrar um mar sem ventos.
É aprender, aos poucos, a costurar as próprias velas.
Cada remendo representa uma experiência transformada em sabedoria, uma lágrima convertida em coragem, uma queda que nos ensinou a navegar com mais consciência.
Talvez o maior sinal de cura seja justamente este: quando voltamos a reconhecer que nem todo vento veio para destruir.
Alguns chegam para mudar a direção, outros para acelerar a travessia, e há aqueles que apenas lembram que o barco ainda está vivo, ainda flutua e ainda pode alcançar novos horizontes.
Que tenhamos paciência com as nossas velas machucadas, mas que não nos esqueçamos de repará-las.
Porque, quando a alma se fortalece, até as tempestades deixam de ser apenas ameaças e passam a revelar a força que nunca imaginamos possuir.
"Ção 3 ou 4 as 'coisas' que machucam mais as vítimas do que os algozes: TraiÇão, CorrupÇão e FrustraÇão. Elas podem também levar a derrota em eleiÇão."
0744 | Criado por Mim | Em 2014
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