Machado de Assis Poemas a Palmeira
Caminhar neste vale de destruição
Agonizante, pertubador.
Resistirá a tal? dias sombrios.
Humilhante face, desonra á dignidade.
Um dia sem cor
A rotina previsível e agradável
Pois o frio e esse silêncio, acalma
Tranquilizo em teus cantos
Nessa vida pacata,
Contemplo a mera beleza.
Consequências, atos
Responsabilidades, atitudes
Arrependimentos irrelevantes
Pois o passado é intocável,
Resta corrigi o presente,
E visar o futuro.
Aspirante, eis o que escreve
Estes versos simples
Admira as palavras, desenha esta bela poesia.
Visa esse olhar, além do humano
Pois é apenas um poeta.
Céu
Esse olhar que provoca o silêncio
Nuvens estes rascunhos,
Transmitem paz
Azul, essa imensidão
Viagem na perspectiva dessa ótica infinita
O Céu clarea ou escurece?
Tempestades, sombrios estes tempos momentâneos.
O cajueiro
Este cajueiro doce,
Sabor esse enfeitiça
Enfeitiça pássaros,
Pássaros nômades
Vão e voltam
No tempo do Caju.
Viagens nas montanhas
Minas, horizonte extenso
Belo es teu horizonte
Voa de maneira á admirar,
A beleza que enche os olhos.
ilusão
Viagem da razão,
Simples esquecimento da razão
Dispersão em um mundo perfeito
Onde não ver, faz parte
Mas é só um engano, uma mentira.
Frio, ser
Clima, turbulências desses raios.
Destruidor frio.
Frio, caminhar nessas tempestades
Desalentos de rios e chuvas abundantes.
Gratidão, seja o lado bom
Ou fajuto.
Amargo ou benévolo
Benévolo de dias exultantes
Amargos de adversidades.
Batalhas vencidas, adversidades superadas.
Pássaros alegres,
Cantam, sua alegria contagia
Será que chama a chuva?
Ora admiram a beleza do dia
A beleza da natureza, da vida.
Pouco valorizado pelo humano.
De visões distorcidas.
O Problema não é ver,
Revés é o erro de percepção
De entendimento sobre a essência de um ser
Paralisa diante de ilusões vazias.
Putrefeito é o que ver escuridão,
Manchado não ver além,
Apenas com olhos, não se ver
Perspectivas complexas
Á vista disso ver além, é mais intenso.
Deságio abominável
Ingratidão Abominável
Beijo Amargo, perdição do inferno
Distorções, alucina a vivência
Pesadelo, para atormentar a paz
Mentira, covardia perversa
A Intenção era destruir.
