Machado de Assis Contos Curtos Saudades
Amor é como estar doente
Entretanto é uma doença boa
Pode até machucar
Mas as vezes é bom brincar com o fogo
Ainda mais por algo tão lindo como o amor
Na maioria das vezes, mesmo sem conhecer tal pessoa
O amor circula por todo o corpo
Algo incontrolável, sem limites
Algo tão forte que você não consegue parar de pensar nela (e)
Ou como reagir perto dessa pessoa
Que as vezes mesmo sem saber ou sabendo
É tão importante na sua vida
E tão essencial
Chave Mestra
Seu coração era o portão
Que não se abria facilmente
E aqui estou em frente a ele
Esse portão trancado
Pelos amores não correspondidos
Que estava enferrujado
Pelas lágrimas que foram derramadas
E com a chave mestra, não há portão que aguente
O amor verdadeiro é o que o abre novamente.
Não se preocupe com o quão incrível o outro é e sim com o quão incrível você pode ser.
A vida é uma via única de sucesso que está em suas mãos, faça a sua parte conspire a seu favor, seja a pessoa dos seus sonhos ao invés de colocar nas mãos de outras pessoas as expectativas de te satisfazer.
Reflexão:
Precisamos de dinheiro para viver, festas, e até da uma abelha para comer.
Mas além de tudo, dessa vida não levamos nada de material.
Nem carro, nem roupas, muito menos um real. Dela da vida deixamos apenas uma história. Ruim ou pode ser ótima.
Agora.... escreva o seu livro 😉
Na vida não podemos desejar o que os outros têm, temos que entender que nossos esforços são dignos para obter nossos sonhos.
Muitas das vezes estamos tão perto da vitória e não nos damos conta disso.
Tenham foco em seus objetivos e passem a confiar!
Só vence quem luta e só vence quem acredita em seu próprio potencial.
Desistir, jamais! Reinvente-se, seja criativo e busque a felicidade sem pisar ou passar por cima de ninguém. Seja autêntico, seja perseverante, seja otimista e seja um bálsamo de idéias fortalecedoras!
Os dias são tão sem cor.
Em alguns, dificil de sorrir.
O ar escapa e tenho que me lembrar de comer.
Não há nada dentro da solidão
Existe apenas sua ausência
Dentro da ausencia tem dor, porque antes tinha você.
Queria eu ser mais egoista
E deixar de lado todas as coisas que sei
Mas sei ser grato
Obrigado por ter trazido o melhor de mim
E desculpe por não ter sido a tempo
Quero que se lembre de mim como um vento que passou
Que mudou muita coisa e ate estragou algumas
Mas que, mesmo por pouco, te refrescou e fez sentir
still.
Seu sorriso me encanta,
E a bondade me seduz.
Quero sempre te ter,
Ser seu ponto de luz.
Uma luz resplandescente,
Na qual você poderá olhar
E ver que ali
Tem alguém pra contar.
Em outras ocasiões
Pra você quero cantar,
E no calor da melodia
Meus sentimentos demonstrar.
O que sinto é grandioso,
Difícil até de me expressar
Só posso lhe dizer,
Que com você quero ficar.
Amor é gratitude que a gente sente, de repente, por viver um momento;
E gratitude eu sinto toda vez que eu vejo você sorrindo.
Amor também é angustia que pesa no peito quando a gente anseia o que não tem;
E angustia eu sinto quanto não tenho você comigo.
(feito para a Débora, em comemoração ao seu 31º aniversário)
CÉU SERVADOR
"Custo a aspirar ao céu
Tenso, servador, orlado, sem leito e sincrônico,
Que vigia o esquife deste mundo esguio e eclipsante,
Estende regras e aspirações indolentes,
Quebranta com ventos imperadores os domínios caducantes,
Bloqueia os discos viçosos
Na ideia de zarpar desta terra tão sulcada,
Descega os nervos e traduz os temporais,
Supera em vultos o enredo inventado
Por uma humanidade retirada."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
MENTIRA
"Convalesço-me de ti, MENTIRA,
Pois me fortaleces sem meus escorredouros.
Instigas-me aos preços mais resvalados
E desvendas-me imodicamente
Nos meus covis repentinos.
Se me dissesses onde te espelhavas
Antes de me suplicar tuas polidezes,
Eu não te encontraria
Conluiada e hospedeira.
Eu apuraria para ti
O símbolo da veracidade saliente,
Para que fosses mera palidez no combalido incenso
Emudecendo-me e assenhoreando meus todos cavalados."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
SOU-ME BORRA
"Sou-me borra,
Não asseio mais nada que não martirize meus credos.
Santifico arapucas,
E não avisto nau que se avizinhe de aço.
Sangue novo não refloresta turbulências.
De outro porto, aprumo meus sonhos
E invalido Eros nos contos irmãos.
Se este é o cordão do sacramento de minha escolha,
Cedros são minhas maiores amarras,
E loucos os costumes mais aduaneiros que
Contive tentando me enlouquecer vazia de entulhamentos."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
DESTILAÇÃO
"Dessaboro o vento em póvoas no anverso
Da desopilação braceada,
Retumbo o despejo no esforço da minha cremação ajuizada,
Desafino no córtex familiar por me satisfazer
Com tendências nevoeirentas,
Rivalizo com dentes na contramão
Do emolumento inovado de minhas cãs,
Apodero saciedades de polidez afiançada
Por sépalas aminoradas,
Entranço suores regurgitados em monstruosidades desunidas,
Bifurco-me nos vultos que especularam
A nave e a diáspora enodoadas."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
SERVO ENCANTADO POR SÚPLICAS
"Servo encantado por súplicas,
Não despejes mais que o íntimo
Construído por tuas evasivas.
Quem reverencia dubiedades
Não decresce no espaço foragido.
Se fulminas o etéreo no esgoto inconsumível,
Sovinas duas inércias:
Ao vento o escopo de estarrecer sagacidades
E ao rastro de curvas a inescrupulosa exculpação
Do mesmo exposto descurvado."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
IMBUÍDO SÂNDALO
"Suavizei as termas do meu espírito aviado,
Avistei os corpos do além-inverso em adoração,
Custando em mim o imbuído sândalo em composturas
Com vícios para satisfazer ninhos rebocados
No vento estagnado e ungido
Que enluvou no penacho da crisálida
Meu daltonismo visceral e sem calosidades."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
CÉU DE DORES
"Secundo os sabores que não tornaram
Ao meu vencimento de navegar
Em lúbricas subestimações
E inundações de meus cancros domésticos.
Salivei um céu de dores por morrer alinhavada de vozes
Que levitaram sorridentes nos canais que embebi
Na castração eletiva e estrepitosa da minha eletricidade,
Mas não alcancei notas de litros quando assumi
A navegação sorridente que reli solapando
Tudo que ceivava os títulos dos postes
Carpidos no eixo alimentado das minhas reinações."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
SOMÁLIA
"Esboço em ti e paciento na tua esgarçadura, Somália.
Acrescento-te meus orbes e esmago os antros do seio ímpio
Por ser vagueadora empalecida e salina.
Não te esmoreço, pois me entrego ao meu pomar.
Sacrifico teus calores,
E rastelo o estrondo da fissura em teu sorriso cúpido.
Não te ignorarei aos prantos,
E sentirei por ti sentinelas valentes de mim."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
TOLERO MEUS NAUFRÁGIOS
"Tolero meus naufrágios
Tentando estancar meus emolumentos
E calibrar rumores sobre astros
Que sucumbem diante dos tormentos dos voos.
Circulo na causticidade imortal,
No pavor de fixar-me corpórea e envaidecida,
Não querendo orbitar no fogo de inúmeras corridas,
E sugo o instrumento da verdadeira sombra
Que anseia por constipar meus cânticos
E comprar-me encardida sob arco-íris arbóreos."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
RELÍQUIA DEVASSA
Oh relíquia devassa,
Transmuta-me em queimadura,
Para que eu enxergue o símbolo de cegueira
Que me deste ao nascer no colo entorpecido
Pelo cumprimento daquela verdade
Sobre minhas âncoras entrópicas,
E salga-me no tempo impreciso,
Para eu não mais encontrar-te
Tão crépida e esvoaçante
Entupindo meus trópicos,
Vasculhando minhas paisagens,
Vingando todos os voos que cedem às minhas cobranças.
FUI À MORTE
"Fui à morte para fugir de guerras em perigo,
E alucinei o esboço situado no sol da peneira
Em meu regalado ninho.
Cravei endossos em meu jazigo,
Situei sucumbências,
Desfiz divagações multipolares,
Mapeei instigações do meu viveiro
No elã purgado, seviciado e enlatado
De curvaturas em simplória despedida."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
TUMBA GROTESCA
"És tumba grotesca em minha face.
Se ganhasses minhas rendeiras,
Aliviarias meus tumores
Engraçando-me com o sol mais instintivo
Para me avessar
No soco instalado
De viver e padecer
Da culpa e do escabro
Que eu mesma,
Dantesca e tenra,
Escambiei no escaldo e no avesso
De tua fundação.
Eis a força que me opila
Ganhando tudo que
Aguça e amargura,
Entalando braços na garganta
Em produção de ardores rascunhados."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
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