Machado de Assis Contos Curtos Saudades
O meu Anjo!
Ele foi-se a tanto tempo.
Partiu o meu coração.
Sofri, gritei e chorei…
Ele partiu, nem pude correr atrás.
Fechou a passagem, na escuridão da noite.
Deixou-me sem explicação.
Não me amou de verdade.
Foi apenas uma ilusão.
Queria estar com ele, mas meu anjo de luz.
Sacudiu as asas e partiu.
Sigo, mas não pelo mesmo caminho!
Em que ele partiu!
Shirlei Miriam de Souza
Percebo que muitos ainda despendem suas energias tentando mudar o mundo. Por outro lado, sugiro: atenha-se ao seu próprio processo, preocupe-se, primeiramente, em vencer os seus próprios desafios internos. Lapide-se. Assim, quando cada um fizer a sua própria lição de casa, inevitavelmente, mudamos o mundo.
No silêncio eu escuto as fortes batidas do meu coração, enquanto tento dar vida a imaginação e fugir da realidade.
Vulnerabilidade é o sentimento que transborda dentro de mim e me deixa sem ar.
O medo invade o meu ser e me maltrata e mesmo que eu tente despistá-lo, ele sempre volta
As vezes, eu me sinto vazia e sozinha caminhando como o vento, que vai para todos os lugares mas ao mesmo tempo não vai a lugar nenhum.
Enquanto me perco em meus pensamentos, a tua voz soa como a brisa leve em meus ouvidos.
Tu me lembras o quanto sou amada.
Pensamento
Eu aqui no silencio da noite
Imaginando aonde esta você.
Será, que pensa em mim.
Da mesma forma que penso em você.
A doçura, que adoça minha vida!
Sei navega no oceano.
Sobre a barca, sei agora onde te encontrar.
Sei, que a estrela leva até você.
Não tenho como me perder.
Sei exatamente quem é você!
Minha alma gêmea…
Shirlei Miriam de Souza
•Florescendo a nova idade•
Nas curvas da estrada devemos nos preparar para curvas e linhas retas. Os percursos exigem preparação, experiência e sabedoria.
Ao longo do caminho há pontos de partida que nos conduzem aos destinos que nos esperam. Com gratidão e amor de viver a vida com leveza e felicidade.
Tudo ao nosso redor, nos acrescenta alguma coisa...
Somos indivíduos diferentes, cada um com seus gaps e habilidades, o que falta em um, sobra no outro. No final nos encaixamos, como em um quebra cabeça onde diferentes peças se encaixam.
Somos diferentes e nesse aspecto, somos iguais, que contraditório? Não somos melhores e nem piores! Somos apenas diferentes!
Talvez um dia você perceba que ela está fazendo falta. E essa falta te deixa um vazio doloroso.Talvez um dia você perceba que ela não era e não é perfeita. Mas te completava sempre, mas você sempre exergia mais e mais. Que ficava incapacitado de enxergar as qualidades exuberante que ela tinha e tem. Ela era a pessoa que mais o compreendia.. Te amava e só tinha olhos pra você.
Talvez no exato momento que você perceber
tudo isso, você descobrirá que perdeu definitivamente a pessoa que dava a vida por você.
A Cada dia eu me emudeço
A cada minuto me desfaleço
Numa solidão de sentinela
No alto de minha janela
Pra capturar um poema
Seja de um triste ou alegre dia
Ou no por do sol escondido
Por um olhar desapercebido
Como um grito de criança
Na voz viva a esperança
Uma brisa discreta que passa
No telhado úmido a fumaça
Mesmo um pássaro voando
Entre nuvens brancas passando
Vai na esquina uma despedida
Criaturas de paixão nascida
Enquanto o abraço da noite
Sorrateira chega novamente
E passam as horas vorazmente
Eu fito meus olhos nas estrelas
Enquanto cai o orvalho nas flores
Das lembranças tuas os labores
E nas saudades minhas os amores
Do ritmo mecânico das horas
Uma máquina e um coração
Imaginam qual a emoção
No teatro da vida o momento
Que no espinho do tempo a dor
Colhe como recompensa a flor
A sorte da espera um amor
Nessa minha janela eu sonho
E com a boca desses olhos castanhos
Vou devorando a fruta madura
Doce como os poemas da vida
Enquanto no céu alaranjado
Vejo avião branco sumindo
Riscando segredos esquecidos
Então olho pra baixo e sinto saudades
Dos ruídos inocentes de criança
Brincando aos últimos raios de sol
Os pássaros voltando ao ninho
E um trem apitando perto de casas
Enquanto luzes vão se acendendo
E os cenários se rendem
À noite onde as pessoas se recolhem
Essas aguas silentes
Caindo deliciosamente
Impregnando minha noite
Com chuvisco vertical
Na vidraça abstrata
Escondendo a rua mística
De terra molhada
Com cheiro noturno
Na quietude deslumbrante
Que paralisa a presa
E arrebata a alma
São borbulhas passageiras
São nuvens que não se veem
São aguas que não voltam
Navegar em meio as aguas
Nesse mar tranquilo ondulado
Isolado do mundo que só eu
Pensar do meu sonho fugaz
Ouvir das ondas uma voz
Arrastada por caracóis
Entre brisas e lembranças
Com esse cheiro de solidão voraz
Que nas cálidas noites sem lua
Do triste momento o meu anseio
Ser acariciado por tua mão nua
Escrever coisas que a gente gosta
É dar asas à liberdade
É pairar sobre o ninho
Liberando os ovos incubados
Da imaginação na grafia
É soltar das rédeas a ânsia
Que ópta pelo sofrer
A dor incessante da reflexão
Fazer acrobacia com o pensamento
Fustigando a fera enjaulada
Não domesticada do potencial
Desatar águas dormidas
Do subconsciente represado
Vomitando larvas vulcânicas
Numa cratera de idéias
Numa busca de paixão
Meu pensamento voa
Canta e desencanta
Ajunta os cacos no caos
Se embriaga e sai da linha
Se recompõe, se levanta
Sente dor e desatina
Corre atrás do vento
No extremo leste e oeste
Se alegra na inclusão
Da unidade e cumplicidade
E afeta o desafeto
Do homem-menino
Fraqueza-força, pau e pedra
Infinita raridade
A soma da complexidade
O amor complexo da idade
Exaltação a sensibilidade
Encontros geométricos
Banho de sol
Sobre o verde admirável
Realeza rústica
No ar quieto e sereno
O cheiro transcendente da chuva
Majestoso e místico
Nessa descida barrenta
Curva graciosa
Evaporação do sublime
Pau e pedra riscada
Cantiga muda da poesia
Enquanto falo cipó contorcido
Calango, besouro e borboleta
Gravidade anestesiada
Invocação in natura da harmonia
Aprenda com suas decisões. Não há como negar. Às vezes você vai estragar tudo, independente do que faça. E quando acontecer o inevitável, em vez de punir-se, aprenda algo. Pergunte a si próprio: “O que há de bom nisso tudo? O que posso aprender com o que aconteceu?” Esse “fracasso” poderá ser uma dádiva maravilhosa disfarçada, se você usá-lo para tomar decisões melhores no futuro.
Reflita...
Às pessoas com convicções possuem um nível de certeza tão forte que muitas vezes se fecham a novas informações. Uma crença, ofusca uma convicção, basicamente por causa da intensidade emocional que uma pessoa vincula a uma idéia. Isso cria dúvida suficiente para desestabilizar nossas antigas referências, e abrir espaço para uma nova convicção.
Reflita...
"A dialética é uma lógica de base ternária, porque inclui, além da igualdade e da diferença, a semelhança. Mas a estrutura íntima do movimento dialético é sempre a lógica binária.
Só existe uma lógica: a lógica de identidade, ou lógica binária do certo e do errado. 'Lógicas difusas' são apenas técnicas de aplicá-la a questões cada vez mais incertas."
Sob a poeira do tempo, jaz imóvel tudo que outrora reluzia, imponente. Lembranças esparsas ao vento, epopeias submersas na lama do esquecimento. Quantas batalhas, derrotas e vitórias, espargidas ao vento. Agora, sozinho no obrigatório isolamento social e familiar, meu lamento é por tudo que deixei de fazer. Imperdoável adiamento. A locomotiva ficará imóvel, os vagões permanecerão estacionados, mas os trilhos continuarão por muitas décadas.
(Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
OLHAR MAREJADO
Olhar marejado...
Gotas salgadas...
Que sob as palpebras escorre...
Triste, tristeza...
Que vem e que vai...
Que vive e as vezes morre...
Porque me visitas...
Porque me afliges assim...
O que os olhos vêem...
O Coração sente e não tem fim...
Logo passa...
Fico despreocupado...
Porém fico esperando...
Com o olhar marejado...
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