Luz Conhecimento
Todo conhecimento frutífero deve ser compartilhado, senão, da semente que merece ser plantada, um dia seu fruto poderá não ser colhido.
Não é o conhecimento propriamente dito que nos leva a Deus, mas seu discernimento que mostra quem de fato somos e para onde vamos
Todo bom filósofo percebe que está sempre a engatinhar em relação ao conhecimento adquirido, e como um bom recém-nascido sabe que jamais deve sair sem suas fraldas
Um sábio sempre está ocupado ao regar as flores do jardim do conhecimento com água viva da humildade
"Sim, tem coisas que prefiro não tomar conhecimento. Não faço questão de entender. Perdoa-me se minha mente é lenta pra processar coisas superfluas de pessoas de mentes vazias e coração cheio de entulho. Desculpe mais ainda não aprende a reciclar coração "
—By Coelhinha
"Professor é o sacerdote do conhecimento. Obrigada Deus Pai, por tê-los em nossas vidas, porque é eles que transmitem o conhecimento e compreensão de qualquer área de tudo. É eles que formam profissionais todos os dias.
Ministro Espiritual também é professor."
FELIZ DIA DOS PROFESSORES
—By Coelhinha
Em tempos de fake news procurar ser bem informado e/ou ter um mínimo de conhecimento histórico pode ser considerado um crime.
O conhecimento transcende a ignorância.
A criatividade transcende o conhecimento.
O amor transcende a criatividade.
A consciência transcende o amor, o tempo e o espaço.
Ter sorte é ter consciência.
Estou procurando alguém a quem eu possa desesperadamente derramar todo esse meu conhecimento da vida. Dar esta minha vivência. Dar em enormes doses, o que eu sinto, o que eu penso e o que eu vejo. Dar generosamente tudo o que aprendi neste dia a dia intenso. Não quero ficar apenas pra mim, toda esta enorme vontade de viver. Quero dividir, como quem divide metade de um chocolate.
Questões 624.
CAPÍTULO I - DA LEI DIVINA OU NATURAL - 1 - Origem e conhecimento da lei natural
624. Qual o caráter do verdadeiro profeta?
“O verdadeiro profeta é um homem de bem, inspirado por Deus. Podeis reconhecê-lo pelas suas palavras e pelos seus atos. Impossível é que Deus se sirva da boca do mentiroso para ensinar a verdade”.
O CONHECIMENTO E A SUA SAGA.
A história do conhecimento humano é, antes de tudo, uma história de inquietação interior. Pensar sempre foi um gesto de ruptura com a acomodação psíquica e com a passividade intelectual. Desde a Antiguidade até a modernidade, cada filósofo não apenas formulou uma teoria do conhecimento, mas também ofereceu uma leitura profunda da estrutura psicológica do ser humano diante da verdade.
Sócrates inaugurou essa saga ao afirmar que o primeiro passo do saber é o reconhecimento da ignorância. Quando declara “sei que nada sei”, ele não se rende ao vazio, mas funda uma ética intelectual. Psicologicamente, Sócrates compreende que a mente humana é dominada por ilusões de certeza e por defesas do ego. O método dialógico que emprega não visa humilhar, mas desestruturar falsas convicções, permitindo que o sujeito entre em contato com sua própria insuficiência cognitiva. O conhecimento, aqui, nasce como um processo terapêutico da consciência.
Platão, discípulo direto de Sócrates, eleva essa inquietação ao plano metafísico. Para ele, o mundo sensível não passa de aparência. O conhecimento verdadeiro reside no domínio das ideias. A célebre alegoria da caverna revela uma psicologia da alienação. O ser humano tende a confundir sombras com realidade porque sua mente busca segurança no familiar. Libertar-se exige dor, esforço e conversão interior. Conhecer, em Platão, é recordar, mas também é transformar-se. Trata-se de um movimento ascensional da alma, que abandona o imediato para alcançar o inteligível.
Aristóteles, por sua vez, desloca o eixo do conhecimento para a experiência concreta. Para ele, a mente humana possui potência racional, mas essa potência só se atualiza por meio dos sentidos. Psicologicamente, Aristóteles reconhece a importância da observação sistemática e da categorização. O intelecto não flutua no vazio das ideias, mas organiza aquilo que a experiência oferece. O conhecimento torna-se um processo de síntese entre percepção e razão, em que o sujeito aprende a discernir causas, finalidades e substâncias.
Com René Descartes, a modernidade inaugura uma nova angústia cognitiva. O filósofo parte da dúvida radical como método. Ao afirmar “penso, logo existo”, Descartes revela uma psicologia do recolhimento interior. Diante da incerteza do mundo externo, a mente busca um ponto indubitável em si mesma. O pensamento torna-se o fundamento da existência consciente. O conhecimento passa a ser construído a partir da razão clara e distinta, como resposta à instabilidade das crenças herdadas.
Immanuel Kant realiza uma síntese decisiva ao afirmar que o conhecimento nasce da interação entre sensibilidade e entendimento. Nem a razão pura nem a experiência isolada são suficientes. Psicologicamente, Kant reconhece os limites estruturais da mente humana. Há formas e categorias que organizam a experiência, mas existe um limite intransponível. A chamada coisa em si permanece inacessível. Essa concepção introduz uma ética da humildade intelectual, na qual saber também é reconhecer fronteiras.
John Locke enfatiza a mente como uma tábula rasa. O conhecimento resulta da experiência sensorial e da reflexão sobre essa experiência. Psicologicamente, Locke concebe o sujeito como um ser moldável, profundamente influenciado pelo ambiente. Não há ideias inatas plenamente formadas. O aprendizado é um processo gradual de associação e elaboração, no qual a consciência se constrói a partir do contato com o mundo.
Por fim, David Hume introduz uma postura cética que abala qualquer pretensão de certeza absoluta. Para ele, o que chamamos conhecimento é fruto do hábito e da repetição. Psicologicamente, Hume revela a fragilidade das inferências humanas. A mente cria expectativas de causalidade e permanência, mas essas expectativas não possuem fundamento racional necessário. O sujeito vive apoiado em crenças úteis, não em verdades definitivas.
Essa longa trajetória revela que o conhecimento não é apenas um acúmulo de informações, mas uma aventura interior que envolve razão, sensibilidade, limites e coragem. Conhecer é enfrentar as próprias ilusões, dialogar com a experiência e aceitar que toda certeza é sempre provisória. E é precisamente nessa tensão entre o que sabemos e o que jamais dominaremos por completo que o espírito humano encontra sua mais elevada dignidade intelectual.
E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo.
A Lei revela o conhecimento do pecado e da condenação eterna; porém, a graça e a verdade nos oferecem o perdão e a salvação no Evangelho de Jesus Cristo (Jo 1.17; Rm 3.20; Gl 3.13; Ef 2.8-10).
O conhecimento sobre as múltiplas inteligências nos permite compreenderque a sabedoria de cada serhumano pode se apresentar das mais variadas formas no existir.
O bom professor reconhece que já foi um "reles"aluno e não guarda o conhecimento para si,mas faz uma verdadeira multiplicação de conhecimento.
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