Luz Conhecimento

Cerca de 37093 frases e pensamentos: Luz Conhecimento

⁠“Quando a sabedoria não tem autoestima o conhecimento não tem limite.”

Inserida por DAmico

⁠“A autoestima limita o conhecimento.”
“A sabedoria não tem autoestima.”

Inserida por DAmico

⁠“A opinião muda quando o conhecimento é atualizado.”

Inserida por DAmico

⁠“O Conhecimento atualiza a opinião.”

Inserida por DAmico

⁠“A ignorância não muda de opinião quando o conhecimento é atualizado.”

Inserida por DAmico

⁠“Quando a autoestima controla a consciência e a ignorância não atualiza o conhecimento o fracasso é inevitável.”
“Quando a consciência controla a autoestima e o conhecimento atualiza a ignorância o sucesso é inevitável.”

Inserida por DAmico

⁠"O conhecimento precisa ser divertido para o dinheiro ser multiplicado."

Inserida por DAmico

⁠“O conhecimento é mais importante que a atitude.”

Inserida por DAmico

⁠“O conhecimento é o arquiteto do futuro.”

Inserida por DAmico

⁠“A arte é o conhecimento e o artista é a sabedoria.”

Inserida por DAmico

"O rico não desperdiça conhecimento."

Inserida por DAmico

⁠O não é preciso, o conhecimento liberta ter opinião não te faz melhor que ninguém, mais mostra quem realmente merece estar ao seu lado.

Inserida por jhonescah

⁠Conhecimento sem ação é a mesma coisa que um sonho sem realização.

Inserida por jhonescah

⁠Professores são pessoas, que através do seu conhecimento, e paciência, conseguem tocar nossas vidas, de uma forma inesquecível.
A eles, toda a minha gratidão e admiração!
Deus os abençoe sempre.


#felizdiadoprofessor
#gratidão

Inserida por srtawrobel

O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 627
CONHECIMENTO DA LEI NATURAL.

O item seiscentos e vinte e sete, inserido na Parte Terceira de O Livro dos Espíritos, trata da função esclarecedora da revelação espiritual na era moderna. A resposta dos Espíritos Superiores evidencia que, embora Jesus tenha apresentado as leis divinas em sua pureza, sua exposição recorria a parábolas e alegorias ajustadas ao contexto sociocultural do século I. Tais recursos pedagógicos, embora luminosos, exigiam interpretação. Por isso, na atualidade, torna-se imperioso que a verdade moral seja exposta de modo inteligível, universal e racionalmente aferível.

A missão dos Espíritos, portanto, não consiste em substituir o ensino do Cristo, mas em explicitá-lo, desenvolvê-lo e restituir-lhe a clareza primeira, afastando quaisquer leituras sujeitas ao orgulho, ao interesse ou à hipocrisia religiosa. Sua tarefa é abrir olhos e ouvidos, de modo a impedir que a lei divina seja usada como instrumento de dominação ou de justificativa das paixões humanas. É um trabalho de saneamento ético, depuração doutrinária e preparação da humanidade para o reino do bem anunciado pelo Cristo.

A revelação espírita, nessa perspectiva, é complementar e elucidativa: esclarece aquilo que permaneceu velado pelas circunstâncias históricas, restabelece o sentido moral da lei natural e reafirma que essa lei é amor, justiça e caridade em sua expressão mais elevada. Ao fazê-lo, devolve ao ser humano sua responsabilidade moral plena, pois não lhe resta o pretexto da ignorância.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O CONHECIMENTO E A SUA SAGA.

A história do conhecimento humano é, antes de tudo, uma história de inquietação interior. Pensar sempre foi um gesto de ruptura com a acomodação psíquica e com a passividade intelectual. Desde a Antiguidade até a modernidade, cada filósofo não apenas formulou uma teoria do conhecimento, mas também ofereceu uma leitura profunda da estrutura psicológica do ser humano diante da verdade.

Sócrates inaugurou essa saga ao afirmar que o primeiro passo do saber é o reconhecimento da ignorância. Quando declara “sei que nada sei”, ele não se rende ao vazio, mas funda uma ética intelectual. Psicologicamente, Sócrates compreende que a mente humana é dominada por ilusões de certeza e por defesas do ego. O método dialógico que emprega não visa humilhar, mas desestruturar falsas convicções, permitindo que o sujeito entre em contato com sua própria insuficiência cognitiva. O conhecimento, aqui, nasce como um processo terapêutico da consciência.

Platão, discípulo direto de Sócrates, eleva essa inquietação ao plano metafísico. Para ele, o mundo sensível não passa de aparência. O conhecimento verdadeiro reside no domínio das ideias. A célebre alegoria da caverna revela uma psicologia da alienação. O ser humano tende a confundir sombras com realidade porque sua mente busca segurança no familiar. Libertar-se exige dor, esforço e conversão interior. Conhecer, em Platão, é recordar, mas também é transformar-se. Trata-se de um movimento ascensional da alma, que abandona o imediato para alcançar o inteligível.

Aristóteles, por sua vez, desloca o eixo do conhecimento para a experiência concreta. Para ele, a mente humana possui potência racional, mas essa potência só se atualiza por meio dos sentidos. Psicologicamente, Aristóteles reconhece a importância da observação sistemática e da categorização. O intelecto não flutua no vazio das ideias, mas organiza aquilo que a experiência oferece. O conhecimento torna-se um processo de síntese entre percepção e razão, em que o sujeito aprende a discernir causas, finalidades e substâncias.

Com René Descartes, a modernidade inaugura uma nova angústia cognitiva. O filósofo parte da dúvida radical como método. Ao afirmar “penso, logo existo”, Descartes revela uma psicologia do recolhimento interior. Diante da incerteza do mundo externo, a mente busca um ponto indubitável em si mesma. O pensamento torna-se o fundamento da existência consciente. O conhecimento passa a ser construído a partir da razão clara e distinta, como resposta à instabilidade das crenças herdadas.

Immanuel Kant realiza uma síntese decisiva ao afirmar que o conhecimento nasce da interação entre sensibilidade e entendimento. Nem a razão pura nem a experiência isolada são suficientes. Psicologicamente, Kant reconhece os limites estruturais da mente humana. Há formas e categorias que organizam a experiência, mas existe um limite intransponível. A chamada coisa em si permanece inacessível. Essa concepção introduz uma ética da humildade intelectual, na qual saber também é reconhecer fronteiras.

John Locke enfatiza a mente como uma tábula rasa. O conhecimento resulta da experiência sensorial e da reflexão sobre essa experiência. Psicologicamente, Locke concebe o sujeito como um ser moldável, profundamente influenciado pelo ambiente. Não há ideias inatas plenamente formadas. O aprendizado é um processo gradual de associação e elaboração, no qual a consciência se constrói a partir do contato com o mundo.

Por fim, David Hume introduz uma postura cética que abala qualquer pretensão de certeza absoluta. Para ele, o que chamamos conhecimento é fruto do hábito e da repetição. Psicologicamente, Hume revela a fragilidade das inferências humanas. A mente cria expectativas de causalidade e permanência, mas essas expectativas não possuem fundamento racional necessário. O sujeito vive apoiado em crenças úteis, não em verdades definitivas.

Essa longa trajetória revela que o conhecimento não é apenas um acúmulo de informações, mas uma aventura interior que envolve razão, sensibilidade, limites e coragem. Conhecer é enfrentar as próprias ilusões, dialogar com a experiência e aceitar que toda certeza é sempre provisória. E é precisamente nessa tensão entre o que sabemos e o que jamais dominaremos por completo que o espírito humano encontra sua mais elevada dignidade intelectual.

Inserida por marcelo_monteiro_4

" Conhecimento não é reter a verdade, é o paradoxo dela. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

"Bondade não é tudo, há de se ter conhecimento também, para que as provas da vida não vire provações."
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

⁠Somente o conhecimento poderá nos tirar dessa sociedade trevosa. Tudo dependerá de você, do seu nível de comprometimento para com você mesmo.

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠idéias sem conhecimento
são nulas

Inserida por Carloseduardobalcars