Luz
Salmo 27
1 O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo?
2 Quando homens maus avançarem contra mim para destruir-me, eles, meus inimigos e meus adversários, é que tropeçarão e cairão.
3 Ainda que um exército se acampe contra mim, meu coração não temerá; ainda que se declare guerra contra mim, mesmo assim estarei confiante.
4 Uma coisa pedi ao Senhor e a procuro: que eu possa viver na casa do Senhor
todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do Senhor e buscar sua orientação no seu templo.
5 Pois no dia da adversidade ele me guardará protegido em sua habitação; no seu tabernáculo me esconderá e me porá em segurança sobre um rochedo.
6 Então triunfarei sobre os inimigos que me cercam. Em seu tabernáculo oferecerei sacrifícios com aclamações; cantarei e louvarei ao Senhor.
7 Ouve a minha voz quando clamo, ó Senhor; tem misericórdia de mim e responde-me.
8 A teu respeito diz o meu coração: Busque a minha face! A tua face, Senhor, buscarei.
9 Não escondas de mim a tua face, não rejeites com ira o teu servo; tu tens sido o meu ajudador. Não me desampares nem me abandones, ó Deus, meu salvador!
10 Ainda que me abandonem pai e mãe, o Senhor me acolherá.
11 Ensina-me o teu caminho, Senhor; conduze-me por uma vereda segura por causa dos meus inimigos.
12 Não me entregues ao capricho dos meus adversários, pois testemunhas falsas se levantam contra mim, respirando violência.
13 Apesar disso, esta certeza eu tenho: viverei até ver a bondade do Senhor na terra.
14 Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor.
"Em certas ocasiões nossa própria luz quase se apaga e é reacendida pela faísca de alguma outra pessoa. Cada um de nós tem motivo para pensar com muita gratidão nos que acenderam a chama dentro de nós".
Albert Schweitzer
A descoberta do sabor de nossa amizade deve ocorrer à luz da paz e da sinceridade. Nossas bocas coladas representam o canal da cumplicidade de nossas intenções. Sinto-me meio ébrio com a tua lembrança e um tanto quanto ébrio na tua presença. Majestoso e errante é o caminho que o teu espírito expressa a beleza da vida, fortalecendo a essência da humanidade com o pólen do teu sorriso. Tu és um leito para o fluxo dos elementos que enaltecem a minha alma através dos sons secretos que retumbam atrás de minha armadura de fogo. Se puderes imaginar o ouvido mais apurado próximo às minhas veias e artérias, vais entender que é aí aonde estou. É aí que a tua vida passa pela minha. Eu, certamente, estava menos ébrio quando não te conhecia.
Aprendi
Aprendi a não andar pelas sombras;
E que na luz é o melho lugar.
Aprendi a não ter medo das ondas;
E que o melhor sentimento é amar.
Denis Marinho ( Mc Profeta)
De súbito sabemos que é já tarde.
Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos. Que não será aqui a nossa festa.
De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos. De súbito vemos sem sombra alguma que não existe aquilo em que nos apoiávamos. A solidão deixou de ser um nome apenas. Tocamo-la, empurra-nos e agride-nos. Dói. Dói tanto! E parece-nos que há um mundo inteiro a gritar de dor, e que à nossa volta quase todos sofrem e são sós.
Temos de ter, necessariamente, uma alma. Se não, onde se alojaria este frio que não está no corpo?
Rimos e sabemos que não é verdade. Falamos e sabemos que não somos nós quem fala. Já não acreditamos naquilo que todos dizem. Os jornais caem-nos das mãos. Sabemos que aquilo que todos fazem conduz ao vazio que todos têm.
Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos. Como os outros. Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente. Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco. Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante onde temos uma herança de nobreza a receber.
O tempo que nos resta é de aventura. E temos de andar depressa. Não sabemos se esse tempo que ainda temos é bastante.
E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado. Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído, uma vontade grande de não mais ter medo, o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda. E perguntar o caminho.
Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos, de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos. E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos. As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo. Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias.
E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas que fizemos e tínhamos tentado esquecer. São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras, que se agitam numa dança animalesca. Não as queremos, mas estão cá dentro. São obra nossa.
Detestarmo-nos a nós mesmos é bastante mais fácil do que parece, mas sabemos que também isso é um ponto da viagem e que não nos podemos deter aí.
Agora o tempo que nos resta deve ser povoado de espingardas. Lutar contra nós mesmos era o que devíamos ter aprendido desde o início. Todo o tempo deve ser agora de coragem. De combate. Os nossos direitos, o conforto e a segurança? Deixem-nos rir… Já não caímos nisso! Doravante o tempo é de buscar deveres dos bons. De complicar a vida. De dar até que comece a doer-nos.
E, depois, continuar até que doa mais. Até que doa tudo. Não queremos perder nem mais uma gota de alegria, nem mais um fio de sol na alma, nem mais um instante do tempo que nos resta.
Um conselho de luz
Quanto maior o amor, mais sensível às asperezas da vida cotidiana e fatigante, bem como ainda mais frágil ante a voz e os gestos dos entes amados.
Um coração que muito ama quando ferido tende a ferir, e às vezes fere em proporção ainda maior ao sofrimento ao qual foi submetido. O despreparo causa a cegueira eventual provocada pela fúria, fúria que tem como origem a sensação de injustiça.
Devemos vigiar sempre, buscar o escudo espiritual mental para não nos encontrarmos despreparados e assim cortarmos a cadeia das dores, cedendo lugar ao perdão, principalmente aos que amamos e que conseguem facilmente nos ferir pela grandeza do amor que a eles dedicamos.
Quando amamos deixamos cair às armaduras e nos expomos, o que nos faz lembrar a necessidade de estarmos atentos às setas inflamadas daqueles coitados que nunca amaram e que muitas vezes tentam usar quem amamos contra nós.
Cabe a nós identificarmos as setas, romper a cadeia de ódio e fúria.
Ame sempre, vigie sempre para não ser você um instrumento que fere, perdoe sempre, só assim e apenas assim o amor sobrevive.
Feche a porta e desligue a luz. Eu quero estar com você, quero sentir o seu amor. Eu quero estar do seu lado.
Noite de paz ...noite de luz...pensamentos de amor,de agradecimento ao nosso amado Deus e ao nosso mestre Jesus.
Abençoada noite a todos !
Seguro a pérola na palma da
minha mão e examino sua
superfície iridescente à luz do
sol. Sim, vou ficar com ela. Pelas
poucas horas que me restam de
vida, vou ficar com ela bem
grudada em mim. Este último
presente de Peeta. O único que
realmente posso aceitar. Talvez
ela me dê força nos momentos
finais.
...eu parecia estar deitado nem dormindo nem acordado olhando para um corredor comprido à meia-luz cinzenta onde todas as coisas estáveis haviam se tornado sombrias paradoxais tudo que eu havia feito sombras tudo que eu havia sentido sofrido ganhado forma visível grotesca e perversa zombeteira sem relevância inerentes nelas a negação do significado que deveriam afirmar pensando eu era eu não era quem não era não era quem.
Para cada dia um recomeço.
Para cada passo uma opção.
Em cada anoitecer uma Luz sobre a escuridão....
Para cada manhã o brilho do Sol.
Para cada sorriso uma esperança.
Para cada sonho uma ilusão.
Para cada gesto uma verdade.
Para cada amor um coração...
A graça do luar
A luz perfura o coração da minha alma,
traz consigo um rastro de paz.
Ao lado da sua amante mais estonteante(vênus)
Ecoa esmeraldas em um mar de escuridão, reconforta um coração amargurado, abençoado é o seu luar.
Enfim...
A jóia das sombras é o amparo das falhas humanas.
Minha mãe é meu ponto de equilíbrio, meu anjo, minha força, minha luz, minha criança e rainha, minha amiga e minha base, meu melhor e maior presente, o mais especial de todos, único e insubstituível, made in Deus!
