Luxo
Frases, textos e citações by Josy Maria
Para esta noite natalina...
Desejo o luxo da paz de espírito, do alimento na mesa, da tranquilidade de ter seus problemas resolvidos, ou pelo menos uma luz no fim do túnel. Luxo pra mim são as coisas essenciais, mas que não têm preço. Em quase tudo nessa vida excludente, as coisas têm preço. O que desejo para este Natal é a presença do que é essencial, necessário, justo, que traga tranquilidade. Que a benevolência dessa data afete os corações de uma maneira tal, que a caridade, a empatia e o amor ao próximo sejam os sentimentos dominantes e permanentes. Que a união em família e o amor sejam a máxima não só dessa noite natalina, mas de toda a vida. E que tudo que vem contra para destruir as famílias, seja consumido pelo amor de Deus e transformado em cura e libertação das maldades, afastando-se e buscando de forma limpa sua própria felicidade. Que a lembrança do senhor Jesus seja a verdadeira comemoração do Natal e que a paz habite cada lar.
Assim seja!
Josy Maria
A maior riqueza que um homem pode ter, não é a fama, nem o dinheiro, nem o luxo, mas sim a credibilidade e o reconhecimento do seu nome e sobrenome.
"Descansar em uma cadeira de veludo é um luxo que acolhe o corpo e envolve a mente em um conforto inigualável."
Quarta-feira, 09 de dezembro.
Luxo é ter amor.
sucesso é ter paz.
ostentar riqueza material é o jeito mais triste de tentar ser feliz e o status de maior prestígio é aquele em que para ser, não precisamos ter.
Eu não vou me dá o luxo de uma companhia confrontar a minha vida vivida em anos de paz amor e harmonia.
Luxo é levantar todos os dias feliz trabalhar abraçar a família amar cuidar estar abençoado por Deus.
Tem gente que é só vaidade luxo, tem orgulho ambição de grandeza não tem barreiras que o impeça de subir em busca de aplausos, não tem vergonha de nada parece ser um rei no paraíso, no entanto a alma morta chora o orgulho impiedoso não se abala mesmo no caos, lhe falta vergonha por tem alma triste.
Ela
Ve a vida com os bons olhos.
Não faz questão de luxo, o simples lhe encanta mais.
Ser feliz é o que lhe move.
Seu amor pela vida a torna mais forte, intensa.
O tempo a ensinou muita coisa, e uma delas é que se ela não fizer por onde nada acontece.
Por isso ela faz acontecer, não espera, ela pega e faz!
“Em meio ao concreto e ao luxo, corações se encontram: ela, com sua grife; ele, com sua arte. O amor não escolhe berço, apenas floresce.”
A simplicidade da vida é um luxo que muitos não podem se dar. Agradecer por cada amanhecer, por um teto, por um abraço, é reconhecer a riqueza que a maioria das pessoas almeja.
Cuidar da saúde mental não é luxo, é necessidade. É reconhecer que a mente precisa de atenção e fortalecer para que você possa enfrentar os desafios da vida.
LUXO E A VIDA NÃO AS CENAS.
No meio das grandes metrópoles no movimento das avenidas, há um homem pobre empurrando o trem da vida. Sem um destino certo, sem estações, sem dinheiro no bolso para comprar um pão.
Ele segue a vida, pelas avenidas muitos o chamam de zé ninguém. À noite ele irá descansa seu corpo em algum lugar próximo à mesma avenida onde passou o dia, chegando ao fim de mais uma estaçao.
Ali o homem irá descansa seu corpo, mas terá que acordar antes do dono da loja chegar, antes da loja abrir, envolto pelo frio, coberto por papelão, mas quando o sol nascer, ele terá que juntar suas coisas, começar mais uma jornada rumo à próxima estação.
Seu combustível é a força de vontade, é a fé, é a luta, a vida. Ele seguirá seu destino, entre carros e faróis, de portas em portas, sem malas, sem passagens, onde muitos passam contando suas notas , mas ninguém notam sua presença.
Triste cena, triste, sina, triste vida, temos que entender que nas grandes metrópoles não são só sinais, nunca será apenas buzinas, a vida nunca será uma avenida, sem fins sem paradas, apenas partidas, onde o luxo é a vida, não as cenas.
Guarde o seu coração para Pessoa Certa. Não se trata de luxo, dinheiro... é como esta pessoa te trata.
Como ela te faz sentir.
Sabe-se bem que sou humilde;
Não me visto de luxo,
não me calço de mentiras,
Não subo o muro de escadas,
Não bebo agua filtrada,
Não preciso de comida fresca,
Sequer ando de carro,
Comigo é tudo no popular
Quem me leva ao meu destino, (pobre destino)
É o expersso canelinha, ou o trem do meu povão.
De Guaianazes a Brás,
é esta minha vida Paulistana,
Que não troco pela vida puritana
Como carne aos montes,
Bebo vinho de 5°
Bato papo com mendigos,
Fumo cigarro barato,
Tudo isso, não por que amo de paixão minha vida comum.
Mas por que, nada me tira o gostinho de ver,
Os cidadãos que fazem minha cidade.
De sentir os Odores de sua Poluição matinal,
De sentir o ventinho do Metro batendo em meu rosto,
Enquanto fecho os olhos para poder senti-los.
De olhar as moças bonitas em grandes quantidades, e qualidades. De participar da vida das pessoas,
como o "homem bonito", o "feio rapaz",
O sujo, ou o limpinho que viram hoje.
Nada me tira o gostinho de ouvir a avó, no trem
falando do neto que nasceu, e é bonito.
Da mãe falando da mãe que se recuperou do acidente,
ou da doença.
Do pai brincando com a filha no colo,
com os olhos brilhantes de felicidade...
De ver os amigos se sorrindo,
num flerte diferente, e interessante.
De sentir o ar condicionado do TREM,
congelando minhas mãos...
De andar pelas ruas de SÃO PAULO,
e ver quem são as Impuras,
desdonzeladas, mulheres da rua...
Que dão os prazeres encubados aos pais de familia,
a tantos solteiros, e pessoas não tão comuns...
Essas que falo eu, que em muitos casos são o alicerce entre os casais, que ja não dormem juntos mais.
Ninguem me impede de viver, sem sentir o cheirinho nos cabelos das mulheres no metro apertadinho.
De sorrir e me sentir bem em dar lugar a uma senhora, a um deficiente, ou de pedir as bolsas das moças bonitas até o destino de um dos Dois.
E poder olhar admirado para tantas belezas.
E de ter minha namoradinha, linda namoradinha.
No descanço do meu colo, e seus lindos cabelos tão negros quanto a propria escuridão.. brilhando...
escorridos, feito macarrão.
O Interessante de tudo isso,
não é a vida mesquinha.
São os prazer que - a vida mesquinha - nos proporciona nesta cidade esquisita, que é a MINHA CIDADE.
CULTURA, LUXO & LIXO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Se o lixo cultural me desagrada, o luxo também. Sou apegado à cultura genuína; essencial. À ausência de aparatos ou embalagens que não acrescentam valores; apenas ostentam, fazem volumes, enchem os olhos, mas não a alma. É do luxo cultural que sobram montanhas e montanhas de resíduos inúteis; rejeitos que atraem parasitas e roedores humanos nocivos às artes e à literatura. O lixo cultural é o derrame não reciclável do luxo cultural.
