Luta e agradecimento
A existência humana é uma constante luta contra o vazio, uma tentativa de dar forma ao caos que somos.
O dia vem, e logo acordamos, para mais um dia de luta. Mas não podemos esquecer de agradecer por cada dia de vida, pois é Deus que nos concede está graça dívida. Obrigado Senhor por tudo.
A vida é uma caminhada constante. Uma luta incessante. Haverá obstáculos pelo caminho.
Sempre haverá uma nova montanha. E nem sempre é possível remover. É necessário escalar.
Vozes dizem que você não vai conseguir. Que você é pequeno e os sonhos que está sonhando são grandes. Que não vai alcançar.
Lutas abatem você.
Talvez você perca o ânimo e a sua fé fique abalada. Você fica perdido. Sem direção.
Não desista. Continue em frente. Continue tentando.
E Não pare de caminhar.
Complete a sua jornada
As dores se calam,
Inabaláveis,
Na luta do ser,
Com o desejo de vencer.
As dores cessam,
Inalcançáveis,
Na luta do querer,
Com o desejo de obter.
A luta atípica é grande, mas com fé e perseverança, Deus nos acolhe e nos levanta. Juntas somos mais fortes!
NO RITMO DO ALGORITMO
A luta incansável, mas determinada a avançar
num labirinto cheio de fios emaranhados.
Versos desconexos, frases aleatórias
em poesias floradas.
Mundo digital busca algoritmo,
o poeta antigo, a essência que segue num só ritmo,
atual, na modernidade, com lógica e fluido.
E nessa quimera,as palavrasficam em inércia...
flopadas.
Lu Lena / 2026
Sempre acreditar
Meia-noite chamando pela luz quebrada
Sombras dançando à beira da luta
Sussurros queimando como uma doença selvagem
Correndo rápido pelas minhas memórias
Coração de aço frio, mas batendo alto
De pé, destemido, na multidão em fúria
Cada cicatriz é uma marca da verdade
Cada ferida é prova da juventude
Pré-Refrão
Quando a escuridão te puxa para baixo
E o silêncio é o único som
Refrão
Sempre acredite — mesmo quando dói
Como veneno nas minhas veias, mas funciona
Sempre acredite — quando o fogo engana
Através da dor e dos sonhos partidos
Eu me levanto, eu respiro
Eu sempre acredito
Verso 2
Palavras tóxicas como uma arma carregada
Mas eu não vou cair, não vou fugir
Trovões explodindo dentro da minha cabeça
Dançando com as dúvidas que você disse
Céus enegrecidos, mas eu vejo a faísca
Uma chama inquieta dentro da escuridão
Sem rendição, sem recuo
Ouça meu coração batendo em repetição
Pré-Refrão
Quando a noite se torna sua prisão
E o medo está escrevendo cada página
Refrão
Sempre acredite — mesmo quando dói
Como veneno nas minhas veias, mas funciona
Sempre acredite — quando o fogo engana
Através da dor e dos sonhos partidos
Eu me levanto, eu respiro
Eu sempre acredito
Ponte (Momento Power Ballad)
Oh — cada queda me faz mais forte
Oh — eu consigo aguentar mais tempo
Através do veneno, através das mentiras
Eu vejo liberdade nos meus olhos
(Solo)
Refrão Final (Maior / Tom Mais Alto)
Sempre acredite — grite para o céu
Até heróis aprendem a chorar
Sempre acredite — sinta a febre subir
Como uma alma rebelde que nunca morre
Eu me mantenho de pé, eu luto
Sempre acredito esta noite
Final (Grande Encerramento)
Como veneno nas minhas veias
Mas a fé permanece
Eu sempre acredito
O sistema mata quem luta na carne,
mas não consegue tocar quem vive na vontade de Deus.
“Maior é o que está em vós do que o que está no mundo.” (1 João 4:4)
A obediência não impede lutas, mas impede que a luta destrua a sua alma.
E no fim, quem permanece obediente descansa seguro, porque o Senhor vela pelos que O temem.
miriamleal
Que hoje não seja apenas uma data, mas um lembrete diário da força, da luta e da beleza do povo negro. Que a consciência se transforme em respeito, igualdade e oportunidade. Que a história seja lembrada, a cultura valorizada e o racismo combatido todos os dias.
"Hoje é sábado, o sol brilha sem nuvens, nascendo em nossa cidade, trazendo a luta por um novo dia."
O Som da Luta
Uma história sobre coragem, esperança e propósito em Angola
O sol ainda dormia, mas o bairro já acordava.
O cheiro do carvão aceso misturava-se com o barulho dos chapas lotados e das vozes que se perdiam nas ruas estreitas.
Era mais um dia em Angola — onde o relógio da sobrevivência nunca para, e a esperança é o último bem que o povo se permite perder.
No meio daquela correria, Manuel ajeitava o seu pequeno carrinho de madeira, carregado de garrafas de sumo natural que ele mesmo preparava à noite.
Enquanto o resto da cidade ainda sonhava, ele já estava em movimento.
O seu lema era simples:
> “Quem quer mudar de vida, começa antes do sol nascer.”
Manuel não nasceu com oportunidades.
Cresceu num bairro onde a poeira é mais constante do que a eletricidade, onde o trabalho é pesado e o reconhecimento é raro.
Mas, desde cedo, ele aprendeu com a mãe que “trabalhar com dignidade é melhor do que mendigar respeito.”
Durante anos, procurou emprego.
Fez cursos, entregou currículos, e ouviu promessas vazias.
Cada “vamos te ligar” soava como uma esperança que morria devagar.
Até que um dia, cansado de esperar, ele decidiu criar o próprio caminho.
Pegou um carrinho velho, juntou umas frutas emprestadas e começou a vender sumos na rua.
No início, foi alvo de risos e comentários:
“Um formado a vender sumo? Isso é vergonha!”
Mas Manuel respondia com um sorriso e dizia calmamente:
> “Vergonha é roubar. Trabalhar nunca foi.”
O tempo passou.
O carrinho que parecia um fracasso virou uma barraca simples, mas movimentada.
As pessoas começaram a reconhecer o sabor dos seus sumos — e, mais ainda, o brilho da sua determinação.
O que era sobrevivência começou a virar sustento.
E o sustento, aos poucos, virou inspiração.
Manuel passou a ajudar outros jovens do bairro a começarem pequenos negócios.
“Não temos muito”, ele dizia, “mas temos mãos, mente e vontade. Isso já é capital.”
Hoje, quem passa pela sua barraca vê mais do que produtos — vê uma história viva de resistência.
Ele ainda enfrenta dias difíceis, ainda há contas que não fecham, ainda há lágrimas escondidas.
Mas, em cada amanhecer, Manuel prova a si mesmo que o sucesso não é sobre ter tudo — é sobre fazer algo com o pouco que se tem.
Quando alguém lhe perguntou o que o manteve firme em tempos de desespero, ele respondeu sem hesitar:
> “Foi a fé. Eu acreditei que Deus não me fez para desistir.”
O som da luta continua ecoando nas ruas do bairro.
O mesmo som que vem dos vendedores, das zungueiras, dos mototaxistas, dos estudantes que andam quilômetros para aprender.
Cada um à sua maneira, todos gritam a mesma verdade:
“Enquanto houver esperança, há motivo para continuar.”
E assim, no coração de Angola, entre poeira e calor, entre lágrimas e sorrisos, nasce uma geração que aprendeu a lutar com o que tem — e a acreditar que o amanhã pode, sim, ser melhor.
> Porque em cada angolano há um guerreiro.
E enquanto o coração bater, nunca vamos desistir.
No Processo
No processo há dor,
há medo que cala,
choro que inunda,
e luta que rala.
Vontade de ir embora,
sumir, desistir,
deitar no escuro
e parar de insistir.
Mas entre os espinhos
há mãos invisíveis,
tocando teu peito
com forças incríveis.
Mesmo quando o chão
parece ruir,
há graça do alto
pra te conduzir.
O amparo divino
não falha jamais,
Ele chega em silêncio,
mas traz muita paz.
Na hora mais dura,
no vale mais frio,
Deus sopra esperança
e traz o alívio.
Então não desista,
o céu te sustenta.
Cada lágrima rola,
mas a fé te aumenta.
Você não está só
na trilha a seguir:
há um Deus que te abraça
e te faz resistir.
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