Luis Fernando Verissimo poemas Sonhos
Muitos jovens andam de empresa em empresa à procura de emprego e acabam desesperados.
Talvez alguns de nós não tenham sido feitos apenas para procurar trabalho, mas para criar oportunidades. Comece com o pouco que tem
Até vendendo algo simples por cinco meticais. Porque grandes conquistas muitas vezes começam com pequenos passos.
Se plantamos o mal, colhemos o mal
Se plantamos o bem, colhemos o bem
Nessa vida tudo volta, isso é natural
A escolha é sua, só depende de quem
Você tem dois caminhos pra trilhar
Entre o bem e o mal pra decidir
Mas só um vai te levantar
E o outro pode te destruir
Jesus é o caminho, a verdade e a luz
O resto é estrada que só leva à dor
Quem anda com Ele encontra a paz que conduz
E vive uma vida cheia de amor
Viva pro amor, viva pra família
Viva com alegria no coração
Faça o bem todo dia
E espalhe luz por onde for, irmão
A vida é um barco no mar a navegar
Se afundar o barco de alguém
Cedo ou tarde vai se afundar
O seu barco também
Nessa vida colhemos o que plantamos
É lei que ninguém pode mudar
Se o bem no caminho semeamos
O bem também vamos colher lá
Jesus é o caminho, a verdade e a luz
O resto é estrada que só leva à dor
Quem anda com Ele encontra a paz que conduz
E vive uma vida cheia de amor
Viva pro amor, viva pra família
Viva com alegria no coração
Faça o bem todo dia
E espalhe luz por onde for, irmão
(Verso 1)
Longe de casa, com saudade de você
Mesmo dormindo ainda penso em te ver
Teu beijo ficou, não sai do meu desejo
Ainda sinto o gosto doce do teu beijo
(Verso 2)
Eu nem te tatuei, mas marcou em mim
Fez morada no peito, não tem mais fim
Um lugarzinho no meu coração você ganhou
E desde esse dia meu mundo mudou
(Refrão)
Eu vou te ligar só pra te dizer
Prepara o jantar que eu tô indo te ver
Veste aquele baby doll pra me enlouquecer
Que hoje a gente vai se amar até o amanhecer
(Ponte)
Cada quilômetro só faz aumentar
Essa vontade louca de te encontrar
E quando eu chegar, não vai ter pra ninguém
Só eu e você se amando também
(Final)
Longe de casa, mas perto de você
Porque no meu peito é onde você quer viver
(Verso 1)
Saio do serviço, vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber, quem não gosta é minha amada
De repente o telefone toca, já sei quem tá na linha
Ela pergunta onde eu tô, se tô com outra galinha
(Verso 2)
Quando chego em casa a mulher vem brigar
Eu fico achando graça e calado vou ficar
Ela fala, fala, fala sem parar
Mas quando eu dou um beijo ela para de brigar
(Refrão)
Chega de brigar, chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito bom pra calar sua boca
Me beija, minha princesa
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
O mundo precisa
Saber a verdade
Passado não volta, futuro não temos e o hoje não acabou
Por isso ame mais, abrace mais
Pois não sabemos quanto tempo temos pra respirar
Fale mais, ouça mais
Vale a pena lembrar que a vida é curta demais
Eu tive um mundo de possibilidades
Escorregados pelas minhas mãos
E orações que ficaram sem respostas
Que eu não puderia entender
Há uma fé que move montanhas
Mas nunca deixei me mover
Eu confiava apenas nas coisas que eu podia ver
Tanta frustração em tentar sozinho
Tive a revelação que não posso fazer sozinho
No fundo do meu coração
No fundo da minha alma
Sempre houve algo que faltava
Agora que você tem minha atenção
Te dou a minha vida
Te entrego meu controle
Eu finalmente aprendi a ouvir Tua voz
Eu Te dou tudo, sim!
A arte de amar é viver cada dia como se fosse o último — e, ao mesmo tempo, como se fosse eterno.
Último, porque devemos amar intensamente todos os dias e ter coragem de fazer o que ainda não fizemos, sem adiar sentimentos ou atitudes.
E eterno, porque existe algo além desta vida, uma dimensão maior, que não pode ser comparada a tudo o que conhecemos aqui.
"O Julgo Invisível”
Vivemos num tempo em que o valor de um homem se mede pela pressa com que ele produz.
Se ele para, chamam-no de preguiçoso; se cansa, de fraco; se pensa, de inútil.
Mas ninguém pergunta o que o silêncio dele carrega, nem o peso invisível que sustenta quando o mundo o chama de vagabundo.
Talvez o que eles chamam de inércia seja apenas o intervalo entre o que ele foi e o que ainda vai se tornar.
Nem todo repouso é desistência — às vezes é apenas o respiro antes do próximo passo.
E quem julga de fora nunca vai entender a batalha que se trava por dentro,
onde cada dia sem trabalho é também uma luta para não perder a fé em si mesmo.
"O Silêncio de Não Ser Pai"
Não sou pai. E há nisso um espaço — não de vazio, mas de eco. Um campo onde o tempo passou, e deixou intacta uma terra que poderia ter sido semeada.
Não ser pai não é ausência de amor.
Talvez, seja amor que não precisou de nome, que não se debruçou sobre berços, mas se espalhou em gestos, em presenças sutis, em silêncios partilhados.
O mundo, com sua pressa de moldar destinos, parece esperar que todos sigam a mesma trilha: encontrar, gerar, ensinar, repetir. Mas e aqueles cujos passos desenham outro mapa? E aqueles que escutam a vida por outros ângulos, sem o riso de um filho chamando pelo corredor?
Às vezes penso: teria sido bonito... Ser chamado de pai com a voz trêmula de uma criança, encontrar meu rosto espelhado em outro pequeno rosto. Talvez um dia. Talvez nunca. E tudo bem.
Há paternidades que não vestem título.
Há frutos que não brotam do sangue, mas do cuidado que deixamos pelo caminho. Já fui abrigo, já fui raiz, mesmo sem ter dado nome a ninguém.
Não ser pai é, por vezes, um caminho mais silencioso.
Mas há sabedoria no silêncio, há paz em aceitar que a vida se desenha também nas entrelinhas. E que o que não foi, ainda assim, pertence ao que somos.
Tenho observado mais do que falado.
Palavras são baratas; atitudes, essas sim, revelam o caráter escondido entre frases bonitas.
Percebo que muitos afirmam verdades que não vivem e defendem valores que abandonam na primeira conveniência.
Diante disso, o silêncio tem se tornado uma escolha, não uma ausência.
Quem observa aprende mais do que quem apenas reage.
No barulho das opiniões, a coerência é rara.
Por isso tenho preferido escutar, analisar e guardar conclusões comigo.
Nem todo pensamento precisa virar debate; alguns precisam apenas virar consciência.
Às vezes, o silêncio é a forma mais honesta de lucidez.
O homem vive sob um pacto silencioso: suportar tudo e não reclamar de nada. Desde cedo, aprende que sua dor não importa, que fraqueza é vergonha e que pedir ajuda é quase um crime. Cobram dele força, estabilidade, solução — mas ignoram completamente o que ele sente.
Quando cai, é julgado. Quando falha, é descartado. Quando sofre, é mandado engolir seco. Seu valor não está em quem ele é, mas no que consegue entregar.
No fim, o homem não é visto como humano, mas como ferramenta. E quando quebra, simplesmente substituem.
Antes eu era magia,
hoje, sou silêncio.
Antes eu era riso fácil,
hoje, eco por dentro.
Antes eu era chama acesa,
hoje, cinza ao vento.
Antes eu era presença,
inteiro em cada momento,
hoje sou ausência que pesa
no vazio do pensamento.
Antes eu era caminho,
passo firme, sem medo,
hoje me perco em mim mesmo,
guardando tudo em segredo.
Antes eu era mundo,
imenso, vivo, intenso…
hoje, sou só silêncio.
Há no silêncio…
um mundo que grita baixinho,
um espaço onde os pensamentos
ecoam mais alto que qualquer voz.
Há no silêncio…
lembranças que voltam sem aviso,
sentimentos que se revelam
quando ninguém mais está por perto.
Há no silêncio…
um refúgio e também um abismo,
onde a gente se encontra
ou se perde dentro de si mesmo.
E às vezes,
é nele que mora a verdade
que o barulho do mundo
não deixa a gente ouvir.
Um ambiente de paz reflecte o
bem-estar, a harmonia, o amor,
a felicidade e alegria, uma
convivencia compreensiva, e um
alto e elevado espirito de auto-
estima.
Somos livres para tomar nossas próprias decisões, mas nós somos prisioneiros de suas conseqüências eternas.
We are free to make our own decisions, but we are prisoners of their eternal consequences.
-As pessoas têm uma programação mental e lutam por ela.
-Quando estão erradas diante de Deus, é uma catástrofe.
-Isto existe, demais.
As vezes as pessoas que amamos nos magoam,
mas mesmo assim devemos continuar nossa jornada
com o nosso coração magoado..
A importância da preservação da cultura é relevante no
sentido de incentivar a ignorância e estagnação. Deveria
ter sido incentivada há milhares de anos, dessa forma não
teríamos atingido este estágio de desenvolvimento e o
planeta seria mais natural.
Eu vou
O sol se vai
Mas uma vez sem objectivos
O dia passa, a noite chega onde o vento me levar levarei comigo o meu coração
Pretendo seguir, mesmo com dificuldades. Eu vou seguir o meu caminho, pondo em mente
Que as derrotas, os falsos mostraram-me o caminho da verdade
Com persistência e esperança de ser e de quem pensa ser, eu vou a busca do meu futuro
Eu vou.
Eu vou fazer a minha vida, conquista-la com amor e trabalho sem magoar ninguém respeitar e ser um acolhedor e bom ouvinte
Eu vou.
Quem nunca brincou de enfileirar peças de dominó?? Depois derrubá-las todas... coisa de criança, de criança crescida também...
Acho que essa é a melhor metáfora da minha vida...
Um milhão de peças, centena de caminhos... algumas vezes derrubei as peças para sentir prazer, para dar risadas... escolhi aqueles caminhos tortuosos e fui feliz...
Algumas vezes derrubei as peças para ver o que tinha construído cair... Talvez por sadismo puro, talvez por ser a minha essência destrutiva...
Mas algumas vezes vezes esbarrei nas peças sem querer... e elas desmoronaram... Como na brincadeira, a tristeza e a decepção foram enormes... Aquele sentimento de incompetência ao lidar co algo tão simples e ao mesmo tempo tão complexo...
Acredito ser injusto você destruir uma caminho, uma estrada, uma opção de vida por um "esbarrão"... quando você escolhe destruir aquele caminho nada há a ser lamentado.
Se existe consolo, e talvez exista mesmo, é que podemos enfileirar tantas quantas vezes quisermos as peças do nosso dominó... Mesmo que não fique tão bonito quanto na primeira vez.
