Luis Fernando Verissimo poemas Sonhos
Devo ter disturbio mental... Não sei fazer as coisas pela metade. Tem que ser amizade completa, e no amor dedicação total
Nessas noites frias, a solidão me abráça com seu corpo vasto, inóspito e cheio de espinhos... Não dói, mas machuca. .
Sou um cigano, hora estou em um lugar, outrora em outro. não tenho residencia fixa... minha casa é o meu coração!
Corações são luas vazias que te encantam nas noites frias. Decoram teu intimo melancólico e simplório. Unico, especial e tão... enjoável.
Chuva caindo lembra você chorando. Àgua da chuva molha a terra; tuas lágrimas são oceanos em que mesmo nadando, morro afogado.
Ensaiastes tanto, mas na hora do espetáculo errou. O tom da tua voz impressionava, mas não foi o bastante para sua mascára continuar colada.
Eu devo ser o clone de minha própria solidão... Do nada começo a enfraquecer, e me pergunto: pra quê eu sou conhecido?
Era um pequeno buquê de flores, virou um rama de espinhos... Ondas amorosas nas quais sucumbi, para no fundo virar confidente da saudade.
Penso em desistir de tentar tocar sua pele, sentir teu perfume e brincar com teu cabelo... Mas o desejo é maior que o medo.
Você pode até não ter notado, mas eu percebi a maneira que levantas a sobrancelha esquerda quando fica sem graça.
Meu instinto é ligado diretamente ao meu coração. É uma especie de bussola, que orienta e me mostra qual caminho seguir.
